Hino de Pernambuco

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Hino de Pernambuco
Hino de  Pernambuco
Letra Oscar Brandão da Rocha, 1908
Composição Nicolino Milano, 1908
Adotado 1908

O Hino de Pernambuco foi composto no ano de 1908, e exalta as belezas, as conquistas históricas e o passado de batalhas do povo pernambucano. Tem letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano.

É bastante conhecido pelos pernambucanos, pois, além de ser ensinado nas escolas, ele é frequentemente executado em eventos esportivos como futebol, Voleibol, Basquete e outros, além de ser tocado em peças publicitárias em todo o estado.

No ano de 2002, o Governo do Estado de Pernambuco, em parceria com a Prefeitura do Recife e a Secretaria de Turismo do Estado, promoveu uma maior divulgação do hino através de sua regravação nos mais variados ritmos, como frevo, forró e manguebeat. Artistas consagrados como Alceu Valença, Dominguinhos, e Cannibal fizeram parte deste projeto.

Hino[editar | editar código-fonte]

Coração do Brasil, em teu seio

corre o sangue de heróis - rubro veio

que há de sempre o valor traduzir.

És a fonte da vida e da história

desse povo coberto de glória,

o primeiro, talvez, no porvir.

(Estribilho)

Salve, ó terra dos altos coqueiros,

de belezas soberbo estendal,

nova Roma de bravos guerreiros,

Pernambuco imortal! Imortal!

Esses montes e vales e rios,

proclamando o valor de teus brios,

reproduzem batalhas cruéis.

No presente és a guarda avançada,

sentinela indormida e sagrada

que defende da pátria os lauréis.

(Estribilho)

Do futuro és a crença, a esperança,

desse povo que altivo descansa

como o atleta depois de lutar...

No passado o teu nome era um mito,

era o sol a brilhar no infinito,

era a glória na terra a brilhar.

(Estribilho)

A república é filha de Olinda,

alva estrela que fulge e não finda

de esplender com os seus raios de luz.

Liberdade um teu filho proclama,

dos escravos o peito se inflama

ante o sol dessa terra da cruz!

(Estribilho)

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