Iguana-verde

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Como ler uma caixa taxonómicaIguana-verde
Detalhe da cabeça de uma iguana-verde (Iguana iguana).
Detalhe da cabeça de uma iguana-verde (Iguana iguana).
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Iguanidae
Género: Iguana
Espécie: I. iguana
Nome binomial
Iguana iguana
Linnaeus, 1758
Distribuição geográfica
Iguana iguana distribution map.png

Iguana-verde ou iguana-comum, conhecida também como iguana, iguano, sinimbu, camaleão, cambaleão, cameleão, papa-vento, senembi, senembu, sinumbu, tijibu (Iguana iguana (Linnaeus))1 , , é uma espécie de lagarto arborícola e herbívoro nativa da América Central e da América do Sul. Um iguana-verde adulto pode medir 180 cm de comprimento e pesar 9 kg. Alimenta-se de frutas, folhas, insetos e pequenos vertebrados. Possui uma crista que vai da nuca até a cauda. Esta é maior do que o resto do corpo. Sua carne e ovos são comestíveis. Sua garganta possui um saco dilatável. As patas possuem cinco dedos com garras pontudas. A cauda possui faixas transversais escuras.2 O ovo do iguana-verde leva entre 10 e 15 semanas para chocar.

Iguana-verde na Colômbia

Etimologia [editar]

As palavras "iguana" e "iguano" originaram-se do termo aruaque insular iwana, através do castelhano3 . "Sinimbu", "senembi", "senembu" e "sinumbu" originaram-se do termo tupi sinim'bu4 . "Camaleão", "cambaleão" e "cameleão" originaram-se do termo grego chamailéon (leão rasteiro)5 .

Ligações externas [editar]

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Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 323, 915.
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 915.
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 915.
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 591.
  5. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 327.
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