Kingukongu tai Gojira

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Kingukongu tai Gojira
 Japão'
1962 • cor • 'Versão japonesa:
97 minutos
Versão inglesa:
91 minutos min
 
Direção Ishirō Honda
Produção Tomoyuki Tanaka
Elenco Tadao Takashima
Kenji Sahara
Yu Fujiki
Ichirō Arishima
Mie Hama
Shoichi Hirose
Haruo Nakajima
Música Akira Ifukube
Cinematografia Hajime Koizumi
Estúdio Toho
Lançamento Japão:
11 de agosto de 1962
Estados Unidos:
17 de junho de 1963

King Kong vs. Godzilla ou Kingu Kongu tai Gojira é um filme de 1962 dirigido por Ishiro Honda e Eiji Tsuburaya (efeitos especiais). É o contrário do estilo dos efeitos do filme de 1933 King Kong, este filme mostra um homem manipulando o boneco de vestir do King Kong em vez de animação stop-motion. É o primeiro filme colorido do Godzilla.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Sr. Tako, o engraçado presidente da Farmacêuticos Pacific, chama seus asseclas Sakurai e Kinsaburo para viajar para a Faro Island capturar o gorilão King Kong e levá-lo pro Japão, na tentativa de melhorar os comerciais. Enquanto isso, Godzilla se liberta do iceberg e ataca a imprensa japonesa, o que deixa Tako com muita raiva.

Enquanto isso, na Faro Island, o polvo gigante Oodako ameaça a vida dos aldeões mas é impedido pelo poderoso Kong com a ajuda de Sakurai e Kinsaburo. Depois, Kong bebe o suquinho e adormece. Sakurai e Kinsaburo levam Kong para o navio e seguem para Japão. Voltando à Farmacêuticos Pacific, Tako pula de felicidade por Kong atacar a imprensa japonesa em vez de Godzilla. Tako sai para se encontar com seus homens Sakurai e Kinsaburo.

No navio, Tako vê com alegria o gorilão Kong, mas aí o gorilão acorda e ataca a todos e vai ao Japão aterrorizando a vida dos japoneses.

No clímax, King Kong encontra o Godzilla e começa a luta do terminando com os dois monstros caindo na água. Kong sobrevive, mas ninguém sabe o que houve com Godzilla. Finalmente, Kong volta para sua Faro Island.

Versão ocidental[editar | editar código-fonte]

Quase todas as cenas cômicas do filme foram excluídas da versão ocidental lançada pela Universal International. O produtor John Beck cortou cenas do original japonês e no lugar delas adicionou filmagens com atores americanos interpretando repórteres comentando sobre a ação. Até a música de Akira Ifukube deu lugar à trilha de filmes da Universal.

Alterações:

  • música de Akira Ifukube trocada por trilha de filmes da Universal.
  • cortada: cena da festa de despedida para Sakurai e Farue.
  • cortada: cena com Sakurai tocando percussão nas gravações de comerciais. Posteriormente, Farue lhe diz que ele está a caminho da Faro Island.
  • cortada: maior parte cômica.
  • cortada: cena em que jornais mostram os ataques de Godzilla.

Dados e projetos seguintes[editar | editar código-fonte]

O diretor Ishiro Honda queria usar animação stop-motion em vez de bonecos de vestir usados em seus filmes. No entanto, o orçamento descartou o uso de stop-motion. Ainda assim, Honda usou stop-motion na cena em que Oodako pega o aldeão e o joga no ar, e na outra em que Godzilla pula pra cima do Kong.

Devido ao estrondoso sucesso de bilheteria do filme, a Toho quis fazer a continuação. Essa continuação se chamava Continuação: King Kong X Godzilla. No entanto o projeto não chegou a sair do papel devido a problemas de licenciamento com a Turner International já que esta detém os direitos do filme original de 1933.

Em 1991, a Toho quis produzir o filme da série Heisei chamado Godzilla X Mechani-Kong usando o clone mecânico de King Kong. Porém, o filme foi cancelado porque por "Mechani-Kong se assemelhar demais ao King Kong". No final, o filme acabou conhecido como Godzilla vs. King Ghidorah.

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