Linguagem de marcação

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Linguagem de marcação, ou Markup, é um sistema moderno para anotação de um texto de modo que ele seja sintaticamente distinguível. A ideia e terminologia evoluíram da “marcação” de manuscritos, isto é, das instruções de revisão pelos editores, tradicionalmente escritas com caneta azul nos manuscritos dos autores. Exemplos são instruções de definição de tipo tais como aquelas encontradas em troff e LaTeX, e marcadores estruturais tais como etiquetas XML. A marcação normalmente é omitida da versão do texto que é mostrada para o usuário. Algumas linguagens de marcação, tal como HTML, possuem semântica de apresentação, o que significa que sua especificação prescreve como o dado estruturado será mostrado, porém outras linguagens de marcação, tal como XML, não possui semântica predefinida.

Em informática, uma linguagem de marcação é um conjunto de códigos aplicados a um texto ou a dados, com o fim de adicionar informações particulares sobre esse texto ou dado, ou sobre trechos específicos.

Linguagens de marcação são usadas, por exemplo, na indústria editorial para marcar a formatação (exibição gráfica) de páginas. Se o código de marcação for padronizado, ou puder ser processado por um programa de computador, garante-se o intercâmbio de uma publicação complexa entre autores, editores e impressoras. Uma linguagem de marcação amplamente usada para texto é a HTML, mas que vem perdendo espaço para a sua evolução, o XHTML por conta desta ser mais eficiente para separação entre a estrutura e o conteúdo de uma página de forma mais organizada e eficiente.

Já a marcação de dados, conceito recente, envolve a codificação simples de seqüências de dados em um arquivo de computador no formato texto-puro, ou seja, capaz de ser lido tanto por pessoas quanto por máquinas. Para esse fim, a linguagem mais utilizada atualmente é a XML e suas variantes.

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