Me Beija

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde janeiro de 2014). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Me Beija
Álbum de estúdio de Gil
Lançamento 21 de outubro de 2001[1]
Gênero(s) Axé
Formato(s) CD
Gravadora(s) Universal Music
Opiniões da crítica

O parâmetro das opiniões da crítica não é mais utilizado. Por favor, mova todas as avaliações para uma secção própria no artigo. Veja como corrigir opiniões da crítica na caixa de informação.

Cronologia de Gil
Último
Último
Movimento
(2002)
Próximo
Próximo
Singles de Gil
  1. "Maionese"
    Lançamento: 17 de novembro de 2001
  2. "Levada da Breca"
    Lançamento: 3 de fevereiro de 2002
  3. "Rumbia de La Passion"
    Lançamento: 6 de maio de 2002
  4. "Me Beija"
    Lançamento: 10 de agosto de 2002

Me Beija é o primeiro álbum da cantora brasileira Gil, lançado pela Universal Music. O álbum, que estourou com o sucesso "Maionese", chegou a vender cerca de 450 mil cópias.

Recepção e crítica[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg A história é conhecida. Gil, ex-vocalista da Banda Beijo, tenta dar o pulo do gato que Daniela Mercury, Ivete Sangalo e, mais recentemente, Carla Visi deram (com maior ou menor sucesso, dependendo do caso). Isso implica deixar para trás o som dos trios elétricos e lançar mão de um ecletismo maior, uma maior aproximação com o pop. Em termos de peso musical, viu-se que em grande parte dos casos, a troca foi do seis pelo meia-dúzia. Banal à frente da Beijo - ainda que, reconheçamos, eficaz na animação do povo no Carnaval - em sua aventura solo Gil não logrou a escapada rumo à dita "seriedade" musical. Mas talvez nem tenha sido este o plano da cantora, já que, entre todas as citadas, ela foi quem menos fez questão de dissociar-se de seu passado de cantora de Carnaval. Portanto, o disco pode ser visto como uma aposta segura que fica no meio-termo: quer agradar o público da Beijo, mas fica de olho grande no mercadão popularesco-romântico. Dá certo, mas apenas marginalmente. Surpreende no álbum uma marcante influência latina. A infame faixa de trabalho, Maionese, é versão de um sucesso uruguaio (!). Além disso, há mais latinidad em canções como Fazer o Quê? (que dilui a baianidade de Gil em insinuações calientes), Intriga, o semi-bolero A Despedida e na descarada Rumba de La Pasion - de, incrível, Zeca Baleiro! Nota-se uma cantora mais à vontade nos números "pra pular"; a faixa-título (um frevo'n'roll) e Levada da Breca, animadinhas, confirmam essa hipótese. No quesito diversificação recaem os maiores pecados do disco. A versão de Deus (Apareça na Televisão) (do Kid Abelha) fica pop e estranhamente agradável, mas banal. Menos perdoável é a (má) MPB edulcorada de A Sombra da Partida Cquote2.svg
Marco Antonio Barbosa, do Cliquemusic da UOL, sobre o álbum[2]

Faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Fazer o que?"   Rodolfo Barreira, Vrs. Paulo Sérgio Valle  
2. "Deu Piti"   Anderson Cunha, Kinó Fiais  
3. "Deus (apareça na televisão)"   George Israel, Sérgio Dias, Paula Toller  
4. "Rumbia de La Passion"   Zeca Baleiro  
5. "A Despedida"   Claudio Rabello, Ivan Lins  
6. "Me Beija"   Paulinho Levi, Luiz Wanderley  
7. "Estou Completamente Apaixonada"   Mauro Motta, Raulzito  
8. "Maionese"   Claudio Rabello, Jasa, Britos, Caceres  
9. "A Sombra da Partida"   Bernardo Vilhena, Luiz Paulo Simas, Ritchie  
10. "Feliz à Beça / Quero Voltar Pra Bahia"   Guga Cavalcanti, Odibar, Paulo Diniz, Beto Valle  
11. "Intriga"   Dibell  
12. "Levada da Breca"   Anderson Cunha  

Singles[editar | editar código-fonte]

  • Maionese
  • Levada da Breca
  • Rumbia de La Passion
  • Me Beija

Videoclipes[editar | editar código-fonte]

  • Maionese

Referências