Universal Music Group
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| Universal Music Group | |
|---|---|
| Tipo | Subsidiária da Vivendi |
| Fundação | 1934 (com o nome de Decca Records USA) 1990 (formação da MCA Music Group) 1996 (primeira "encarnação" da UMG) 1998 (segunda "encarnação" da UMG) |
| Sede | Santa Mônica, CA |
| Pessoa(s) chave | Doug Morris e Lucian Grainge (Presidentes) |
| Produtos | Música entretenimento |
| Website | Site Oficial |
A Universal Music Group (UMG), antigamente MCA Music Entertainment, é maior gravadora da indústria da música, com um share de 25,5% no mercado, entrando para o grupo das quatro maiores gravadoras do mundo. Sua dona é a Vivendi Universal. Seu catálogo inclui alguns dos maiores artistas da atualidade como Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Bon Jovi, Aerosmith, Mariah Carey, Eminem, t.A.T.u., Rihanna, The Cure, Gwen Stefani, Limp Bizkit, U2, Miyavi. Seus selos compreendem outros grandes artistas como Fall Out Boy, Elvis Costello, ABBA Panic at the Disco e Blink-182.
Possui filiais no Brasil e em Portugal, com vasto catálogo de artistas desses países.
Índice |
[editar] Universal Music Brasil
A história da Universal Music no Brasil está intimamente ligada à história da Música Popular Brasileira. Quando a Philips iniciou suas atividades discográficas no Brasil, adquirindo a Companhia Brasileira de Discos (CBD), em 1958, já encontrou por aqui uma empresa pioneira, com 13 anos de existência.
As origens da CBD remontam ao ano de 1945, quando foi fundada a Sociedade Interamericana de Representações (Sinter), responsável pelo lançamento do primeiro long-playing fabricado no Brasil. Dos choros gravados pela pianista Carolina Cardoso de Menezes aos discos da Velha Guarda da Portela - com Pixinguinha (sax-tenor), Donga (violão) e João da Baiana (pandeiro) -, a gravadora já tinha particular interesse pela produção de música popular brasileira.
[editar] Anos 50 e 60
Em 1955, a Sinter passa a chamar-se CBD. No ano seguinte, inicia a fabricação de discos de 12 polegadas e, em 1957, é pioneira, mais uma vez, lançando no país o disco estereofônico. Os primeiros discos com selo Philips começam a aparecer em 1959, em plena Bossa Nova, trazendo a nata dos músicos da época. Baden Powell, Carlos Lyra, Silvia Telles, Aracy de Almeida, Lúcio Alves e Vinicius de Moraes, fazendo sua estréia como cantor, entre outros, integram a relíquia musical que hoje faz parte do catálogo da gravadora.
A partir da década de 1960, a companhia e seus artistas passam a ser protagonistas da arte musical brasileira. Com a compra da gravadora Elenco, a companhia traz definitivamente para seu acervo artistas como Tom Jobim, Roberto Menescal, Nara Leão, MPB-4 e Quarteto em Cy. Depois de registrar a Bossa Nova, o selo Philips viu nascer a era dos festivais de música popular brasileira e gravou com exclusividade o movimento Tropicalista e os artistas reconhecidos por fazerem música de protesto. Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Jair Rodrigues, Gilberto Gil, Nara Leão, Edu Lobo e muitos outros, que formavam a linha de frente da MPB, têm sua história musical no arquivo da hoje Universal Music.
[editar] Anos 70 e 80
A Companhia Brasileira de Discos (CBD) passa a chamar-se, em abril de 1971, CBD-Phonogram. Antecipando tendências, promove o Phono 73, evento de três dias, mostrando todas as correntes da música brasileira representadas no seu cast, que abrangia praticamente 80% dos artistas da MPB. O Phono 73 entrou para a história não só pelo dueto inesperado de seu artista mais elitizado - Caetano Veloso - com o popular Odair José, mas, principalmente, pela também inesperada visita da Censura Federal, que cortou os microfones durante a primeira audição da música "Cálice", de Gilberto Gil e Chico Buarque, cantada por seus autores.
Em 1978, a CBD-Phonogram alterou sua razão social para Polygram Discos Ltda. Nessa época, muda também o panorama sonoro brasileiro, com a consolidação da MPB. Os anos 70 trazem no seu final a Geração Maldita e o movimento Black Rio. O estouro do rock criado no Brasil, a valorização do choro, da música instrumental e a reabilitação do samba vieram com a música dos anos 80 e, como sempre aconteceu nestes 45 anos, parte fundamental da história musical brasileira está contada e registrada em gravações desta companhia. Em 1985, a empresa teve seu nome finalmente alterado para Polygram do Brasil Ltda.
[editar] Anos 90 e 2000
Nos anos 90, a Polygram passa a contribuir, cada vez mais, com a consagração de seus artistas, com lançamentos que ultrapassam um milhão de cópias vendidas. Padre Marcelo Rossi, por exemplo, entrou para o Guiness Book, como o disco mais vendido do mundo, com mais de três milhões e duzentas mil cópias de seu primeiro álbum, em três meses de lançamento.
Em 1997, com a compra da Polygram do Brasil Ltda, pela empresa canadense Seagram, que detém os direitos da gravadora Universal Music, a empresa passa a se chamar definitivamente Universal Music Group.
Em 2000, a Seagram, alia-se à maior rede de entretenimento européia, a Vivendi, e formam juntos a maior empresa de entretenimento do mundo, com gravadora, parques temáticos, estúdios de cinema e canais de televisão.
Desde 1994, a Polygram do Brasil Ltda, hoje Universal Music Brasil, é líder do mercado fonográfico, ficando em segundo lugar apenas nos anos de 2005 e 2006 devido à fusão de duas outras multinacionais, a Sony Music e a BMG. Em 2007, a Universal retomou seu posto de líder no mercado brasileiro.
Ao longo de suas diversas denominações, a Universal sempre manteve presença marcante no mercado brasileiro através do pioneirismo artístico e tecnológico. Ao lançar valores, criar e identificar tendências e contribuir para a ampliação dos horizontes da cultura musical nacional, a Universal Music do Brasil se diferencia por ter entendido em profundidade a importância do repertório de origem nacional para seus artistas. Sete em cada dez discos vendidos no Brasil contêm repertório nacional, contra três de conteúdo internacional - uma das taxas mais altas do mundo.
Mais do que uma dimensão empresarial, estas características conferiram à Universal Music Group uma dimensão histórica e fizeram da empresa um raro caso de vitalidade cultural na indústria fonográfica.
[editar] Artistas
[editar] Internacionais
- +44
- 3 Doors Down
- 50 Cent
- ABBA
- A-ha
- Alex Cohen
- Alter Bridge
- Amy Winehouse
- Anastacia
- Anna Netrebko
- André Rieu
- Andrea Bocelli
- Ashlee Simpson
- Audioslave
- Beck
- Björk
- Black Eyed Peas
- Blink-182
- Bon Jovi
- Brava
- Bryan Adams
- Cheap Rum
- Counting Crows
- Colbie Caillat
- Demi Lovato
- Diana Krall
- Donavon Frankenreiter
- Dulce María
- Eagle-Eye Cherry
- Elton John
- Elvis Costello
- Eminem
- Emmanuel
- Enrique Iglesias
- Era
- Espen Lind
- Fall Out Boy
- Gloria Estefan
- Godsmack
- Gori
- Gwen Stefani
- Hilary Duff
- Ja Rule
- Jack Johnson
- Jamie Cullum
- Jay Z
- JoJo
- Jonas Brothers
- Juanes
- Katie Melua
- Keane
- Kerli
- Lady GaGa
- Leighton Meester
- Limp Bizkit
- Lionel Richie
- Live
- Mariah Carey
- Marilyn Manson
- Mark Knopfler
- Mary J. Blige
- Metallica
- Miley Cyrus
- Miyavi
- Morten Harket
- Nelly
- Nelly Furtado
- New Found Glory
- No Doubt
- Orishas
- Papa Roach
- Pixie Lott
- Puddle of Mudd
- Queens of the Stone Age
- Rise Against
- Rihanna
- Scissor Sisters
- Shaggy
- Shania Twain
- Simply Red
- Smash Mouth
- Sonic Youth
- Stevie Wonder
- Sting
- Sum 41
- Tarja Turunen
- t.A.T.u.
- The Cranberries
- The Mars Volta
- The Killers
- The Pussycat Dolls
- Tokio Hotel
- U2
- Vanessa Hudgens
- Weezer
[editar] Brasileiros
- Andre Matos
- Angélica
- Babado Novo
- Banda do Casaco
- Cazuza
- Caetano Veloso
- Cândida Branca Flor
- César Menotti e Fabiano
- Cláudia Leitte
- Chitãozinho & Xororó
- Davi Moraes
- Denis e Digão
- Engenheiros do Hawaii
- Fake Number
- Fernando & Sorocaba
- Forfun
- Fresno
- Gloria
- Helião e Negra Li
- Ivete Sangalo
- Isabella Taviani
- Jeito Moleque
- Jorge Ben Jor
- Juliana Diniz
- Kid Abelha
- Luciana Mello
- Marjorie Estiano
- Nando Reis
- Ney Matogrosso
- Negra Li
- NX Zero
- Pedro Camargo Mariano
- Raça Negra
- Radio Taxi
- Rionegro & Solimões
- Rapazolla
- Rosana
- Sandy & Junior
- Tonicha
- Tradição
- Tulio Dek
- Vanguart
- Zeca Pagodinho
- Zélia Duncan
[editar] Executivos
- José Eboli (Presidente)
- Ana Fonseca (Vice-Presidente de Business Affairs)
- Marcia Santos (Diretora de Marketing)

