Política da África

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Maio de 2014).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Egito Sudão Eritreia Etiópia Djibouti Somália Quénia Uganda Ruanda Burundi Tanzânia Moçambique Malawi Madagáscar Suazilândia Lesoto África do Sul Zimbabué Botswana Namíbia Angola Zâmbia República Democrática do Congo República do Congo Gabão São Tomé e Príncipe Guiné Equatorial Camarões República Centro-Africana Chade Nigéria Níger Burkina Faso Benim Togo Gana Costa do Marfim Libéria Serra Leoa Guiné Guiné-Bissau Senegal Gâmbia Mauritânia Mali Saara Ocidental Marrocos Argélia Tunísia Líbia Oriente Médio Mar Mediterrâneo Oceano Índico Mar Vermelho Oceano Atlântico Estreito dr Gibraltar
Mapa político da África (passe o mouse para ver o nome, clique na área para abrir o artigo.)


Apesar de existirem na África no momento atual muitos conflitos de caráter político, como o do Sudão, e muitas situações irregulares, como a de Angola ou do Zimbabué, pode-se dizer que a maioria dos países do continente possuem governos democraticamente eleitos. As únicas exceções neste momento são a Somália, que não tem sequer um estado organizado e o Saara Ocidental, ocupado por Marrocos.

No entanto, é frequente que as eleições sejam consideradas sujas por fraude eleitoral, tanto internamente, como pela comunidade internacional. Por outro lado, ainda subsistem situações em que o presidente ou o partido governamental se encontram no poder há dezenas de anos, como são os casos da Angola e do Zimbabué.

Em geral, os governos africanos são repúblicas presidencialistas, com exceção de três monarquias existentes no continente: Marrocos, Lesoto e Suazilândia. O número de países com democracia parlamentarista, como Cabo Verde e Maurícia, tende a aumentar.

A África é um continente reconhecido pela sua diversidade, desde os aspectos naturais até as características históricas e sociais. Dividido em 55 países, seu território é cortado por quatro linhas imaginárias: três paralelos principais (Trópico de Câncer, Equador e Trópico de Capricórnio) e o Meridiano de Greenwich. A linha do Equador atravessa a África aproximadamente na sua porção central, provocando a distribuição das terras nos hemisférios norte e sul. Como o Meridiano de Greenwich está localizado bem próximo da porção oeste do seu território, o continente africano tem uma pequena parte localizada no hemisfério ocidental, e a maioria de suas terras localizadas no hemisfério oriental.

O continente possui grande notoriedade por conta da presença das savanas, um tipo de vegetação dispersa, composta por árvores de médio porte e campos naturais. As savanas compreendem uma área capaz de oferecer condições de sobrevivência para uma série de mamíferos de grande porte como leões, girafas, rinocerontes e tantos outros. Na região equatorial ocorre a Floresta do Congo, formada por uma mata densa, de grande porte e com enorme biodiversidade, muito semelhante à Floresta Amazônica.

Se por um lado existem as savanas e a floresta equatorial, há também no continente extensas áreas desérticas, em destaque o Deserto do Saara, o Deserto da Namíbia e o Deserto do Kalahari. Local de povos nômades que se estabelecem ao longo dos oásis, os desertos possuem temperaturas que variam muito ao longo de um dia, podendo chegar a mais de 50°C no período de insolação e temperaturas abaixo de zero durante a madrugada. Por ser um recurso tão raro, a água é uma dádiva em áreas secas, e a presença de rios perenes, aqueles que não secam em nenhum período do ano, contribui para a fixação de população nas regiões desérticas. Nesse sentido, o rio Nilo pode ser considerado o melhor exemplo, atravessando as terras secas do Saara e ajudando na fertilização dos solos agrícolas.

Entre os rios importantes estão o Congo, de grande volume de água, o Níger, o Zambeze e o Orange. Como esses rios estão bastante espalhados pelo território africano, podemos dizer que a hidrografia do continente está mal distribuída, comprometendo o abastecimento de água de diversas localidades e agravando as tensões sociais. Entre esses problemas, podem ser citados a fome crônica, a mortalidade infantil e as disputas étnicas, que favorecem a manutenção do subdesenvolvimento socioeconômico por praticamente todo o continente. As jazidas de minerais e o potencial energético que a África apresenta não estão refletidos em desenvolvimento econômico que, quando ocorre, está fundamentado na concentração de riquezas e poder.

Ainda com relação aos seus aspectos naturais, o relevo da África é formado principalmente pelos planaltos. As planícies ocorrem em menor quantidade, sempre contornando o seu enorme litoral e acompanhando o curso de alguns dos seus maiores rios. Na porção leste estão concentradas as montanhas e vulcões, sendo exatamente o trecho que detém o ponto culminante da África, o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia, que apresenta 5.895 metros de altitude.  Outras duas cadeias montanhosas são a Cadeia Atlas, ao norte, e os Montes Drakensberg, no extremo sul do continente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre política, partidos políticos ou um político é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.