Preservativo feminino

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Preservativo feminino
Informação
Tipo Barreira
Primeiro uso 1990
Taxas de gravidez (ano)
Uso perfeito 8 %
Uso típico 26 %
Utilização
Reversibilidade Sim
Vantagens e desvantagens
Proteção contra DST Sim
Aumento de peso Não
Desvantagens na menstruação Não
Vantagens na menstruação Sim
Benefícios Sim, especialmente para quem tem alergia ao látex.
Riscos Não

O preservativo feminino (também conhecido como camisinha feminina no Brasil) é uma versão feminina do preservativo, um método contraceptivo de barreira. Como o preservativo masculino, a versão feminina também protege contra as DSTs. Foi inventada pelo médico dinamarquês Lasse Hershel, ao final dos anos 90.[1]

Este método contraceptivo consiste em um dispositivo de plástico, maior e mais largo que o preservativo masculino, que deve ser introduzido na vagina. Uma das extremidades, que é fechada, deve ser acomodada ao fundo da cavidade da vagina; a outra, aberta, fica do lado de fora do órgão genital feminino. Por conta do atrito, as camisinhas masculina e feminina não devem ser usadas ao mesmo tempo. Esses preservativos podem aderir um ao outro e se deslocar de onde devem permanecer durante o ato sexual.

A médica sul-africana Sonnet Ehlers, desenvolveu um preservativo feminino que pode ajudar mulheres vítimas de tentativa de estupro (preservativo feminino anti-violação).[2] [3]

Notas e referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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