Quarta Frota dos Estados Unidos

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Quarta Frota dos Estados Unidos
U.S. Fourth Fleet badge.jpg
País  Estados Unidos
Corporação Marinha dos Estados Unidos
Subordinação Comando Sul
Denominação Frota
Criação 1943-1950
2008 - Presente
Comando
Contra-almirante Victor G. Guillory
Área de atuação da Frotas dos Estados Unidos.

A Quarta Frota dos Estados Unidos (U.S. 4th Fleet) é uma divisão da Marinha dos Estados Unidos da América responsável por operações no Atlântico Sul, atuando como um componente do Comando do Sul e desde 1° de junho de 2009 comandada pelo contra-almirante Victor G. Guillory[1] . O Comando da Quarta Frota encontra-se na Base Naval de Mayport, em Jacksonville, Florida[2] e é responsável pela operação de cerca de 15 mil homens, e duas dúzias de navios, e aeronaves embarcadas da marinha americana atuantes no Caribe, América Central e do Sul.

História[editar | editar código-fonte]

A Quarta Frota foi estabelecida em 1943, durante a II Guerra Mundial, juntamente com outras frotas numeradas. Mais tarde, foi absorvida pela Segunda Frota e desmobilizada em 1950.

Em março de 1943, um destacamento aéreo da Quarta Frota foi transferido para a cidade de Natal, Rio Grande do Norte, a fim de realizar operações de patrulhamento no Atlântico Sul.

Em abril de 2008, foi anunciado o retorno das operações da Quarta Frota.[2] Embora o governo americano tenha argumentado que a iniciativa não amplie presença naval americana na área[3] e o objetivo seja para colaborar com o combate ao narcotráfico, vigilância e monitoramento das novas reservas de petróleo do pré-sal brasileiro, interações militares e treinamento bilateral e multinacional,[2] o anúncio gerou inquietação entre lideranças da América Latina.[4] [5] Os governos da Argentina e do Brasil, fizeram inquéritos formais quanto à missão da frota na região. Na Venezuela, Hugo Chávez acusou os Estados Unidos de tentarem amedrontar o povo da América do Sul com a reativação da frota, e prometeu que os novos aviões Sukhoi Su-30 de seu país poderiam afundar quaisquer navios norte-americanos invadindo águas venezuelanas. O ex-presidente cubano Fidel Castro advertiu que poderiam ocorrer mais incidentes, tais como a intervenção colombiana no Equador.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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