Quinto Fábio Máximo Eburno

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Quinto Fábio Máximo Eburno (em latim, Quintus Fabius Maximus Eburnus) foi um político e cônsul da República Romana, pertencente à gens Fabia, uma família de origem patrícia; era filho de Quinto Fábio Máximo Serviliano.

Máximo Eburno obteve o pretorado vencendo nas eleições com o máximo número de votos e obtendo o posto de pretor urbano em 118 a.C. Nesta condição presidiu o juízo de Caio Papírio Carbão acusado de traição por Lúcio Crasso.[1]

Obteve o consulado em 116 a.C. com Caio Licínio Geta como colega senior. Eburno era conhecido em Roma pelo selvagismo do qual fazia gala com a sua família, tanto que assassinou o seu filho por "imoralidade" (ao ser o paterfamilias, tinha direito a retaliar ou assassinar qualquer membro da sua família, embora quase nunca se fazia). Por isso foi repudiado pela sociedade romana e acusado por Cneu Pompeu Estrabão de se exceder dos limites da sua patria potestas. Máximo Eburno foi condenado ao exílio, provavelmente em Nocera Umbrica.[2] [3] [4]

Referências

  1. Cícero, Sobre o orador, 1, 26.
  2. Cícero, Em defesa de Balbo, 11
  3. Valério Máximo, Fatos e ditos memoráveis, 4, 1 § 5.
  4. Orósio, Histórias, 5, 16.
Precedido por:
Lúcio Cecílio Metelo Diademato e
Quinto Múcio Cévola, o Áugure
Cônsul da República Romana
com Caio Licínio Geta

116 a.C.
Sucedido por:
Marco Emílio Escauro e
Marco Cecílio Metelo|}