Quinto Fábio Máximo Eburno
Quinto Fábio Máximo Eburno (em latim, Quintus Fabius Maximus Eburnus) foi um político e cônsul da República Romana, pertencente à gens Fabia, uma família de origem patrícia; era filho de Quinto Fábio Máximo Serviliano.
Máximo Eburno obteve o pretorado vencendo nas eleições com o máximo número de votos e obtendo o posto de pretor urbano em 118 a.C. Nesta condição presidiu o juízo de Caio Papírio Carbão acusado de traição por Lúcio Crasso.1
Obteve o consulado em 116 a.C. com Caio Licínio Geta como colega senior. Eburno era conhecido em Roma pelo selvagismo do qual fazia gala com a sua família, tanto que assassinou o seu filho por "imoralidade" (ao ser o paterfamilias, tinha direito a retaliar ou assassinar qualquer membro da sua família, embora quase nunca se fazia). Por isso foi repudiado pela sociedade romana e acusado por Cneu Pompeu Estrabão de se exceder dos limites da sua patria potestas. Máximo Eburno foi condenado ao exílio, provavelmente em Nocera Umbrica.2 3 4
Referências
- Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em espanhol, cujo título é «Quinto Fabio Máximo Eburno».
| Precedido por: Lúcio Cecílio Metelo Diademato e Quinto Múcio Cévola, o Áugure |
Cônsul da República Romana com Caio Licínio Geta 116 a.C. |
Sucedido por: Marco Emílio Escauro e Marco Cecílio Metelo |