Seventeen Seconds

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Seventeen Seconds
Álbum de estúdio de The Cure
Lançamento abril de 1980
Gravação Morgan Studio One
Gênero(s) rock gótico
pós-punk
Duração 35:34
Gravadora(s) Fiction Records
Produção Mike Hedges e Robert Smith
Cronologia de The Cure
Último
Último
Three Imaginary Boys
(1979)
Boys Don't Cry
(1980)
Próximo
Próximo

Seventeen Seconds é o segundo álbum de estúdio da banda The Cure, lançado em 1980 pela Fiction Records. É o primeiro álbum da "trilogia" que ainda inclui Faith e Pornography. Por muito tempo, fãs e críticos apontavam esses três trabalhos como uma espécie de "trilogia negra" na carreira da banda, interrompida pela passagem de Robert Smith nos Siouxsie and the Banshees e posteriores experimentações eletrônicas e mais populares. Em 2002, o lançamento de Trilogy (formado por Pornography, Disintegration e Bloodflowers) descaracterizou essa trinca formalmente. Os álbuns são uma sequência do outro, obviamente por questões de lógica, já que não foram lançados em sequência, mas por questões temáticas e estéticas também.

Seventeen Seconds levou o The Cure a outros patamares, sendo chamados até de uma continuação do Joy Division. Comparações à parte, o álbum é minimalista ao extremo, arranjos simples e climas cinzentos como um dia de neve. A faixa "A Forest" tornou-se um clássico mundial até para os mais diversos estilos musicais. Contou com a produção de Robert Smith e Mike Hedges, e também com a participação de Chris Parry. O disco abre com a faixa instrumental "A Reflection", de pouco mais de dois minutos, e com poucos e repetitivos acordes menores. Neste álbum, o acompanhamento sutil dos teclados, em arranjos de estrutura minimalista, contribui na construção de uma atmosfera sombria e depressiva.

Sobre este disco Smith chegou, sem modéstia, a declarar: "Durante Seventeen Seconds, nós honestamente sentíamos que estávamos criando algo que ninguém mais tinha feito, Sobre esse ponto eu imaginava que todo álbum criado era como se fosse o último álbum do Cure. Dessa forma considero Seventeen Seconds único, realmente um genuína conquista do grupo".

Apesar de seguir um rumo diferente do primeiro disco, o álbum contou com uma boa recepção por parte da crítica e também dos fãs, alcançando a vigésima posição na parada britânica. A exceção a esta aceitação seriam os Estados Unidos, que torceram o nariz para a fase "obscura" do The Cure.

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
allmusic 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg [1]
Pitchfork Media 7.5 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svgStar empty.svg [2]
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Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções por Smith, Gallup, Hartley e Tolhurst.

Lançamento original[editar | editar código-fonte]

  1. "A Reflection" (instrumental) - 2:09
  2. "Play for Today" - 3:39
  3. "Secrets" - 3:19
  4. "In Your House" - 4:06
  5. "Three" - 2:36
  6. "The Final Sound" (instrumental) - 0:52
  7. "A Forest" - 5:55
  8. "M" - 3:03
  9. "At Night" - 5:54
  10. "Seventeen Seconds" - 4:01

Relançamento de 2005[editar | editar código-fonte]

Disco um

Álbum original, como acima.

Disco dois
  1. "I'm a Cult Hero" (compacto em vinil por Cult Hero)
  2. "I Dig You" (compacto em vinil por Cult Hero)
  3. "Another Journey by Train" (faixa demonstrativa instrumental)
  4. "Secrets" (faixa demonstrativa instrumental)
  5. "Seventeen Seconds" (ao vivo)
  6. "In Your House" (ao vivo)
  7. "Three" (remixagem de estúdio)
  8. "I Dig You" (ao vivo por Cult Hero)
  9. "I'm a Cult Hero" (ao vivo por Cult Hero)
  10. "M" (ao vivo)
  11. "The Final Sound" (ao vivo)
  12. "A Reflection" (ao vivo)
  13. "Play for Today" (ao vivo)
  14. "At Night" (ao vivo)
  15. "A Forest" (ao vivo)

Integrantes[editar | editar código-fonte]

A banda[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

  • Produtores - Robert Smith e Mike Hedges
  • Co-produtores - Chris Parry, Simon Gallup, Laurence Tolhurst e Matthieu Hartley
  • Engenheiros de som - Mike Hedges e David Kemp
  • Assistentes de engenharia - Martyn Webster

Referências

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