Tainha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Como ler uma caixa taxonómicaTainha
Mugil cephalus.

Mugil cephalus.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Mugiliformes
Família: Mugilidae
Géneros
Agonostomus

Aldrichetta
Cestraeus
Cahaenomugil
Chelon
Crenimugil
Joturus
Liza
Moolgarda
Mugil
Myxus
Neomyxus
Oedalechilus
Rhinomugil
Sicamugil
Valaomugil
Xenomugil

Tainha (a grafia "taínha" é errada, embora frequente) é a designação vulgar de vários peixes da família dos mugilídeos. A maior parte das espécies pertence ao gênero Mugil, mas a designação estende-se a outros géneros (e mesmo a algumas espécies da ordem dos Perciformes). Distribuem-se por todo o mundo, ocupando águas costeiras temperadas ou tropicais, existindo algumas espécies que vivem também em água doce. É um peixe largamente utilizado na alimentação humana: por exemplo, desde o Império Romano que faz parte da dieta mediterrânica-europeia. A família dos Mugilidae inclui cerca de 80 espécies divididas por 17 géneros. Muitas das espécies são ainda conhecidas pelos nomes de curimã, curumã, tapiara, targana, cambira[1] , muge, mugem, fataça etc.

Taxonomicamente, os mugilídeos constituem o único membro da ordem dos mugiliformes mas existem algumas discordâncias entre alguns sistemas de classificação. A presença de espinhos nas barbatanas parece indicar aproximação à superordem dos Acanthopterygii, pelo que William A. Gosline os classificou, na década de 1960 como Perciformes. Outros autores incluem-nos, ainda, nos Atheriniformes.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Tainha" originou-se do termo grego tagenías, que significa "bom para frigir"[1] . "Curimã" e "curumã" originaram-se do termo tupi ku'rema[2] .

Algumas espécies[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 641
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.512

Ligações externas[editar | editar código-fonte]