Testamento político de Adolf Hitler

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O testamento político de Adolf Hitler são quatro documentos que foram denominados de testamento de Adolf Hitler.

Em 29 de dezembro de 1945, em Nuremberg, foi divulgada a existência de vários documentos secretos em uma casa de campo, situada em Tegernsee, a 48 km ao sul de Munique, nas vizinhanças da residência do general Lucian Truscott (Comandante do Terceiro Exército dos Estados Unidos).

Os testamentos foram considerados na época como prova definitiva da morte de Hitler, uma vez que seu corpo foi queimado em seu bunker e o local foi tomado pela tropas soviéticas, que dificultaram as investigações, causando dúvidas sobre a certeza de sua morte.

A descoberta foi feita por britânicos da contra-espionagem e norte-americanos. Os documentos estavam datados em 29 de abril de 1945, data de pouco antes do colapso da resistência alemã, e contava com testemunhos de Joseph Goebbels, ex-Ministro da Propaganda do Reich, do líder da Parteikanzlei Martin Bormann, do ex-representante de Heinrich Himmler na Tchecoslováquia, Hans Krebs, e de Wilhelm Burgdorf.

No mesmo local foi encontrado o original do contrato de casamento de Hitler com Eva Braun, testemunhado por Martin Bormann e Goebbels. Outro documento descoberto, além do chamado testamento político de Hitler, foi o seu testamento particular, dispondo de sua fortuna pessoal que tem como testemunhas Martin Bormann, Joseph Goebbels e Nicolaus von Below, ajudante de Martin Bormann.

Hitler apontou as seguintes pessoas para o novo gabinete e como líderes da nação:[1]

Referências

  1. Ian Kershaw: Hitler. 1936–1945. Stuttgart 2000, p. 1057