A Ilha (2005)

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The Island
A Ilha (PT/BR)
 Estados Unidos
2005 •  cor •  136 min 
Direção Michael Bay
Produção
Roteiro Caspian Tredwell-Owen
Alex Kurtzman
Roberto Orci
História Caspian Tredwell-Owen
Elenco
Gênero Predefinição:Planlist
Música Steve Jablonsky
Cinematografia Mauro Fiore
Edição
Distribuição DreamWorks Pictures
(Estados Unidos)
Warner Bros. Pictures
(Internacional)
Idioma Inglês
Orçamento US$ 126 milhões
Receita US$ 162.9 milhões
Página no IMDb (em inglês)

The Island (no Brasil e em Portugal, A Ilha) é um filme americano de ação, drama e ficção científica de 2005 dirigido por Michael Bay e estrelado por Ewan McGregor e Scarlett Johansson. O longa foi lançado originalmente no dia 22 de julho de 2005 e foi indicado para três prêmios, incluindo o Teen Choice Award.

O filme teve um orçamento de U$S 126 milhões para ser produzido e gerou uma receita de US$ 36 milhões nos Estados Unidos, porém ele ganhou mais US$ 127 milhões de dólares quando foi exibido no exterior. O filme faturou um total de US$ 162.9 milhões em bilheteria no mundo inteiro. A trilha sonora original do fime foi composta por Steve Jablonsky, que viria a participar de outros trabalhos de Bay. Este foi o primeiro filme dirigido por Bay que não foi produzido por Jerry Bruckheimer.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O filme se passa no ano 2019 e retrata um grande complexo muito regrado nos Estados Unidos. Todos os seus moradores vivem lá na desculpa dos administradores de serem os únicos que sobreviveram a um ataque de um vírus mortal que dizimou toda a Terra. O único lugar no planeta onde esse vírus não chega é um local paradisíaco chamado de A Ilha, e as vezes um morador ganha a "loteria" e vai para essa ilha como prêmio. É quando o ingênuo Lincoln Six-Echo (Ewan McGregor), após se despedir de um amigo que foi mandado para a ilha, segue um estranho espécime (uma borboleta) e descobre a parte secreta do complexo. Lá ele vê uma cena chocante: os médicos do complexo matam o seu amigo tirando partes do seu corpo.

Quando Jordan Two-Delta (Scarlett Johansson), ganha a loteria, ele faz uma corrida contra o tempo para salvá-la. Após levá-la dos tiranos médicos, ele encontra novamente a borboleta e consegue se ver fora do complexo. Aos poucos, com a ajuda de uns e outros, descobre que os moradores do complexo são, na verdade, clones idênticos de pessoas que vivem fora da Ilha. Pessoas que podem pagar para ter um corpo reserva se precisarem de uma parte dele. E a tal ilha não existe, era uma desculpa para serem levados pelos médicos e serem mortos quando o seu eu verdadeiro requisitasse.

Então Lincoln Six-Echo e Jordan Two-Delta saem pelo mundo desconhecido e ao contrário do que eles pensavam, habitado. Jordan então descobre que foi mandada para a ilha por causa de uma doença contraída por sua eu verdadeira, uma famosa atriz de cinema; e Lincoln descobre seu eu verdadeiro, um projetista famoso, rico e fútil, que sofre de cirrose hepática. Aí começa sua jornada para salvar os clones desta enrascada idealizada e administrada principalmente pelo inescrupuloso Dr. Merrick (Sean Bean).

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Filmagens[editar | editar código-fonte]

Os edifícios em ruínas, onde Jordan e Lincoln dormem logo depois de abandonar as câmaras subterrâneas, estão localizados em Rhyolite, Nevada. As cenas do filme que decorreram nas cidades foram filmadas em Detroit, Michigan, sendo que a Estação Central de Michigan foi o locais mais notáveis da produção[1]. Outras partes do filme foram filmadas no Vale Coachella, Califórnia.[2]

Produtos[editar | editar código-fonte]

O computador no escritório do Dr. Mellick no Instituto, que possuia uma tela grande e mesa touchscreen capaz de detectar várias formas de entrada, foi alvo de rumores de ser uma grande versão do Microsoft PixelSense. O projeto foi realmente proposto por um assessor de tecnologia do MIT, que apontou para a produção de uma visão crível de tecnologia futurista.[3]

Nível de precisão científica[editar | editar código-fonte]

Em relação às suposições do filme, o acerto é considerado médio,[4] sendo possível que em 2019 se consiga a clonagem terapêutica. Está muito distante, contudo, a possibilidade de clonagem reprodutiva (produzir um ser humano completo geneticamente igual a outro).[4]

De acordo com Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética, "as técnicas de clonagem reprodutiva ainda são muito ineficientes. Para gerar a ovelha Dolly foram necessários 277 embriões, e ela nasceu cheia de problemas".[4]

Referências

  1. Citação vazia (ajuda) 
  2. «Palm Springs». www.visitpalmsprings.com. Consultado em 19 de outubro de 2016 
  3. «Correction: "The Island" did NOT feature a Surface». istartedsomething (em inglês). 20 de junho de 2007 
  4. a b c Revista Galileu, nº 211, fevereiro de 2009, p. 48

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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