Aeroporto de Imperatriz

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Imperatriz
Aeroporto
Aeroporto Prefeito Renato Moreira
IATA: IMP - ICAO: SBIZ
Características
Tipo Público
Administração Infraero
Serve Região de Imperatriz
Localização Brasil Imperatriz, MA
Inauguração 3 de novembro de 1981 (35 anos)
Coordenadas 5° 31' 50" S 47° 27' 30" O
Altitude 131 m (430 ft)
Movimento de 2015
Passageiros 157 633 passageiros
Carga 569 267 Kg
Aéreo 2 793 decolagens
Mapa
SBIZ está localizado em: Brasil
SBIZ
Localização do aeroporto no Brasil
Pistas
Cabeceira(s) Comprimento Superfície
07 / 25 1 798 m (5 899 ft) Asfalto
Notas
Dados do DECEA[1] e da ANAC[2]

O Aeroporto de Imperatriz - Prefeito Renato Moreira (Lei Ordinária nº 870/1998) (IATA: IMPICAO: SBIZ) localiza-se no município de Imperatriz, no estado do Maranhão. O aeroporto opera voos regionais e nacionais e tem capacidade para receber aviões de médio porte como Boeing 737, Fokker 100, Embraer 195 e Airbus A320.

História[editar | editar código-fonte]

No final da década de 30, a cidade de Imperatriz era atendida pelo transporte aéreo regular através de hidroaviões (Junker) operados pelo Syndicato Condor, que utilizou o rio Tocantins de 1939 a 1945. No final da Segunda Guerra Mundial, passou a ser utilizado um aeroporto na área onde hoje se localizam diversos órgãos públicos: Hospital Regional, Universidade Federal do Maranhão, FUNAI, Fundação Nacional de Saúde, Fórum, SENAC, Colégio Dorgival Pinheiro de Sousa, Colégio Graça Aranha e SENAI. A pista de pouso media 1 200m x 30m, coberta de terra e cascalho. O aeroporto apresentava risco permanente de interdição no período chuvoso, quando os voos regulares eram suspensos.[3]

Em março de 1955, começou a operar em Imperatriz a empresa Cruzeiro do Sul, utilizando aeronaves DC-3. Até dezembro de 1967, o aeroporto foi servido regularmente pela Real-Aerovias Brasil. Em janeiro de 1968, a Varig começou a operar no local, também com a aeronave DC-3, numa freqüência de dois voos semanais. Segundo estudos realizados a partir do final dos anos 60, era necessária a construção de um novo aeroporto, com capacidade de atendimento a aeronaves modernas e com melhores condições de infra-estrutura. Foi escolhida uma área situada a 5 km do centro da cidade. As obras do novo aeroporto foram executadas por administração direta da COMARA (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica), mediante encomenda e indenização do II COMAR (Comando Aéreo Regional), e concluídas em 25 de maio de 1973. É administrado pela Infraero desde 3 de novembro de 1980. Em 2000, o aeroporto recebeu seu nome em homenagem ao ex-prefeito Renato Cortez Moreira, assassinado durante seu mandato, em 1993.[4][3]

Companhias aéreas[editar | editar código-fonte]

Táxi aéreo[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Heringer Linhas Aéreas

Destinos [5][6][editar | editar código-fonte]

Companhias Destinos Aeronave (s)
Brasil Azul Linhas Aéreas São Luís, Recife(escala em São Luís) Embraer 195 / ATR-72
Brasil LATAM Airlines Brasil Brasília, Fortaleza, (escala em São Luís)São Luís, São Paulo (Guarulhos)(escala em São Luís e Fortaleza) Airbus A319 / A320

Companhias aéreas que já operaram no aeroporto [3][7][editar | editar código-fonte]

Características[8][3][editar | editar código-fonte]

  • Sítio Aeroportuário: 3.000.000 m²
  • Estacionamento: 212 vagas
  • Terminal de passageiros: 2.164 m²
  • Pista 07/25
Piso: ASPH
Resistência: 50/F/A/X/T
Dimensões: 1798 x 45 m
PAPI na cabeceira 07
  • Sistemas de aproximação por instrumentos: NDB e VOR
  • Capacidade do pátio de aeronaves: 6 posições para aeronaves de pequeno porte e 4 posições para aeronaves de médio porte;
  • Área do pátio de Aeronaves: 18.725,32 m²

Acidentes e incidentes[editar | editar código-fonte]

  • 18 de abril de 1984 - Um Embraer Bandeirante da VOTEC, de prefixo PT-GJZ colidiu no ar com outro Bandeirante da mesma empresa, de prefixo PT-GKL. O PT-GKL fez um pouso forçado no Rio Tocantins e dos seus 17 ocupantes, 16 sobreviveram. O PT-GJZ perdeu o motor esquerdo e parte da asa do mesmo lado, entrou em parafuso e caiu, matando todas as 18 pessoas a bordo.[9] Na época, era intenso o movimento de aeronaves de pequeno porte em Imperatriz. O aeroporto não possuía torre de controle e toda a coordenação dos tráfegos era feita precariamente pelos próprios pilotos. Somados a isso, um atraso de 20 minutos no voo do PP-GKL e as condições climáticas no período chuvoso foram fatores determinantes para o acidente[10]

Referências

  1. «Publicação Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER)» (PDF). Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). 2016. Consultado em 1 de outubro de 2016. Cópia arquivada (PDF) em 1 de outubro de 2016 
  2. «Dados Estatísticos» (XLSB). Agência Nacional de Aviação Civil. 2015. Consultado em 2 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2016 
  3. a b c d Infraero. «Histórico do Aeroporto de Imperatriz». Consultado em 11 de dezembro de 2016 
  4. Marcos Nogueira (23 de fevereiro de 1994). «Irmão de prefeito morto aponta corrupção». Folha de S. Paulo. Consultado em 11 de dezembro de 2016 
  5. «Planilhas HOTRAN». Anac. Consultado em 20 de outubro de 2015 
  6. «Consulta de voos». Infraero. Consultado em 20 de outubro de 2015 
  7. "Nordeste Varig" - Gente e Negócios
  8. Ais-met
  9. Descição do acidente - Aviation Safety Network (em inglês)
  10. SILVA, Carlos Ari César Germano da (2008). O rastro da bruxa: história da aviação comercial brasileira no séxulo XX através de seus acidentes: 1928-1996. Porto Alegre: EDIPUCRS. pp. 335–337. ISBN 978-85-7430-760-2 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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