Comunidade de startups

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Comunidade de Startups (em inglês: Startup Community), descreve uma região geográfica com alta densidade de empresas empreendedoras em tecnologia, startups, empresas recém-criadas a partir de ideias inovadoras, agrupamentos locais de empresas de tecnologia em estágio inicial.

Um ecossistema formado por diversas startups. Uma comunidade de startups bem sucedida se torna centro de grandes inovações que movem o crescimento da economia da região.

Conceito[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento de uma comunidade de startups exige muito tempo, anos de empreendimento, investimento e incentivo às pequenas empresas, tendo uma perspectiva de longo prazo. A inovação e a criatividade devem ser a base dos negócios numa comunidade deste tipo.

Para sobreviverem em comunidade as startups devem trabalhar em parcerias, cada uma deve se engajar em contribuir para o todo, se assim for, a comunidade sempre sairá ganhando, mesmo que algumas startups não se consolidem no mercado[1].

Os eventos dentro de uma comunidade são essenciais para engajar e conectar todos os membros da comunidade. A liderança dos empreendedores é fundamental para o crescimento de uma startup e nesses eventos eles também devem ser treinados e capacitados a fim das startups obterem um bom crescimento e expansão de negócio.

Startup Communities[editar | editar código-fonte]

Construir e manter uma comunidade de startup é tarefa realizada por empreendedores, governos locais, grandes empresas, instituições de ensino ou parcerias entre os exemplos citados. Mas o coração da comunidade são as startups, as comunidades então têm o papel de investir, incentivar e incubar estas empresas, oferecendo infraestrutura, treinamento e especialização para que elas obtenham sucesso.

O livro Startup Communities: Building an entrepreneurial ecossystem in your city, escrito por Bred Feld[2], diretor administrativo da Foundry Group[3], traz à tona a importância da existência das comunidades de startups em uma cidade, como elas podem alavancar a economia de mesmo em momentos de crise e como criar e manter um ecossistema de negócio forte.

O livro aborda o conceito que cada cidade no mundo um dia foi uma comunidade de startup[4], onde cada segmento se engajou da melhor forma de modo a conceber a cidade que existe hoje. O autor do livro aborda princípios e conceitos para obter uma comunidade de sucesso, contando histórias de comunidades que ele mesmo viu sendo formada.

A tarefa de investir nestas recém-criadas empresas exige alto risco[5], por isso se elas estiverem inseridas dentro do contexto de uma comunidade, o seu desenvolvimento fica mais seguro, pois o ecossistema se alimenta e se mantém em desenvolvimento mesmo que uma de suas partes venham a quebrar. Quando a comunidade já é conhecida no mercado, pelas empresas que surgiram dentro delas, surgem investimentos externos às empresas que formam estas comunidades, incentivando a vinda de novas startups gerando um ciclo de crescimento forte e saudável.

Comunidades[editar | editar código-fonte]

Existem milhares de comunidades espalhadas pelo mundo, ecossistemas de startups e de grandes empresas de tecnologia, algumas mais bem-sucedidas que outras, segue alguns exemplos:

Vale do Silício[editar | editar código-fonte]

A mais famosa comunidade de startups é sem dúvida a do Vale do Silício. As empresas desta comunidade inicialmente foram incentivadas pelas pesquisas da Universidade de Stanford, suas afiliadas, servidores e alunos. Atualmente a área é considerada a maior aglomeração de indústrias do mundo. De lá surgiram empresas de grande renome como Apple Inc, Google e Altera.
Atualmente a região traz grande investimento do governo dos Estados Unidos e seu rendimentos são os mais altos do mundo, seu crescimento é de mais de 3% ao ano. É considerada a meca da tecnologia e a cada ano milhares de empresas são criadas na área, trazendo muito investimento e lucro para o país.

Silicon Wadi[editar | editar código-fonte]

A segunda maior concentração de empresas de tecnologia de ponta, fica em Israel. Sua área cobre muitas cidades cobrindo grande parte do país, sendo referência de desenvolvimento bem sucedido em todo o mundo.

Vale do Silício da Índia[editar | editar código-fonte]

Bangalore, na Índia, considerada o Vale do Silício da Índia, é o centro da indústria de tecnologia de informação no país. Abrigando empresas especialistas em pesquisa e desenvolvimento, produção de software e eletrônicos.
A comunidade surgiu nos anos 80 e hoje abriga mais de 250 companhias de alta tecnologia[6]. Bangalore é uma cidade planejada, visitada por muitas pessoas do mundo inteiro que estão em busca de oportunidades e de ensino de qualidade.

Bentley Technology Park[editar | editar código-fonte]

Criada oficialmente em 1985, fica localizada em Bentley, no oeste da Austrália. Atualmente é coordenada pelo governo e abriga o Centro de Inovação do Oeste Australiano (em inglês: Innovation Centre of Western Australia (ICWA))[7] que tem por objetivo dar suporte para empresas emergentes em tecnologia, ajudá-las a desenvolver e comercializar suas idéias e identificar oportunidades de negócios.
Adjacente à Universidade de Curtin, se dedica à tecnologia de informação e telecomunicação. Espaço com infraestrutura conveniente para produção de tecnologias de inovação e colaboração entre projeto dentro do Parque.

Start-up Chile[editar | editar código-fonte]

O programa de comunidade de startups no Chile[8], vem sendo bem sucedido, atraindo empresas de toda a América latina para se fixarem lá, como por exemplo a empresa brasileira Méliuz. [9] [10] O programa é um iniciativa do Governo em promovido pelo ministério da Economia. O programa promove trocas entras as mais diversas comunidades do mundo promovendo encontro entre empreendedores de diversas partes do globo[11]. Um ecossistema conectado com o resto do mundo que vem se destacando.

Comunidades no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil existem vários polos tecnológicos que investem em inovação através de startups. Atualmente cerca de metade dos investimentos feitos nas startups brasileiras são estrangeiras, só no ano de 2012 o investimento foi de 1.7 bilhões de reais[12]. Seguem algumas das principais comunidades:

ALL Saints Bay[editar | editar código-fonte]

Uma comunidade com foco em desenvolver um ecossistema inovador e fomentar o empreendedorismo em Salvador a partir da colaboração. Essa será a principal missão da All Saints Bay, lançada na noite de terça-feira, 12 de dezembro de 2017, na capital baiana, após um processo democrático de escolha da identidade, durante o mês de novembro e início de dezembro de 2017.

Aquiri Valley[editar | editar código-fonte]

Comunidade colaborativa de atores que atuam e pretendem atuar no cenário econômico do Estado do Acre com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e desenvolvimento entre os setores de serviços, comércio, indústria e agronegócios. Nasceu no final de 2012 para 2013 junto com algumas atividades desenvolvidas pelo Sebrae Acre. O nome Acre veio de "Aquiri" que significa "rio dos jacarés" na língua nativa dos índios "Apurinãs".

Arariboia Valley[editar | editar código-fonte]

A Arariboia Valley é uma comunidade aberta de Empreendedorismo, Inovação, Tecnologia e Startups, criada em 2014 por Rafael Carvalho e seus sócios à época, com o intuito de se conectar com outras pessoas que vinham trilhando a jornada do empreendedorismo digital, a partir de um grupo público ainda existente no Facebook. Em 2017 foi requerida por e entregue à Carlos Henrique Leão (CH) que abraçou a causa de levar a comunidade à frente e desenvolvê-la logo após o impacto promovido em sua cidade natal, com a entrega de uma primeira edição do programa Techstars Startup Weekend. Atualmente com mais de 500 pessoas, liderada por um time de empreendedores locais e contando com a ajuda de seus participantes e parceiros do ecossistema local, se mantém operando a partir do município de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Seu nome é inspirado no líder indígena do grupo tupi Araribóia, considerado o fundador da cidade de Niterói. A comunidade integra a ErreJota Comunidade, um coletivo das comunidades de inovação e startups do Estado do Rio de Janeiro, também conhecida como a Comunidade das Comunidades do Estado do Rio de Janeiro. Nossos principais valores na Arariboia Valley são respeito à diversidade e pluralidade que permeia tudo que nos cerca e confiança no processo de compartilhamento de saberes entre todos, sempre buscando mais conexão, com muito compartilhamento, colaboração e cooperação em rede, promovendo adensamento de talentos e lideranças, e favorecendo assim trocas espontâneas em prol da abundância de soluções mais efetivas para os reais problemas que nos afligem ou impactam, direta ou indiretamente, mas também a muitos outros que nos cercam por Niterói, Rio de Janeiro, Brasil e Mundo. Nosso mote vem da expressão em inglês "give first" que para nós traduz o papel daquele que se doa primeiro em prol de ajudar ao outro, sem pedir nada em contrapartida ou intenções outras que não as de buscar de fato ajudar, mas sempre comprometido e convicto de que essa atitude muda o estado das coisas e das pessoas para melhor, oferecendo um ganho indireto, muitas vezes intangível, de espectro mais amplo e indefinido no tempo, ao aproximar e estimular as pessoas a partir de um comportamento positivo diante da vida, ou que entendemos próprio dos sábios, que se propõem a viver continuamente como eternos aprendizes.

Área64[editar | editar código-fonte]

A Área64 é uma comunidade, criada em 2019. Está localizada na região Sudoeste de Goiás (abrangendo os municípios de Rio Verde, Jataí e Santa Helena). É uma comunidade que busca fomentar o ecossistema local, através do fomento de ações de empreendedorismo, inovação e criação de empresas de bases tecnológicas. A Área64 é uma comunidade plural, composta por pessoas de diversas especialidades, que buscam o coletivo criativo, com a missão principal de proporcionar maior visibilidade ao ecossistema local.

Caju Valley[editar | editar código-fonte]

Comunidade de Inovação e Startups de Aracaju [13], no estado de Sergipe, e tem como objetivos principais: Fomentar o ecossistema de inovação; Auxiliar no desenvolvimento e crescimento de startups aracajuana; Dar suporte as startups da grande Aracaju. Nossa estrutura e atuação é baseada em quatro eixos principais, sendo estes: Parcerias e Relacionamento; Desenvolvimento; Marketing e Comunicação; Estrutura e Fomento. Fazem parte da comunidade Caju Valley representantes de todo o ecossistema, desde startups a instituições de ensino, empresas de vários segmentos e órgãos públicos.

Campinas Startups[editar | editar código-fonte]

A Associação Campinas Startups [14] é uma entidade sem fins lucrativos que iniciou suas atividades em 2010, e desde então tem mudado a vida de seus associados e do ecossistema na qual está inserida. A ACS é fruto da união entre empreendedores da região de Campinas que perceberam que havia problemas comuns a eles, e que eles poderiam se unir para evitá-los. Campinas consolidou sua posição de vanguarda como maior centro de pesquisa e desenvolvimento tecnológico nacional[15], sendo considerado o mais sofisticado centro de pesquisa e desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação do Brasil, é responsável por mais de 10% da produção industrial do país.

Cariocas[editar | editar código-fonte]

Uma das primeiras comunidades de startups do Brasil, a Cariocas é a comunidade de startups da capital fluminense. Fundada por volta de 2013, despontou no cenário de inovação brasileiro tendo abrigado algumas das maiores startups do Brasil em seu nascedouro. Totalmente orgânica, seus membros se reuniam frequentemente em meetups e eventos relacionados ao tema com o propósito de compartilhar conhecimento e ajudar novos empreendedores em suas jornadas.

Carnaúba Valley[editar | editar código-fonte]

O Carnaúba é um ecossistema digital fincado no litoral do estado do Piauí, na cidade de Parnaíba, que explora, crescentemente, novas possibilidades no campo da tecnologia, da inovação e do empreendedorismo digital, com a responsabilidade e a consciência de usar o conhecimento e a criatividade para resolver problemas, suprir necessidades, prover praticidade e bem-estar às pessoas. É sempre sobre pessoas. Tem como missão fomentar o desenvolvimento de negócios digitais, transformando pessoas e promovendo o avanço econômico, social e cultural da região norte do Piauí, por meio de inovação, tecnologia e criatividade.

Chambary Valley[editar | editar código-fonte]

O chambary Valley é a comunidade de inovação que reúne as cidades do norte do estado do Tocantins. Formado por empreendedores, professores, acadêmicos, e pessoas interessadas por tecnologia, esse movimento promove ações de disseminação da cultura empreendedora e fortalecimento do ecossistema local de inovação.

ColaBora Hub[editar | editar código-fonte]

A ColaBora Hub nasceu da vontade de atores do ecossistema empreendedor do Norte do Estado do Rio de Janeiro se unirem para o desenvolvimento de ações empreendedoras. A necessidade de trabalhar a cultura local de empreendedorismo através de eventos, mapeamentos e outras iniciativas fez com que um grupo de Campos dos Goytacazes iniciasse a comunidade. Desde que foi criada, muito se fez em prol desse ideal, mas muito ainda se faz necessário, nesse movimento de mudança de cultura. A Região é um polo universitário e tem grandes indústrias, voltadas para o mercado offshore e onshore. Campos dos Goytacazes serve de polo para as cidades da região circunvizinha. A Bacia de Campos garante bons negócios para a Região. Ainda temos o Porto do Açu, em São João da Barra, com várias multinacionais. Ou seja, um ambiente propício para o desenvolvimento de uma gama enorme de negócios, envolvendo tecnologia e inovação. Também fazemos parte da Errejota, que é a comunidade das comunidades do Estado do Rio de Janeiro.

Construtech SC[editar | editar código-fonte]

A Construtech SC é uma comunidade que surgiu na região do Vale do Itajaí em Santa Catarina, mais precisamente em Balneário Camboriú, região de edifícios luxuosos dentre os mais altos do país. A Construtech SC nasceu justamente para alavancar o setor da construção que ainda é extremamente tradicional e supera em tecnologia somente o setor da pesca. O intuito é colaborar com a entrada definitiva da construção civil na era da tecnologia. É uma Comunidade sem fins lucrativos, não tem CNPJ, não é uma empresa, é orgânica e todos os participantes e organizadores de eventos são voluntários. A Construtech SC é um grupo temático que surgiu da Comunidade Costa Valley.

Costa Valley[editar | editar código-fonte]

"Costa", de Costa Verde e Mar, e o "Valley" referenciando o Vale do Silício. É a comunidade de startups do litoral norte de Santa Catarina, região do Vale do Itajaí, onde ficam cidades como Balneário Camboriú, Itajaí, Navegantes, Itapema entre outras. Foi criada por pessoas físicas e funciona no conceito de redes sem hierarquias, com o propósito de: “Estimular o ecossistema empreendedor quebrando paredes, conectando conhecimento e capacitando pessoas, toda vida."
Os valores da Costa Valley são: Empatia todo dia. Somos friendly, é aberto, tá na roda, tá decidido. Antes pronto do que perfeito, mas tenta chegar lá. Te suportamos pô, falha de boas! Vamos Co-criar.
A Costa Valley busca ser o elo de conexão entre empreendedores e empreendedoras de startups e as instituições e órgãos fomentadores como universidades, governo, investidores, corporações, entre outros. Auxiliando para que cada um fortaleça o ecossistema regional com o que tem de melhor!
Outros movimentos alinhados com objetivos da Costa Valley também surgiram e atuam na região, abaixo são alguns deles onde foram criados com foco em temas e verticais voltadas as necessidades da região e das startups:
  • IxDA Balneário Camboriú
  • Confraria de Vendas
  • Costa Valley Women
  • Construtech SC Costa Valley
  • Fintech's Costa Valley
  • LogTechs
  • Blockchain
  • Costa Valley Devs
  • Marketing Valley
  • Data Valley
  • Bug do Vale
  • Customer Success Costa Valley
  • Costa Valley Juris
  • Costa Valley TurisTech

Jaraqui Valley[editar | editar código-fonte]

É o ecossistema de startups formado por uma rede de pessoas que fazem parte de startups ou de organizações fomentadoras da cidade de Manaus/AM que interagem de forma colaborativa. Atualmente temos diversas iniciativas que contribuem para o fortalecimento do ecossistema, além disso temos casos de startups que estão tendo destaque em seus mercados. O principal meio de integração entre os membros do ecossistema são os “Meetups Jaraqui Valley” que ocorrem mensalmente e são organizados voluntariamente por pessoas do ecossistema. O prêmio “Jaraqui Graúdo” é outro evento organizado por voluntários que ocorre anualmente e visa reconhecer os agentes do ecossistema. Além desses, acontecem outros eventos gratuitos e pagos que movimentam a comunidade e contribuem para criação de negócios.

Jerimum Valley[editar | editar código-fonte]

O Jerimum Valley É a maior comunidade empreendedora de startups do Rio Grande do Norte, Brasil. Entre os objetivos do Jerimum Valley, estão os de fomentar, apoiar e impulsionar empreendedores de startups no desenvolvimento dos seus negócios. O Jerimum é elo do ecossistema de inovação do RN, reúne empreendedores de inovação, agentes públicos, privados - pequenas, médias e grande empresas -, instituições de ensino, instituições de fomento ao empreendedorismo e a sociedade. A iniciativa é sustentada por meio da contribuição de apoiadores, patrocinadores e voluntários que acreditam no potencial do empreendedorismo inovador como mecanismo de transformação sócio-econômica local e nacional. É um grupo informal, sem fins lucrativos e não possui qualquer relação com partidos políticos ou grupos religiosos. Realiza atividades principalmente na capital do estado, Natal. Fomenta a interiorização das oportunidades por meio do suporte às comunidades do interior já existentes, como a Salt Valley, em Mossoró, e a Potiguaras Valley, em Currais Novos, assim como oferece suporte ao surgimento de novas comunidades.

Além do desenvolvimento de atividades locais no Rio Grande do Norte, o Jerimum Valley também atua como ponte para atrair e conectar agentes nacionais e internacionais com empreendedores do estado. Algumas das parcerias firmadas nos últimos anos incluem SEBRAE, Associação Brasileira de Startups, InovAtiva Brasil, Softex Brasil, Campus Party Brasil, Darwin Startups, Founder Institute, Anjos do Brasil, Bossa Nova Investimentos, Junior Achievement, entre outros.

Manguezal[editar | editar código-fonte]

O Manguezal é uma comunidade de startups que busca apoiar práticas de colaboração e aprendizagem de tecnologia, design e empreendedorismo em todo ecossistema de startups no Recife/PE. O objetivo é promover discussões de alto nível, organizar eventos e praticar o modelo educacional de "aprender-fazendo" para atender às necessidades dos empreendedores de alto potencial e promover o ecossistema de startups no Recife.

Noroeste Valley[editar | editar código-fonte]

A Noroeste Valley é uma comunidade de inovação, empreendedorismo e startups que tem o objetivo claro de fomentar o desenvolvimento do ecossistema economico e de negócios da região noroeste fluminense - RJ, zona da mata - MG e sul capixaba - ES, sendo os últimos em regiões de fronteira com o Estado do Rio de Janeiro.

Criada por seus founders em 2019, a comunidade tornou-se notória no inicio de 2020 e já obteve resultados significantes para toda a região.


Rapadura Valley[editar | editar código-fonte]

Somos a comunidade de startups do Ceará, nosso interesse é fomentar o ecossistema empreendedor da capital e interior promovendo e compartilhando meetups, eventos, seminários e feiras relacionados a empreendedorismo digital e temas técnicos que contribuam para o compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento das startups da região.

Rio Sul Valley[editar | editar código-fonte]

A Rio Sul Valley é uma rede para conectar pessoas, startups, empresas privadas, instituições do terceiro setor e iniciativas que estão mudando a realidade das cidades do Sul Fluminense, criada em 2016 e desde então vem fomentando o ecossistema empreendedor do sul do estado por meio de meetups, eventos, seminários e feiras relacionados a inovação e temas técnicos que contribuam para o compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento das startup e demais empresas da região.

San Pedro Valley[editar | editar código-fonte]

O San Pedro Valley é uma comunidade de startups criada em 2011 em Belo Horizonte/MG, que acreditam que a melhor maneira de se alcançar seus objetivos é através da troca de informações e experiências. Além dessa troca de conhecimentos, a existência da comunidade ajuda na atração de investimentos e aumenta a visibilidade da cena de startups local. O nome surgiu de uma brincadeira sobre o Bairro São Pedro, região onde as primeiras empresas se instalaram. [9]

Santana Valley[editar | editar código-fonte]

Em meados de 2016, após a realização de um Startup Weekend, promovido por instituições locais de ensino (UEFS, UniFTC, Unifacs ...) juntamente com instituições de fomento, como o Sebrae e o empresariado local (SimplesVarejo, Sensorial, N2Soluções, Conexa.app, Agência Slim, Huggy.io, dentre outros), surgiu a discussão para a promoção de um ecossistema. Alguns meses depois esse grupo apoiou um Hackathon promovido pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, o que foi aumentando o engajamento da comunidade. Esse movimento gerou reuniões com o intuito de formalizar o grupo para que pudesse promover mais iniciativas e ações, então foi-se votado e instituído o Santana Valley, tendo referência à padroeira da cidade, Nossa Senhora de Sant`Ana.

StartupMS[editar | editar código-fonte]

A Associação Sul-Matogrossense de Startups[16] (StartupMS), fundada em Agosto de 2011, é uma associação sem fins lucrativos de fomento ao empreendedorismo tecnológico no Mato Grosso do Sul. Atua no desenvolvimento e promoção de empreendimentos inovadores em todo o estado de Mato Grosso do Sul, promovendo a integração entre Mercado, Universidade e Governo.

Sudovalley[editar | editar código-fonte]

A Sudovalley é a comunidade de startups das cidades do sudoeste do estado do Paraná, está dividida entre 03 Núcleos principais: Dois Vizinhos, Francisco Beltrão e Pato Branco. Fundada em junho de 2015, fomenta o empreendedorismo e inovações com algumas ações como os Meetups, Hackathons Startups Weekend, Seminários, Open Talks, Demo Days. A Sudovalley é aberta a startups, empreendedores, entusiastas, estudantes e empresas como também investidores.

Sururu Valley[editar | editar código-fonte]

O Sururu Valley é a comunidade de startups nascida na capital alagoana, Maceió, também conhecida por muitos como Caribe Brasileiro ou Paraíso das Águas. A mesma nasceu com o propósito de fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Estado. Para isso ela conta com uma diversidade de pessoas, dentre elas: empreendedores, investidores, pesquisadores, acadêmicos, atores do poder público e parceiros. Diversas ações são promovidas pela comunidade, como por exemplo: meetups, hackathons, startup weekend e entre outras.

Tambaqui Valley[editar | editar código-fonte]

A Tambaqui Valley é uma comunidade de startups que nasceu nas margens do Rio Madeira em Porto Velho/Rondônia. O propósito e razão de existir da comunidade é de transformar a realidade do Estado através do empreendedorismo e da inovação. A diversidade é um dos pilares fundamentais, com pessoas de diferentes áreas de atuação: empreendedores, academia, poder público e todos que buscam colaborar fazendo a diferença na região.

Tamoios[editar | editar código-fonte]

Somos gonçalenses conectados por um propósito: discutir temáticas relacionadas ao empreendedorismo, inovação e negócios, assim como promover iniciativas e conexões! A Tamoios não é uma empresa, não é um grupo partidário, não é uma ONG e não possui fins lucrativos: somos um grupo aberto de pessoas que acreditam no potencial de São Gonçalo e que desejam praticar a cultura do give first com a nossa sociedade, empoderando uma população esquecida com foco no avanço colaborativo e consciente através de ações estratégicas e conjuntas.
A comunidade de empreendedorismo e inovação de São Gonçalo nasceu em 2020 e seu nome remete à primeira grande comunidade registrada (século XVI) na região onde a cidade atualmente se encontra, os Tamoios. Nos dias atuais, nossa cidade se tornou o 2º maior município do estado do Rio de Janeiro e o 16º maior município do Brasil, contando com uma população de, em média, 1.1 milhões de habitantes. Sendo assim, nossa missão é nos tornarmos o ponto de conexão entre os gonçalenses e o empreendedorismo.

ZeroOnze Startups[editar | editar código-fonte]

A ZeroOnze Startups é a comunidade de startups da cidade de São Paulo, ganhou como melhor comunidade no Startup Awards 2017 e 2018 e seu propósito é fomentar o ecossistema empreendedor da capital por meio de meetups, eventos, seminários e feiras relacionados a inovação e temas técnicos que contribuam para o compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento das startup e demais empresas da região.

Associações[editar | editar código-fonte]

2010, ACS (Associação Campinas Startups)[editar | editar código-fonte]

A Associação Campinas Startups é uma entidade sem fins lucrativos que iniciou suas atividades em 2010, e desde então tem mudado a vida de seus associados e do ecossistema na qual está inserida. A ACS é fruto da união entre empreendedores da região de Campinas que perceberam que havia problemas comuns a eles, e que eles poderiam se unir para evitá-los. Além disso, bons resultados e a maneira como eles foram construídos também poderiam ser compartilhados. Foi a primeira associação brasileira de startups a ser citada no relatório da OCDE, "Development Centre Studies - Start-up Latin America" [17][14].

2011, ABStartups (Associação Brasileira de Startups)[editar | editar código-fonte]

A Associação Brasileira de Startups (ABStartups[18]), fundada como uma rede de empreendedores em junho de 2011, é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão, fomentar o desenvolvimento do ecossistema de startups, articulando ações e projetos com os agentes do ecossistema nacional, a fim de representar e elevar competitividade das startups brasileiras.

Referências