Ferran Adrià

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Ferran Adrià
Nascimento 14 de maio de 1962 (58 anos)
L'Hospitalet de Llobregat
Residência Barcelona
Cidadania Espanha
Ocupação escritor, cozinheiro, empresário, chef
Prêmios Prêmio Creu de Sant Jordi, Guia Michelin, Restaurant, Medalha de Ouro do Mérito nas Belas Artes, Grã-Cruz da Ordem do Mérito Civil
Assinatura
Unterschrift Ferran Adria.jpg

Ferran Adrià Acosta (L'Hospitalet de Llobregat, 14 de maio de 1962) é um cozinheiro espanhol.

É considerado um dos melhores "chefs" do mundo e figura como número 2 no ranking europeu de restaurantes.[carece de fontes?]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Começou a cozinhar em 1980 quando a trabalhar como lavador de pratos no Hotel Playafels em Ibiza. Mais tarde, o "chef" da cozinha do hotel ensinou-lhe a tradicional culinária da Espanha. Adrià tornou-se um expoente da gastronomia molecular (assim como o "chef" britânico Heston Blumenthal), ousando experimentar com novas tecnologias e inesperadas texturas e sabores.

O "El Bulli" tinha 3 estrelas no Guia Michelin e era considerado um dos melhores restaurantes do mundo. Em 2005 ficou em segundo lugar nos "Top 50" da revista "Restaurant", e conseguiu o primeiro lugar em 2006, desbancando o "The Fat Duck" na Inglaterra. O restaurante ficava aberto de abril a setembro, uma vez que Adrià passava os outros seis meses do ano aperfeiçoando receitas no seu laboratório/oficina, "El Taller", em Barcelona.

É famoso pelo seu menu degustação de trinta pratos como uma síntese das artes.

Em junho de 2020, com outros chefs, arquitetos, prémios Nobel da economia, dirigentes de organizações internacionais, tornou-se signatário do chamamento a favor da economia púrpura («Para um renascimento cultural da economia») publicado no El País,[1] Corriere della Sera[2] e Le Monde.[3]

Referências

  1. «"Por un renacimiento cultural de la economía": el manifiesto de una veintena de intelectuales para una nueva época». El País (em espanhol). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  2. «Per un rinascimento culturale dell'economia». Corriere della Sera (em italiano). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  3. «En dépit de son importance croissante, le culturel n'a pas suffisamment été pensé comme un écosystème». Le Monde (em francês). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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