Flightplan

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Flightplan
Flightplan - Pânico a Bordo (PT)
Plano de Voo (BR)
 Estados Unidos
 Alemanha

98 min 
Direção Robert Schwentke
Produção Robert DeNozzi
Charles J.D. Schlissel
Brian Grazer
Elenco Jodie Foster
Peter Sarsgaard
Sean Bean
Erika Christensen
Gênero Suspense
Drama
Mistério
Ação
Música James Horner
Edição Thom Noble
Distribuição Touchstone Pictures
Lançamento 23 de Setembro de 2005
Idioma Inglês
Alemão
Orçamento US$ 50 milhões
Receita US$ 223 387 299[1]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Flightplan (Plano de Voo (título no Brasil) ou Flightplan - Pânico a Bordo (título em Portugal)) é um filme de suspense coproduzido dos Estados Unidos e da Alemanha. Foi lançado na América do Norte no dia 23 de Setembro de 2005, 67 anos após The Lady Vanishes, filme no qual foi baseado.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Kyle Pratt, é uma engenheira aérea dos Estados Unidos empregada em Berlim, é viúva com uma filha de seis anos de idade, Julia, depois que seu marido David morre, após cair do telhado do seu edifício. Kyle decide enterrá-lo em sua cidade natal, nos Estados Unidos. Eles voam a bordo de um avião de passageiros, cujos os motores Kyle ajudou a projetar. Depois de cair no sono, ela acorda e descobre que Julia desapareceu. Ela começa a entrar em pânico, e o capitão Marcus Rich é forçado a realizar uma pesquisa. Nenhum dos passageiros lembram de ter visto a sua filha, Julia não tem nem o cadastro no aeroporto de Berlim ou o manifesto dos passageiros, e Kyle não consegue encontrar cartão de embarque de Julia. Marcus e os outros membros da tripulação suspeitam que Kyle se tornou desequilibrada pela morte de seu marido, e imaginou levar sua filha a bordo. Confrontada com crescente ceticismo da tripulação referente à existência de sua filha, Kyle fica extremamente desesperada, fazendo o policial do avião, Gene Carson, algemá-la.

Marcus recebe uma ligação do hospital em Berlim, que diz que Julia estava com seu pai quando ele caiu do telhado e também morreu. Kyle furiosamente nega. A equipe acredita que ela é delirante. Uma terapeuta a bordo tenta consolá-la, fazendo Kyle duvidar de sua própria sanidade até que ela percebe que não é louca pois um coração que Julia tinha desenhado anteriormente na janela próxima ao seu lugar, ainda estava lá. Kyle convence a terapeuta deixá-la usar o banheiro. Lá dentro, ela sobe para o compartimento superior e sabota a eletrônica da aeronave, causando um caos para conseguir ir para o convés de carga inferior. Carson encontra-la, a coloca em algemas e acompanha-la de volta, anunciando que ela vai ser presa assim que desembarcar.

Kyle faz um apelo final para Carson, dizendo que precisa procurar no avião após o pouso. Carson diz que vai falar com o capitão, mas em vez, foge de volta para a plataforma de carga para remover dois explosivos e um detonador, em seguida, desce para a secção de aviónica, revelando Julia que está dormindo (presumivelmente drogada). Ele atribui os explosivos para o lado da plataforma. Neste ponto, é revelado que Carson e mais duas pessoas são parte de uma conspiração. Carson diz ao capitão que Kyle é uma sequestradora e está ameaçando explodir a aeronave a menos que receba uma transferência de 50.000 mil dólares em uma conta bancária. Os conspiradores realmente assassinaram David e sequestraram Julia, a fim de enquadrar Kyle. Carson diz a um dos conspiradores que ele tem a intenção de explodir o avião, matando Julia e Kyle.

Depois de fazer um pouso de emergência no aeroporto do Canadá, os passageiros saém da aeronave e a pista é cercada por agentes do FBI. Visto que o capitão está saindo, Kyle corre para falar com ele com Carson no desembarque. O capitão diz que os 50 milhões dólares exigidos por ela foram pagos. Percebendo a conspiração, Kyle decide tirar proveito do papel de sequestradora, exigindo que Carson permaneça a bordo e o resto desembarque. Carson percebe que se ele recusar-se, será pego.

Assim que a porta do avião se fecha, Kyle bate em Carson com um extintor de incêndio, algema-o a um trilho e leva o detonador. Carson recobra a consciência e vai atrás de Kyle, até que ela se tranca num compartimento. Carson não encontra Julia no lugar onde estava, ao virar-se, vê Kyle transportando-la para a escotilha do compartimento de carga, com o detonador na mão. Com as paredes do porão para protegê-las, ela detona os explosivos, matando Carson. Como Kyle leva a filha para fora para a pista, todos os passageiros estão chocados ao perceber que ela estava dizendo a verdade o tempo todo.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Fightplan teve recepção mista por parte da crítica especializada. Com base em 87 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 54/100 no Metacritic. Em avaliações neutras, do Portland Oregonian, Shawn Levy disse: "Um suspense que vai do muito bom para o absolutamente ridículo no tempo que leva para um ator recitar cerca de quatro frases do diálogo."

Do Philadelphia Inquirer, Carrie Rickey: "Apesar excelentes elementos - grande atriz, enredo tenso, visuais lisos - Flightplan é como comida de avião. Não importa quão bom os ingredientes do chefe tem para trabalhar, o prato principal, inevitavelmente, acaba degustado com uma Xerox de uma carinha sorrindo que vem na refeição."

O Jornal The New York Times, Manohla Dargis: "Para assistir a Srtª. Foster tempestuosa através de um avião falso num filme inteiro que tem seus prazeres muito menores - dados os inúmeros close-ups, você pode estudar seu rosto adorável em seu lazer - mas não há nada aqui para alimentar a cabeça ou brigar com os nervos."

The Hollywood Reporter, Kirk Honeycutt: "Há algo realmente desagradável sobre esse frio, calculista exercício de psicologia de massas e venalidade humana."

USA Today, Claudia Puig: "Este secundário suspense retrata tripulações aéreas como ineptos, na melhor das hipóteses, e insensíveis e cruéis, na pior."

Premiere, Peter Debruge: "Eu gostaria de dizer que Flightplan é um daqueles [...] passeios de emoção que os críticos estão sempre dizendo maravilhas, mas em vez disso, é mais como um vôo transatlântico sem destino claro, onde o ruído da cabine torna impossível para dormir e o filme que tem [para assistir] a bordo é uma reprise."

Film Threat, Pete Vonder Haar: "Flightplan é metade de um filme muito bom. Mas para manter essa impressão, eu recomendo que você tire uma soneca durante os últimos 40 minutos."

Salon, Stephanie Zacharek: "Um exercício de tédio nervoso, e mesmo que seja apenas 90 minutos mais ou menos, parece durar mais do que um vôo transatlântico real. Se você levar uma máscara para os olho e algumas pílulas para dormir, você deve passar bem por isso. Uma revista ou um livro não faria mal também."

Dallas Observer, Robert Wilonsky: "O que parecia tão inteligente, tão bem trabalhado e afinado, se desfaz em uma pilha flamejante do c ---, e todo o ágio é tracejado."[2]

No Rotten Tomatoes, de um índice de 38%, foi publicado um conseno: "Os atores estão todos sintonizados aqui, mas como o progresso filme, a tensão desinfla enquanto o enredo fica rebuscado nos chutes."[3]

Referências

  1. Fightplan (em inglês) Box Office Mojo IMDb. Visitado em 2 de junho de 2015.
  2. Fightplan (em inglês) Metacritic CBS Interactive. Visitado em 2 de junho de 2015.
  3. Fightplan (em inglês) Rotten Tomatoes. Visitado em 2 de junho de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]