Fosfato

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Rocha de fosfato, junto com um penny americano para demonstrar o tamanho

Na química, um fosfato é um íon poliatômico ou um radical consistindo de um átomo de fósforo e quatro de oxigênio. Na forma iônica, tem a carga formal de -3, sendo denotado como PO43-.

No campo bioquímico, um íon de fosfato livre em solução é chamado de fosfato inorgânico, para distinguí-lo dos fosfatos existentes nas moléculas de ATP, DNA ou mesmo RNA. Fosfato inorgânico é denotado geralmente como Pi. Fosfato inorgânico pode ser formado pelas reações de ATP ou ADP, com a formação do ADP ou AMP correspondente e a liberação de um íon de fosfato. Reações similares existem para outros nucleosídeos difosfatos e trifosfatos.

Em sistemas vivos, íons de fosfato podem ser criados pela hidrólise de um íon maior chamado pirofosfato, o qual tem a estrutura P2O74 -, sendo denotado PPi.

  • P2O74 - + H2O → 2HPO42-

Energia é armazenada pelas ligações do fosfato na forma de ADP ou ATP, ou outro nucleosideo difosfato ou trifosfato no tecido muscular. Esse fosfato é referido como fosfato de alta energia.

Em mineralogia e geologia, refere-se a uma rocha ou pepita contendo íons de fosfato.

Na agricultura, fosfato se refere a um dos três nutrientes primários das plantas, e é um componente dos fertilizantes. O fosfato é extraído de depósitos de rocha sedimentária e tratado quimicamente para aumentar a sua concentração e torná-lo mais solúvel, o que facilita sua absorção pelas plantas. O fosfato sem tratamento, apenas pulverizado, é normalmente utilizado em cultivo orgânico.

Os maiores depósitos de fosfato na América do Norte ficam na Carolina do Norte e na Flórida. O maior depósito do mundo fica em Nauru, que costumava ter o fosfato de melhor qualidade.

O fosfato também pode ser utilizado como agente de redução de dureza da água em detergentes. Esse uso é restrito devido à possibilidade de poluição de rios e mananciais.

Em termos ecológicos, o fosfato é muitas vezes o reagente limitante de muitos ambientes: a disponibilidade de fosfato governa a taxa de crescimento de muitos organismos. A introdução artificial de fosfato nestes ambientes pode causar um desequilíbrio ecológico, resultando na superpopulação de alguns organismos, os quais consomem também outros nutrientes e elementos essenciais. Desta forma organismos que não são diretamente favorecidos pela maior disponibilidade de fosfato sofrerão uma drástica redução em sua população, devido à falta de nutrientes e elementos essenciais.

Como exemplo, podemos citar que o fosfato utilizado em cultivos fertilizados e em produtos detergentes pode causar a poluição de rios e mananciais, resultando na superpopulação de algas de superfície, os quais diminuem o teor de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, a fauna aquática sofre consequências diretas, podendo resultar até na morte de peixes em massa.

Fosfato e flúor[editar | editar código-fonte]

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No processo de refinamento das rochas de fosfato, se obtêm o ácido fosfórico usado em bebidas gaseificadas como refrigerante, e parece apresentar toxidade para humanos. O problema é que a maioria das rochas de fosfato vêm contaminadas com fluoreto formando aproximadamente 4% do minério bruto, e para remove-lo, utiliza-se ácido sulfúrico e uma lama composta por água e fosfato, criando compostos gasosos altamente tóxicos como o fluoreto de hidrogênio e o tetrafluoreto de silício, causando uma grande devastação para fazendas próximas, como poluição da água, morte de plantas e animais. Obrigadas por lei, as companhias mineradoras de fosfato conseguiram um meio de capturar esse gás, para que ele não fosse mais lançado ao ar, evitando a matança de criações e vegetação das vizinhanças. Isso foi resolvido com a instalação de purificadores úmidos que capturavam os fluoretos tóxicos, impedindo que eles fossem liberados no meio ambiente, e a consequente devastação ambiental das proximidades. Agora, esses fluoretos tóxicos, são capturados dos purificadores, embalados e despachados para as cidades e, finalmente, despejados no sistema de abastecimento de água. Ao invés desses fluoretos tóxicos serem liberados pelas chaminés das mineradoras de fosfato, são coletados e despejados nos sistemas públicos de abastecimento de água, contaminando a água que é consumida por milhões de pessoas. O processo é chamado de fluoretação da água. Se esses fluoretos não fossem jogados na água, deveriam ser descartados como lixo altamente tóxico, obedecendo uma a rigorosa regulamentação de procedimentos. Curiosamente, despejar ácido hexafluorossilícico ou silicofluoreto de sódio consiste em uma gravíssima violação da lei federal, e pode ser considerado um ato de terrorismo. Contudo, misteriosamente, isso vem sendo permitido, desde que seja acompanhado de uma simples justificativa: Estamos fazendo isso para acabar com as cáries. Porém, mesmo deixando de lado por um momento, o triste fato de que a fluoretação da água envolve o ato ilegal de despejar lixo tóxico no suprimento de água, há outra questão muito séria, esses fluoretos tóxicos estão mesmo prevenindo as cáries? Além disso, o excesso de fluoreto, tanto na água, tanto em produtos dentais, acaba prejudicando e muito a ação cognitiva de crianças e adultos. [1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

  1. http://tv.naturalnews.com/v.asp?v=42652e035a1b1baaae1f340b54694975