Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar

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2.º Visconde e 2.° Conde de Samodães

Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar (Vila Nova de Gaia, Vila Nova de Gaia, Cambade, 26 de Julho de 1828Porto, 4 de Outubro de 1918)[1], 2.º Visconde de Samodães e 2.º Conde de Samodães , bacharel em Matemática pela Universidade de Coimbra, Professor, Engenheiro Civil e Militar, Presidente da Câmara Municipal do Porto. Foi também um conhecido escritor.

Foi um dos fundadores, em 1903, do Partido Nacionalista[2].

Vida e Obra[editar | editar código-fonte]

Frequentou o Colégio da Lapa, no Porto e o Liceu de Lisboa, onde realizou os seus exames e humanidades.

Matriculou-se na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra em 1843, nos cursos de Matemática e Filosofia, tendo-se formado em Matemática em 31 de Maio de 1849, sendo premiado em todos os anos e no ultimo tendo mesmo sido laureado com as mais distintas informações.

Câmara Municipal do Porto[editar | editar código-fonte]

Em 1855 foi eleito Senador da Câmara Municipal do Porto, cuja Presidência chegou a ocupar. Foi também Governador Civil do Distrito do Porto em 1868.

Ministério da Fazenda[editar | editar código-fonte]

Entre 27 de Dezembro de 1868 e 2 de Agosto de 1869, exerceu o cargo de Ministro dos Negócios da Fazenda no 29.º governo da Monarquia Constitucional, governo liderado pelo Marquês de Sá da Bandeira.

Dados genealógicos[editar | editar código-fonte]

Filho do 1.º Visconde de Samodães, Francisco de Paula de Azeredo Teixeira de Carvalho, depois 1.º Conde de Samodães. Nasceu no concelho de Vila Nova de Gaia, Distrito do Porto.

Casou em 7 de janeiro de 1859 com Henriqueta Adelaide Vieira de Magalhães, filha dos viscondes de Alpendurada: António Vieira de Magalhães e sua mulher Maria das Neves Correia Leal.

Seu filho Francisco de Paula de Azeredo foi Ministro da Fazenda no Ministério de 1907.

O seu brasão consta do seguinte: Escudo esquartelado; no 1.º quartel as armas dos Azeredos: Em campo azul oito contrabandas de ouro; no segundo as dos Teixeiras: Em campo azul uma cruz de ouro potentea e vazia; no terceiro as dos Carvalhos: Em campo azul uma estrela de ouro, entre uma quaderna de crescentes de prata; no quarto as dos Aguilares: Em campo de ouro uma águia negra; timbre, o dos Azeredos: um leão rompante de azul, contracotisado de ouro. Coroas de Visconde e de Conde.

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • AGUILAR, Francisco de Azeredo Teixiera de. Tributo de Respeito[1]. José Frutuoso da Fonseca, 1883. 140 p.;19cm.
  • AGUILAR, Francisco de Azeredo Teixeira de. A medalha miraculosa, sua origem história e resultados: Nossa Senhora das Graças e os actos da sua misericórdia[2]. Porto: Imprensa Comercial 1884, XIX, 350 p.: il.; 23cm