Joaquim Tomás Lobo de Ávila

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Joaquim Tomás Lobo de Ávila, conde de Valbom.

Joaquim Tomás (nascido Thomaz) Lobo de Ávila (São Salvador, Santarém, 15 de Novembro de 1819Encarnação, Lisboa, 31 de Janeiro de 1901)[1], conhecido como Conde de Valbom, foi um político português, diplomata e coronel graduado de Engenharia.

Família[editar | editar código-fonte]

Filho de Joaquim Anastácio Lobo de Ávila, Capitão de Infantaria, proprietário e lavrador abastado, falecido a 7 de Janeiro de 1884, e de sua mulher D. Mariana Vitória de Mendonça Pessanha Mascarenhas e irmão de Francisco de Paula de Gouveia Lobo de Ávila.

Foi casado, desde 19 de Setembro de 1857, com D. Maria Francisca de Paula Orta, natural de Alosno, Huelva, filha do 1.º Visconde de Orta, António José de Orta, de quem teve dois filhos: Carlos Orta Lobo de Ávila (1860-1895), formado em Direito pela Universidade de Coimbra, deputado, Ministro das Obras Públicas e dos Negócios Estrangeiros, escritor e jornalista e D. Leonor Orta Lobo de Ávila (1862-1955), que casou em 1889 com o 6.º Marquês de Tancos, D. Diogo Manuel de Noronha (1859-1929), com geração.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi educado no Colégio Militar, onde concluiu o curso com dezassete anos de idade, laureado com os primeiros prémios.

Engenheiro formado com o curso da École Imperiale des Ponts et Chaussées, de Paris, foi um político que, entre outras funções, foi Deputado, Par do Reino, Diplomata, Ministro das Obras Públicas e Ministro dos Negócios Estrangeiros. Publicou uma extensa obra de carácter técnico e político, com destaque para o estudo das questões ferroviárias. Colaborou na publicação periódica A Sátira[2] (1911).

Entre 1863 e 1864 foi o 12.º Grão-Mestre da Confederação Maçónica Portuguesa.[3]

Faleceu aos 78 anos de idade, na sua residência, Rua das Chagas, número 28, freguesia da Encarnação de Lisboa, sendo sepultado no jazigo da família, no Cemitério dos Prazeres.

Notas

Ligações externas[editar | editar código-fonte]