GAFAM

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GAFAM é o acrônimo de gigantes da Web, Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft , que são cinco grandes empresas dos EUA, nascidas nos últimos anos do século XX ou início do século XXI (exceto a Microsoft, fundada em 1975, e a Apple, em 1976), que dominam o mercado digital[1]. Às vezes também são referidas como os "Big Four", os "Cinco Grandes", ou mesmo "Os Cinco".

História[editar | editar código-fonte]

Esta sigla modificou a original GAFA, na qual foi adicionado o M significando Microsoft.

Seu poder tende a ser desafiado pelo acrônimo NATU (Netflix, Airbnb, Tesla, Uber).

Outras inflexões desta sigla[editar | editar código-fonte]

Também é encontrado o termo GAFAMI, onde é adicionada a empresa de computação IBM ao acrônimo original. 

Empresas[editar | editar código-fonte]

Os argumentos para definir o Google e o Facebook como monopólios são convincentes. Já a Amazon não é um monopólio, trata-se de um monopsônio, ou seja, é quando existe um único comprador e ele decide baixar os preços dos seus fornecedores.

Google[editar | editar código-fonte]

O Google controla cinco das seis principais plataformas digitais: buscas, vídeo (com o YouTube), celulares (Android), mapas (Google Maps) e navegador (Chrome). Seu índice HHI passa dos 7.000 pontos, quase o triplo da fronteira dos 2.500, a partir da qual um mercado é considerado concentrado demais.[2]

Facebook[editar | editar código-fonte]

O Facebook começou a usar a tática de comprar outros aplicativos no ano de 2010. Entretanto, só comprou outras redes sociais em 2012 (Instagram), por US$ 1 bilhão. E em 2014 comprou o Whatsapp por US$ 22 bilhões. Assim o Facebook (e suas subsidiárias Instagram, WhatsApp e Messenger) tem 77% do tráfego nas redes sociais.[3][4]

Amazon[editar | editar código-fonte]

A Amazon domina 74% do mercado de e-books da internet, podendo baixar preços de acordo com sua preferência e aumentando quando lhe convém.

Contexto Politico[editar | editar código-fonte]

O acrônimo (GAFAM), aliado a outras grandes empresas tecnológicas, influenciou questões politicas nos EUA. As empresas Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft se uniram para protestar contra o decreto assinado pelo presidente Donald Trump, que continha políticas anti-imigratórias, e para boicotar os próximos acordos científicos do país. O intuito do protesto era enfatizar a importância da imigração, assim como o benefício para a economia. Cabe ponderar, no entanto, que as referidas companhias podem ser penalizadas pelas condutas descritas.[5]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]