Grande Loja Legal de Portugal

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A Grande Loja Legal de Portugal/GLRP (GLLP/GLRP) é uma obediência maçónica regular portuguesa. É reconhecida pela Grande Loja Unida de Inglaterra (UGLE) e pela maioria das Obediências Maçónicas que com esta mantêm mútuo reconhecimento - o que corresponde à esmagadora maioria das Obediências da Maçonaria Regular a nível mundial.[parcial?][carece de fontes?]

Constituição e Cisão[editar | editar código-fonte]

Em 1989 constitui-se o distrito Português da Grande Loja Nacional Francesa (GLNF), que agrupava três lojas portuguesas. Passados dois anos, em 1991, foi constituída a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP) pela GLNF, numa cerimónia que se realizou no Hotel Palace, no Estoril, tendo sido instalado Fernando Teixeira como M.·. R.·. Grão Mestre. Por altura da sua constituição, a GLRP contava com cerca de 150 maçons e tinha como objectivo recuperar, para Portugal, a regularidade maçónica que o Grande Oriente Lusitano havia perdido no inicio do século XX.

Em 1996 é eleito o segundo Grão Mestre da GLRP, Luís Nandin de Carvalho, que vem a ser contestado por uma parte da GLRP, o que dividiu a Obediência em duas facções. Os opositores do Grão-Mestre Nandim de Carvalho tomaram então o controlo - dentro do cumprimento da Lei Portuguesa - da Associação Civil de nome "Grande Loja Regular de Portugal", associação cultural criada como "face civil" da Grande Loja.[parcial?][carece de fontes?] Ficaram assim, à luz do Direito português, na posse da designação "Grande Loja Regular de Portugal". Impossibilitado de manter a denominação original, o Grão-Mestre contestado cria uma nova associação civil, designada Grande Loja Legal de Portugal/GLRP, ou GLLP/GLRP, logo dando conhecimento da alteração de nome (e das suas circunstâncias) às Obediências Maçónicas internacionais. A posição da GLRP - que ainda hoje reclama para si a Regularidade Maçónica, e considera ser a GLLP uma nova Obediência constituída em 1996 - é apenas reconhecida por um pequeno número de Obediências internacionais.[parcial?][carece de fontes?] Estes factos estão descritos com mais detalhe no artigo Cisão da Casa do Sino.[parcial?][carece de fontes?]

A Atualidade[editar | editar código-fonte]

Nos finais de 2000 é eleito o 3º Grão Mestre da GLLP/GLRP José Manuel de Morais Anes e em 13 de Dezembro de 2003 é eleito Alberto Trovão do Rosário tendo sido instalado como 4º Grão Mestre da GLLP/GLRP, em 27 de Março de 2004.

Eleito a 16 de Dezembro de 2006, Mário Martin Guia foi instalado como M.·. R.·. Grão-Mestre no dia 24 de Março de 2007, perante uma assembleia de 430 maçons da GLLP/GLRP, numa cerimónia que contou ainda com a presença de diversas delegações estrangeiras. Mário Martin Guia foi posteriormente reeleito em 2009 para um segundo mandato, sendo o actual Grão-Mestre da Ordem.

Eleito em 2010 e reeleito em 2012, José Francisco Moreno, advogado, é instalado como Grão Mestre da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP, tendo sido responsável no final de 2011, pela reintegração dos membros da GLRP.

A GLLP/GLRP conta presentemente com 98 Lojas activas e mais de 2000 obreiros em todo o país.

A Reconciliação[editar | editar código-fonte]

A 17 de Dezembro de 2011 teve parte a cerimónia de reconciliação entre a GLRP e a GLLP, cujos passado dividia desde 1997 constituindo novamente e da forma original apenas um único corpo Maçónico.

Referências[editar | editar código-fonte]

Fonte:

- ‘A Maçonaria Regular’ de José Manuel de Morais Anes

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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