Itamarati de Minas

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Itamarati de Minas
  Município do Brasil  
Símbolos
Brasão de armas de Itamarati de Minas
Brasão de armas
Hino
Gentílico itamaratiense
Localização
Localização de Itamarati de Minas em Minas Gerais
Localização de Itamarati de Minas em Minas Gerais
Itamarati de Minas está localizado em: Brasil
Itamarati de Minas
Localização de Itamarati de Minas no Brasil
Mapa de Itamarati de Minas
Coordenadas 21° 24' 57" S 42° 49' 04" O
País Brasil
Unidade federativa Minas Gerais
Municípios limítrofes Cataguases, Leopoldina, Astolfo Dutra, Dona Eusébia, Descoberto
Distância até a capital 308 km
História
Fundação 30 de dezembro de 1962
Aniversário 1 de Março
Administração
Prefeito(a) Hamilton de Moura Filho (PT, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [2] 118,347 km²
População total (estimativa IBGE/2017[3]) 4 362 hab.
Densidade 36,86 hab./km²
Clima tropical
Altitude 200 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 36788-000 a 36789-999[1]
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [4]) 0,751 alto
PIB (IBGE/2008[5]) R$ 49 001,651 mil
PIB per capita (IBGE/2008[5]) R$ 11 683,75
Outras informações
Padroeiro(a) Bom Jesus dos Aflitos[6]
www.itamaratideminas.mg.gov.br (Prefeitura)
www.camaraitamarati.com.br (Câmara)

Itamarati de Minas é um município do estado de Minas Gerais, fica situada na zona da mata mineira, faz divisa com Astolfo Dutra, Cataguases, Descoberto, Dona Euzébia, e Leopoldina, no Brasil. Sua população, estimada em 2017 pelo IBGE, era de 4.362 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Itamarati" é uma palavra originária da língua geral setentrional: significa "rio das pedras pequenas", pela junção de itá (pedra), mirim (pequeno) e ty (rio).[7]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1891, atendendo aos fazendeiros da região, o governo estadual criou um distrito com sede no Engenho do Bom Sucesso. Assim, próximo ao engenho, foi erguido um povoado que, em 1962, emancipou-se de Cataguases, com o nome de Itamarati de Minas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município localiza-se na Mesorregião da Zona da Mata e dista, por rodovia, 308 km da capital, Belo Horizonte.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Relevo, Clima, Hidrografia[editar | editar código-fonte]

A altitude da sede é de duzentos metros, possuindo, no seu ponto culminante, a altitude de 1 215 metros. O clima é do tipo tropical, com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, com variações entre quinze graus centígrados (média das mínimas) e 27 °C (média das máximas). (ALMG)

O município faz parte da bacia do rio Paraíba do Sul, sendo banhado pelo Rio Novo, afluente do Rio Pomba, e pelo Ribeirão dos Pires, afluente do Rio Novo.[8]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2000

População total: 3 791

  • Urbana: 2 804
  • Rural: 987
  • Homens: 1 940
  • Mulheres: 1 851

(Fonte: AMM)

Densidade demográfica (hab./km²): 31,9

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 25,4

Expectativa de vida (anos): 71,1

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,1

Taxa de alfabetização: 83,7%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,751

  • IDH-M Renda: 0,653
  • IDH-M Longevidade: 0,768
  • IDH-M Educação: 0,833

(Fonte: PNUD/2000)

Referências

  1. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Estimativa populacional 2017 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2017. Consultado em 18 de janeiro de 2018 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 20. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  7. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 573.
  8. «Carta do Brasil SF-23-X-D-II-3 Astolfo Dutra» (JPG). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 10 de janeiro de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]