Jo Cox

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Jo Cox
Membro da Câmara dos Comuns
por Batley and Spen
Período 8 de maio de 2015
até 16 de junho de 2016
Antecessor(a) Mike Wood
Sucessor(a) Tracy Brabin
Dados pessoais
Nome completo Helen Joanne Leadbeater
Nascimento 22 de junho de 1974
Batley, West Yorkshire
Morte 16 de junho de 2016 (41 anos)
Leeds, West Yorkshire
Nacionalidade britânica
Alma mater Colégio Pembroke
Escola de Economia de Londres
Esposo Brendan Cox
Partido Trabalhista
Website Site oficial

Helen Joanne "Jo" Cox (nascida Helen Joanne Leadbeater; Batley, 22 de junho de 1974 – Leeds, 16 de junho de 2016) foi uma política britânica. Foi Membro do Parlamento (MP) pelo Partido Trabalhista pelo círculo eleitoral de Batley and Spen, desde as eleições gerais em maio de 2015 até à data da sua morte em junho de 2016, treze meses depois.

Nascida em Batley, no condado de West Yorkshire, e tendo crescido em Heckmondwike, Cox licenciou-se na Universidade de Cambridge em 1995, tendo começado a trabalhar como assessora política. Posteriormente juntou-se à organização não governamental Oxfam, onde veio a ser responsável pela divisão de política e defesa de direitos.

Foi selecionada para concorrer pelo círculo de Batley and Spen, quando o anterior representante decidiu que não iria concorrer novamente em 2015. Tendo assegurado o assento parlamentar para o Partido Trabalhista, empenhou-se na defesa de assuntos relacionados com a Guerra Civil Síria e fundou e presidiu o grupo parlamentar interpartidário Amigos da Síria.

Em 16 de junho de 2016, Cox foi baleada e esfaqueada repetidamente em Birstall, onde se encontrava para uma reunião com os seus eleitores. Morreu poucos minutos mais tarde em resultado dos ferimentos. Um homem de 52 anos foi preso por ter ligações com o ataque.

Início de vida e educação[editar | editar código-fonte]

Cox nasceu em 22 de junho de 1974 em Batley, no condado de West Yorkshire, Inglaterra, e foi criada em Heckmondwike, também localizada em West Yorkshire.[1][2] Sua mãe, Jean, era secretária em uma escola e seu pai, Gordon, trabalhou em uma fábrica.[3][4] Ela tinha uma irmã, chamada Kim.[5] Cox foi educada na Heckmondwike Grammar School.[6]

Cox estudou Ciências Social e Política no Colégio Pembroke, uma das instituições da Universidade de Cambridge, de onde graduou-se em 1995 com um Bacharelado em Artes (BA).[7][8] Ela foi a primeira pessoa de sua família a frequentar uma universidade.[9] Mais tarde, Cox estudou na Escola de Economia de Londres.[10]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Início da carreira[editar | editar código-fonte]

Após sua formatura, trabalhou como assessora da parlamentar trabalhista Joan Walley. Depois mudou-se para Bruxelas e trabalhou durante dois anos como assessora de Glenys Kinnock, que era Membro do Parlamento Europeu.[11][12] Entre 2001 e 2009, trabalhou para o grupo Oxfam, atuando primeiramente em Bruxelas como líder da campanha da empresa sobre reforma do comércio, e posteriormente como chefe de políticas e advocacia da Oxfam GB em 2005 e chefe de campanhas humanitárias da Oxfam Internacional em Nova Iorque em 2007. Seu trabalho no Oxfam, que incluía reuniões em Darfur e no Afeganistão, influenciou a sua carreira política.[11][13]

Em 2008, Cox trabalhou na campanha eleitoral do senador Barack Obama à presidência dos Estados Unidos.[14]

Seu trabalho em organizações sem fins lucrativos fizeram com que fosse contratada como assessora de Sarah Macaulay Brown (esposa do então Primeiro-Ministro Gordon Brown), que estava liderando uma campanha para evitar mortes durante a gravidez e o parto.[15] Além disso, foi presidente nacional da Rede de Mulheres Trabalhistas e uma assessora sênior do Freedom Fund, uma instituição de caridade anti-escravidão.[16][17]

Carreira política[editar | editar código-fonte]

O distrito Batley and Spen está localizado no condado de West Yorkshire (destacado no mapa).

Cox foi indicada pelo Partido Trabalhista para concorrer à Câmara dos Comuns na eleição geral de 2015 pelo distrito de Batley and Spen, onde o deputado trabalhista Mike Wood havia anunciado que não seria candidato.[18] Batley and Spen é geralmente um distrito seguro para os trabalhistas, e Cox venceu a eleição com 43,2% dos votos, aumentando a maioria trabalhista para 6.057 votos.[19]

Cox fez seu primeiro discurso na Câmara dos Comuns em 3 de junho de 2015. Neste discurso, comemorou a diversidade étnica de seu eleitorado, destacou os desafios econômicos enfrentados pela comunidade e instou o governo conservador do Primeiro-Ministro David Cameron a repensar sua abordagem em relação a regeneração econômica. [20]

Cox foi uma das 36 parlamentares trabalhistas a escolher Jeremy Corbyn para a liderança do partido na eleição interna de 2015, mas declarou naquele momento que o fez para tornar Corbyn elegível e encorajar um amplo debate (para tornar-se candidato à liderança é necessário o apoio de 35 parlamentares).[21] Corbyn elegeu-se líder com ampla maioria dos votos, e Cox acabou votando em Liz Kendall. Em 6 de maio de 2016, após as eleições locais, Cox e seu colega Neil Coyle disseram que arrependeram-se do apoio a Corbyn.[22][23]

Cox discursando na Câmara dos Comuns.

Cox fez campanha para uma solução para a Guerra Civil Síria. Em outubro de 2015 ela foi co-autora de um artigo no The Guardian em que argumentou que as forças militares britânicas poderiam ajudar a alcançar uma solução ética para o conflito, incluindo a criação de refúgios para civis na Síria.[24] No mesmo mês criou e tornou-se a presidente do grupo parlamentar Amigos da Síria.[25][26] Cox foi uma das cinco parlamentares trabalhistas a abster-se na votação de aprovação da intervenção militar do Reino Unido contra o ISIS na Síria. Ela votou desta forma por não considerar a intervenção uma estratégia eficaz e compreensiva para abordar o conflito e lidar com o presidente Bashar al-Assad.[27][28][29]

Cox fez parte do grupo parlamentar Amigos Trabalhistas da Palestina e do Oriente Médio, e pediu pelo fim do bloqueio à Faixa de Gaza. [30][31] Ela se opôs aos esforços do governo de reduzir o movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções ao estado de Israel, e escreveu em um artigo em seu site oficial: "Eu acredito que este é um grave ataque às liberdades democráticas. Não é apenas um direito boicotar empresas antiéticas, mas é o nosso dever fazê-lo."[32]

Cox defendeu a campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia durante o referendo marcado para 23 de junho de 2016.[33] Ela acreditava que a saída do país seria um "desastre" e que o debate não deveria ser reduzido à questão migratória, mas a outros assuntos como empregos, investimentos, segurança e a influência britânica no mundo. Em sua visão, a legislação da UE proporcionava maiores direitos aos trabalhadores e o Reino Unido estava mais seguro graças à UE.[34]

Assassinato[editar | editar código-fonte]

A biblioteca em Birstall onde Cox iria reunir-se com seus eleitores. Ela foi assassinada enquanto estava do lado de fora do local.

Em 16 de junho de 2016, Cox foi mortalmente baleada e esfaqueada enquanto estava do lado de fora de uma biblioteca em Birstall, no condado de West Yorkshire, onde ela estava prestes a realizar um encontro com seus eleitores marcado para as 13:00 horas.[35][36][37]

Segundo uma testemunha, ela foi baleada três vezes (uma perto de sua cabeça) e esfaqueada várias vezes. [38][39] Um homem de 77 anos foi gravemente ferido ao tentar impedir a morte da parlamentar.[40] Os relatos iniciais indicaram que o agressor gritou "Grã-Bretanha em primeiro lugar!".[41] O partido de extrema-direita Britain First emitiu um comunicado negando qualquer envolvimento ou encorajamento ao ataque e sugeriu que a frase "poderia ter sido um slogan qualquer em vez de uma referência ao nosso partido".[42][43]

Em um comunicado, a polícia de West Yorkshire disse que um médico havia constatado a morte de Cox às 13:48.[44][45] Ela foi a primeira parlamentar em exercício de suas funções a ser assassinada desde Ian Gow, um parlamentar conservador morto em 1990 por um carro-bomba do Exército Republicano Irlandês,[46] e foi a primeira agressão grave contra um parlamentar britânico desde 2010, quando o trabalhista Stephen Timms foi vítima de uma tentativa de assassinato.[47][48]

Um homem de 52 anos de idade, identificado como Thomas Mair, foi preso logo após o ataque por ter conexões com a morte de Cox.[49][50] Mair, que residia no distrito representado por Cox, tinha um histórico de problemas psiquiátricos e ligações com a Aliança Nacional, um grupo neonazista com sede nos Estados Unidos.[51][52] Em um comunicado emitido no dia seguinte ao ataque, a polícia de West Yorkshire disse que Cox foi vítima de um "ataque direcionado" e que as ligações do suspeito com o extremismo de extrema-direita eram a "linha prioritária da investigação."[53] Em 18 de junho, a polícia indiciou Mair por assassinato, ofensas corporais graves, posse de uma arma de fogo com intenção de cometer um crime inafiançável e posse de uma arma ofensiva.[54][55][56]

O esposo de Jo Cox, Brendan, emitiu uma declaração após sua morte em que instou as pessoas a "unir-se para lutar contra o ódio que a matou."[57][58] Entre aqueles que prestaram homenagem a Cox, o líder Partido Trabalhista Jeremy Corbyn a descreveu como uma mulher "excepcional, maravilhosa e muito talentosa," enquanto o Primeiro-Ministro David Cameron disse que "ela era uma excelente parlamentar com enorme compaixão e um grande coração."[59][60] Ambas as campanhas do referendo sobre a permanência do país na União Europeia foram suspensas devido à comoção causada pela morte de Cox e também como um sinal de respeito.[61]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Jo Cox foi casada com Brendan Cox, conselheiro do Partido Trabalhista e trabalhou como assessor de desenvolvimento internacional de Gordon Brown durante seu último período como Primeiro-Ministro.[62][63][64] Eles tiveram dois filhos, que tinham três e cinco anos de idade quando Cox foi morta.[65][66]

A família Cox dividia seu tempo entre sua casa no distrito de Batley and Spen e em uma casa flutuante no rio Tâmisa, ancorada perto da Ponte da Torre em Londres.[67][68]

Referências

  1. José Fialho Gouveia (17 de junho de 2016). «Homicídio de deputada suspende campanhas. Reino Unido em choque». Diário de Notícias. Consultado em 19 de junho de 2016 
  2. Matt Dathan (16 de junho de 2016). «A 'happy go lucky girl from Yorkshire': Jo Cox dedicated her life to helping the lives of people on the other side of the world but never forgot her local roots». Daily Mail. Consultado em 19 de junho de 2016 
  3. Kate McCann, Steven Swinford e Michael Wilkinson (16 de junho de 2016). «Jo Cox profile: The Yorkshire lass who achieved her 'dream' of representing her hometown in Westminster». The Telegraph. Consultado em 19 de junho de 2016 
  4. «UK:Centenas de britânicos prestam homenagem a Jo Cox». Euronews. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  5. «'She was perfect': Jo Cox's sister pays tribute to Labour MP». The Guardian. 18 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  6. Beth Ashton (17 de junho de 2016). «Who is Jo Cox? The Batley and Spen MP in profile». Examiner. Consultado em 19 de junho de 2016 
  7. Louise Tompkins (16 de junho de 2016). «Jo Cox MP (1974-2016)». Pembroke College. Consultado em 19 de junho de 2016 
  8. Patricia Rodríguez (16 de junho de 2016). «Jo Cox: uma jovem política britânica solidária e comprometida». EFE. Uol. Consultado em 19 de junho de 2016 
  9. «Quem era Jo Cox, a 'estrela nascente' da política britânica». BBC Mundo. Carta Maior. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  10. «Jo Cox obituary: Proud Yorkshire lass who became local MP». BBC. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  11. a b «Jo Cox obituary: Proud Yorkshire lass who became local MP». BBC. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  12. Stephen Castle e Pauline Bock (16 de junho de 2016). «Jo Cox, Member of British Parliament, Is Killed in Attack». The New York Times. Consultado em 19 de junho de 2016 
  13. Julia Langdon (16 de junho de 2016). «Jo Cox obituary». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  14. «Morreu a deputada inglesa atacada por alegado militante contra a União Europeia». Renascença. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  15. Christopher Hope (10 de junho de 2014). «Oxfam: MPs shocked by 'disgraceful' political campaigning». The Telegraph. Consultado em 19 de junho de 2016 
  16. Jim Pickard e Kate Allen (16 de junho de 2016). «Jo Cox, from activist to rising Labour party star». Financial Times. Consultado em 19 de junho de 2016 
  17. «Stockport pays tribute to MP Jo Cox». Stockport. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  18. Jason Beatle (16 de junho de 2016). «Jo Cox profile: Labour rising star praised for her commitment to international causes». Mirror. Consultado em 19 de junho de 2016 
  19. «Batley & Spen Parliamentary constituency». BBC. 8 de maio de 2015. Consultado em 19 de junho de 2016 
  20. «Devolution and Growth across Britain». United Kingdom Parliament. 3 de junho de 2015. Consultado em 19 de junho de 2016 
  21. «Maiden speech made by new MP Cox before nominating Corbyn». Batley & Birstall News. 19 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  22. Andrew Grice e Oliver Wright (10 de setembro de 2015). «Labour moderates plot fightback aimed at regaining control of party in the event of Jeremy Corbyn victory». Independent. Consultado em 19 de junho de 2016 
  23. Jo Cox e Neil Coyle (6 de maio de 2016). «We nominated Jeremy Corbyn for the leadership. Now we regret it». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  24. Andrew Mitchell e Jo Cox (11 de outubro de 2015). «British forces could help achieve an ethical solution in Syria». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  25. Toby Helm e Daniel Boffey (10 de outubro de 2015). «More than 50 Labour MPs to defy Jeremy Corbyn in vote on Syria». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  26. Kate Proctor (12 de fevereiro de 2016). «Jo Cox: Syrian ceasefire tipped in President Assad and Russia's favour». The Yorkshire Post. Consultado em 19 de junho de 2016 
  27. Jo Cox (2 de dezembro de 2015). «With Regret, I Feel I Have No Other Option But to Abstain on Syria». Huffington Post. Consultado em 19 de junho de 2016 
  28. Andrew Grice (16 de junho de 2016). «Jo Cox: The Labour MP who campaigned tirelessly for refugees». The Independent. Consultado em 19 de junho de 2016 
  29. Alice Foster (16 de junho de 2016). «Who was Jo Cox? Dedicated Labour MP, loving mother and passionate campaigner mourned». Sunday Express. Consultado em 19 de junho de 2016 
  30. «Ashrawi: Palestine Mourns the Loss of Labor MP Jo Cox». The Palestine Chronicle. 19 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  31. «Making the progressive case for peace in Palestine and Israel» (PDF). Amigos Trabalhistas da Palestina e do Oriente Médio. Consultado em 19 de junho de 2016 
  32. Jo Cox (17 de fevereiro de 2016). «Israel boycott ban». Site oficial de Jo Cox. Consultado em 19 de junho de 2016 
  33. Isaac Bigio (17 de junho de 2016). «REINO UNIDO - Jo Cox defendia refugiados e permanência do país na UE». Brpress. Consultado em 18 de junho de 2016 
  34. Jo Cox (25 de fevereiro de 2016). «Newspaper column: EU debate must be honest, frank and responsible». Site de Jo Cox. Consultado em 18 de junho de 2016 
  35. «Deputada britânica é baleada e esfaqueada». O Paraná. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  36. Andreia Miranda (16 de junho de 2016). «Morreu a deputada britânica baleada e esfaqueada na rua». Tvi 24. Consultado em 19 de junho de 2016 
  37. «Surgeries». Site oficial de Jo Cox. Consultado em 19 de junho de 2016 
  38. «Deputada britânica morreu após ter sido baleada e esfaqueada». Jornal de Notícias. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  39. Filipa Silva (16 de junho de 2016). «Deputada britânica morre na sequência de ataque violento». Jornalismo Porto Net. Consultado em 19 de junho de 2016 
  40. «Polícia investiga vínculos do assassino de Jo Cox com extrema direita». EFE. Uol. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  41. Patricia Tubella (16 de junho de 2016). «Deputada britânica morre após ser baleada e esfaqueada na rua na Inglaterra». El País. Consultado em 19 de junho de 2016 
  42. Richard Hartley-Parkinson (16 de junho de 2016). «MP Jo Cox dies after being shot and stabbed 'by man shouting Britain First'». Metro. Consultado em 19 de junho de 2016 
  43. Patrick Foster (16 de junho de 2016). «Britain First: Who are the far-right group whose name was 'shouted by Jo Cox gunman'?». The Telegraph. Consultado em 19 de junho de 2016 
  44. «Jo Cox MP dead after shooting attack». BBC. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  45. Adam Withnall (16 de junho de 2016). «Jo Cox: Police statement in full announcing death of Labour MP». Independent. Consultado em 19 de junho de 2016 
  46. Krishnadev Calamur, Matt Vasilogambros e Matt Ford (16 de junho de 2016). «Jo Cox Killing: What We Know». The Atlantic. Consultado em 19 de junho de 2016 
  47. Denver Nicks (16 de junho de 2016). «Assassinated British MP Was a Vocal Humanitarian». Time. Consultado em 19 de junho de 2016 
  48. Haroon Siddique (16 de junho de 2016). «MPs who have been attacked while in office». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  49. Patrick Foster, Robert Mendick e Michael Wilkinson (16 de junho de 2016). «Thomas Mair: Man arrested in connection with Jo Cox attack was a 'loner' with 'history of mental health problems'». The Telegraph. Consultado em 19 de junho de 2016 
  50. Stephen Castle (17 de junho de 2016). «Thomas Mair, Suspect in Jo Cox Killing, Is Investigated for Possible Neo-Nazi Ties». The New York Times. Consultado em 19 de junho de 2016 
  51. Helen Pidd (17 de junho de 2016). «Suspect in Jo Cox's killing described as quiet, polite and reserved». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  52. Shawn Pogatchnik e Jill Lawless (17 de junho de 2016). «UK police charge man with murder in Jo Cox slaying». Associated Press. The Big Story. Consultado em 19 de junho de 2016 
  53. Robert Booth, Vikram Dodd e Nazia Parveen (17 de junho de 2016). «Jo Cox killing: suspect's far-right links a 'priority line of inquiry'». The Guardian. Consultado em 19 de junho de 2016 
  54. «Jo Cox MP death: Thomas Mair in court on murder charge». BBC. 18 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  55. Pablo Guimón (18 de junho de 2016). «"Morte aos traidores", diz ao juiz o detido por assassinar deputada britânica». El País. Consultado em 19 de junho de 2016 
  56. «Polícia indicia assassino de deputada britânica e investiga radicalismo». O Globo. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  57. «Eurogrupo faz um minuto de silêncio por deputada britânica assassinada». Jornal Floripa. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  58. «Marido da deputada assassinada pede luta "contra o ódio que a matou"». SIC. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  59. «David Cameron e Jeremy Corbyn prestam homenagem conjunta a Jo Cox». Dinheiro Vivo. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  60. «Agressor de deputada britânica teria apoiado neonazistas». DW. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  61. «Campanha sobre "brexit" permanece suspensa devido a assassinato de deputada». Terra. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  62. «Jo Cox. A deputada que "lutava por um mundo melhor"». Diário de Notícias. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  63. Alexandra Sims (16 de junho de 2016). «Jo Cox death: MP's husband Brendan Cox says wife was 'killed by hate'». Independent. Consultado em 19 de junho de 2016 
  64. Danny Boyle e Raziye Akkoc (17 de junho de 2016). «Labour MP Jo Cox dies after being shot and stabbed as husband urges people to 'fight against the hate' that killed her». The Telegraph. Consultado em 19 de junho de 2016 
  65. «Jo Cox: uma política experiente na Europa e no ativismo». Agence France-Presse. IstoÉ. 16 de junho de 2016. Consultado em 18 de junho de 2016 
  66. «MP Jo Cox Killed In 'Appalling' Street Attack». Sky News. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  67. «Assassinato de deputada pode influenciar votação no Reino Unido». O Globo. 17 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 
  68. «Jo Cox: uma jovem política britânica solidária e comprometida». Terra. 16 de junho de 2016. Consultado em 19 de junho de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Legislador
Precedido por:
Mike Wood
Membro do Parlamento
por Batley and Spen

2015–2016
Sucedido por:
Tracy Brabin