Max Beckmann

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Max Beckmann
Nascimento 12 de fevereiro de 1884
Leipzig
Morte 27 de dezembro de 1950 (66 anos)
Nova Iorque
Cidadania Alemanha
Ocupação pintor, escultor, gravador, escritor, professor universitário, artista gráfico
Magnum opus Auto-retrato com lenço vermelho
Movimento estético expressionismo
Causa da morte ataque cardíaco

Max Beckmann (Leipzig, 12 de fevereiro de 1884Nova Iorque, 27 de dezembro de 1950) foi um pintor expressionista alemão e artista gráfico cujas obras transmitem uma visão pessimista da sociedade.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Max Beckmann nasceu na Alemanha, em Leipzig, em 1884 e estudou na Academia de Belas Artes de Weimar. Suas primeiras obras são de estilo impressionista. A sua dramática experiência como ajudante no corpo médico durante na 1ª Guerra Mundial, levou-o a pintar obras enérgicas e de grande dramatismo, caracterizadas por contornos muito marcados, colorido forte e violência implacável. Tal como as obras do movimento Nova Objetividade (do alemão Neue Sachlichkeit), os seus quadros expressavam uma crítica social à Alemanha do pós-guerra. Na década de 1930, Beckmann refletiu a sua consternação pela ascensão do nacional-socialismo em nove trípticos, que são gigantescas alegorias figurativas com cores estridentes, como A Partida (1932-1933 Museu de Arte Moderna, Nova Iorque). Beckmann pintou esta obra imediatamente depois que os nazistas o destituiram do cargo de professor de arte na Escola de Arte Städel, de Frankfurt, por ser considerado artista degenerado. Em 1937 emigrou para Amsterdã ao saber que a sua obra seria exposta como arte degenerada numa exposição nazista. Em 1947 mudou-se para os Estados Unidos. Entre 1947 e 1949, foi professor na Universidade Washington de Saint Louis (Missouri), lugar que abandonou para ir para Nova Iorque, onde morreu no ano seguinte.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]