Museu Guggenheim Bilbao

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Museu Guggenheim Bilbao
Tipo edifício de museu, museu
Inauguração 1997 (26 anos)
Visitantes 530 967
Administração
Proprietário(a) Fundação Solomon R. Guggenheim
Operador(a) Fundação Solomon R. Guggenheim
Página oficial (Website)
Geografia
Coordenadas 43° 16' 7.788" N 2° 56' 2.756" O
Localidade Abando
Localização Bilbau - Espanha

O Museu Guggenheim Bilbao, situado na cidade basca de Bilbau é um dos cinco museus pertencentes à Fundação Solomon R. Guggenheim no mundo. Projetado pelo arquiteto canadense naturalizado norte-americano Frank Gehry, é hoje um dos locais mais visitados da Espanha. Seu projeto foi parte de um esforço para revitalizar Bilbau e, hoje, recebe visitantes de todo o mundo.

Projeto[editar | editar código-fonte]

Sua construção se iniciou em 1992, sendo concluído cinco anos mais tarde. Duas equipes, uma em Bilbau e outra em Los Angeles, trabalharam conjuntamente na elaboração do projeto, que só foi possível graças ao uso de um software CAD nos cálculos estruturais. Alguns especialistas questionavam a possibilidade de execução da obra, por causa de suas formas complexas.

Primeiramente foram feitos esboços e modelos do edifício. Depois, esses modelos foram escaneados e mapeados, e, com o auxílio do software, foram detalhados os cálculos da estrutura e os modelos virtuais em 3D das peças construtivas. Desse modo, foi possível erguer uma estrutura formada por curvas complexas e torcidas.

Características[editar | editar código-fonte]

Vista do museu

Externamente, o museu é coberto por superfícies de titânio curvadas em vários pontos, que lembram escamas de um peixe, mostrando a influência das formas orgânicas presentes em muitos trabalhos de Gehry. Do átrio central, que tem 50 metros de altura e lembra uma flor cheia de curvas, partem passarelas para os três níveis de galerias. Visto do rio, o edifício parece ter a forma de um barco, homenageando a cidade portuária de Bilbao que teve bons anos de festa marítima.

Acervo[editar | editar código-fonte]

As exposições no museu mudam frequentemente e contêm principalmente trabalhos realizados ao largo do século XX, sendo as obras pictóricas tradicionais e as esculturas uma parte minoritária comparada com outros formatos de instalações artísticas. O ponto alto, e a única exposição permanente, é The Matter of Time, uma série de esculturas em aço desenhadas por Richard Serra. Muitos consideram o edifício mais importante do que as obras que fazem parte da coleção do museu.

Críticas[editar | editar código-fonte]

O museu recebeu várias críticas desde que começou a ser construído, por ser um museu de vanguarda, mas somente por fora, pois as salas de exposição são quase todas iguais a de outros museus, ou seja, inovou-se no exterior mas não na função básica do museu, que é conservar e expor obras de arte. E por ser o museu tão inovador uma crítica que ele recebe é justamente ser mais atraente que as próprias obras expostas.

Também é muito criticado por seu elevado custo e pelo caráter quase experimental de muitas das inovações usadas em sua construção, que fazem com que os custos de manutenção e limpeza sejam elevados.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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