Nativismo

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Nativismo para a antropologia é toda ação que procure valorizar a cultura de um lugar, em reação à imposição de uma cultura externa, em geral dominante.

O nativismo faz-se sentir especialmente na história dos povos que foram colonizados por outros, muitas vezes através de revoltas e motins, culminando mais adiante na própria emancipação - ou na completa aculturação.

História do nativismo no Brasil[editar | editar código-fonte]

Com a formação paulatina de uma consciência nacional no Brasil Colônia, a partir da segunda metade do século XVII, eclodiram movimentos e pequenas revoltas, denominados pelos historiadores de movimentos nativistas - posto que em comum guardavam todos este incipiente sentimento de nação.

Nativismo no Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

No Rio Grande do Sul existe um movimento musical conhecido como nativismo. Os adeptos do movimento se concentram principalmente em festivais (diferente dos tradicionalistas, que se concentram em CTGs), e é um movimento fundamentalmente musical, formado por músicos que buscam mostrar um trabalho de qualidade e profundamente ligado às raízes da cultura gaúcha.

Cabo Verde[editar | editar código-fonte]

Este sentimento foi patente, em final do século XIX, com Luís Loff de Vasconcelos, José Lopes e Pedro Monteiro Cardoso e ainda o papel exercido por Eugénio Tavares, que publicava, a partir de Lisboa, um jornal exortando por melhorias na então Colônia.

Túpac Amaru[editar | editar código-fonte]

Na América Espanhola andina, o maior exemplo deste sentimento foi o movimento liderado pelo cacique descendente dos incas Túpac Amaru II, entre os anos de 178081, o maior ocorrido até então.

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