Revolução de 1909
| Revolução de 1909 | |||||||
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A Legião Democrata invade a capital de Goiás, 1.º de maio de 1909 | |||||||
| Período | 7 de abril– 24 de julho de 1909 (3 meses e 3 dias) | ||||||
| Local | Goiás | ||||||
| Causas | Homologação de Hermenegildo de Morais, sogro do oligarca José Xavier de Almeida, como candidato a presidente de Goiás, seguida da sua eleição em 2 de março. | ||||||
| Objetivos | Derrubada do grupo da família Xavier de Almeida Recondução do grupo político de Leopoldo de Bulhões e Totó Caiado ao governo do estado. | ||||||
| Resultado |
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| Partes | |||||||
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| Líderes | |||||||
| Unidades envolvidas | |||||||
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| Baixas | |||||||
| Morte(s) | C. +102 | ||||||
| Feridos | Centenas | ||||||
A Revolução de 1909 foi um conflito sócio-político armado que durou dois meses ocorrido no estado brasileiro de Goiás. O movimento iniciou-se quando o sogro do ex-presidente estadual de Goiás, José Xavier de Almeida, Hermenegildo de Morais, foi indicado para ser o candidato governista à presidência estadual e sua inscrição foi homologada para o pleito daquele ano, além deste ter sido eleito em 2 de março daquele ano.[1] O fato provocou uma reação armada do grupo político de Leopoldo de Bulhões, Eugênio Rodrigues Jardim e de Antônio Ramos Totó Caiado, que resultou na derrubada da família Xavier de Almeida e no retorno do grupo de ambos, além da formação do Partido Democrata, que dominou a política goiana nos anos seguintes.[2][3][4]
Contexto
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Durante os períodos do Segundo Reinado e da República Velha, Goiás foi palco de disputas políticas entre oligarquias rurais. Famílias tradicionais como a Ramos Caiado, Fleury, Xavier de Almeida, a família Bulhões, dentre outras. Com a Proclamação da República do Brasil, deu-se predominância do grupo de Leopoldo de Bulhões, ligado ao governo federal e que exerceria mais tarde, o ministério da Fazenda em dois governos. Porém, em 1901 a 1909 ascendeu a família Xavier de Almeida, com a eleição de José e de seu grupo político, como Miguel da Rocha Lima. Inicialmente ligado aos Bulhões, José Xavier distanciou-se cada vez mais e homologou seu sogro, Hermenegildo Lopes de Morais, para a candidatura do governo estadual, ao invés de um candidato ligado aos Bulhões. A ação levou à união de Totó Caiado e de Bulhões, na formação de tropas que ficaram conhecidas como Legião Democrata, estava iniciada a Revolução de 1909.[1][2]
José Xavier de Almeida
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Nascido na cidade de Goiás em 23 de janeiro de 1871, José Xavier de Almeida era um bacharel de direito formado na Faculdade de Direito de São Paulo, que iniciou sua carreira política como Secretário de Justiça e do Interior no governo de Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, de 1895 a 1898, assumindo uma vaga estadual em 1897 de deputado e continuando no cargo de secretário no primeiro governo de Urbano de Gouveia, de 1898 a 1901. Foi eleito deputado federal pelo seu estado, em 1900, porém renunciou ao cargo para se candidatar, com apoio da família Bulhões, como presidente do estado em 1901. Porém, Xavier de Almeida, desrespeitou os Bulhões ao se casar com Amélia, filha do coronel Hermenegildo de Morais e rival da família. Os Bulhões consolidavam suas alianças por vias matrimoniais.[5]
Em seguida, Xavier de Almeida passou a se aproximar de rivais dos Bulhões, realizar políticas fiscais mais severas e apoiou Miguel da Rocha Lima, candidato do Partido Republicano Federal, no lugar do senador Joaquim José de Sousa, na eleição de 1905, o que mais tarde resultaria numa crise política, pois os bulhonistas declararam que seu candidato havia ganhado e que Rocha Lima havia fraudado as urnas; e exigiram do Congresso Nacional e da Consultoria Geral da República, uma intervenção federal no estado de Goiás, o que mais tarde seria negado por ambos os órgãos públicos.[6] O Xavierismo ganhou maioria no pleito anterior de 1904 para o Legislativo Estadual. Além disso, para o pleito de 1909, foi declarado como candidato governista, o sogro de José Xavier, Hermenegildo Lopes de Morais. Hermenegildo foi eleito, porém tal pleito ocasionou na oposição se voltando contra o resultado de modo intenso, sob a liderança do ex-ministro da Fazenda, Leopoldo de Bulhões.[5]
Hermenegildo Lopes de Moraes
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Nascido em Itaberaí em 13 de abril de 1833, Hermenegildo Lopes de Morais começou a carreira política ao ser nomeado em 1883, vice-presidente da Província de Goiás e em seguida, se tornou coronel da Guarda Nacional. Com a Proclamação da República, propôs-se à política de unificação e paz entre os grupos políticos de Goiás, auxiliando na formação do Centro Republicano de Goiás, o PRG. Em 1894, foi eleito para um mandato como deputado federal pelo seu estado, permanecendo, após uma reeleição, até 1899, quando passou a dedicar-se a cargo de 3º vice-presidente estadual, que tinha acumulado na eleição do ano anterior. Urbano Gouveia, aliado dos Bulhões fora eleito. Após a vice-presidência, foi eleito deputado federal em 1906. Em 1909, foi apoiado pelo genro, José Xavier e pelo governador, Miguel da Rocha Lima. O grupo de Hermenegildo e de Xavier, receberam largas votações e vagas no Legislativo e Hermenegildo vence, porém é impedido pela revolução que se sucedeu, permaneceu como deputado.[7]
Leopoldo de Bulhões
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Por sua vez, Leopoldo de Bulhões nasceu em Goiás, a capital estadual, no dia 28 de setembro de 1856, seu avô foi José Rodrigues Jardim senador e presidente daquela província. Estudou direito na Faculdade do Largo de São Francisco, bacharelando-se. Participou ativamente da política durante o Segundo Reinado, tendo se filiado em 1880, ao Partido Liberal. Tornou-se republicano e pró-federalismo, se tornando deputado geral; fundou ao lado de Joaquim Xavier Guimarães Natal fundou o Partido Republicano de Goiás. Com a Proclamação da República do Brasil, voltou a ser deputado da Constituinte de 1891, sempre se opondo às políticas de Rui Barbosa.
Organizou estudos sobre a reestruturação do Banco da República em conjunto à uma comissão. Foi eleito presidente estadual em 1892, porém preferiu continuar o exercício no Legislativo. Embora apoiasse Prudente de Morais, defendeu os revoltosos da Revolução Federalista, por vias de seus discursos. Assumiu uma vaga no Senado Federal do Brasil, por Goiás, exercendo a presidência da Casa e atingindo o apogeu de sua influência política no estado. Apoiou Urbano Coelho de Gouveia e José Xavier de Almeida, porém o último começou cada vez mais a se afastar dos Bulhões e seu grupo, o que fez Leopoldo conspirar na capital. A conspiração tomou força em março de 1909, quando pela segunda vez vencia um candidato xavierista, Hermenegildo Lopes de Morais. Leopoldo, une forças com a oposição ao lado do deputado federal, Antônio Ramos Caiado, também oligarca, depondo Miguel da Rocha Lima, desestabilizaram o governo de Francisco Bertoldo de Sousa e seu vice, acabando por nomear um presidente, Urbano de Gouveia. Tudo isso, dava-se à sustentação politica do governo federal.[2][8]
Antônio Ramos Caiado
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Antônio Ramos Caiado também era natural de Goiás, tendo nascido em 15 de maio de 1874, na capital da província homônima, sendo neto de Antônio José Caiado, presidente e senador de Goiás. Seu pai, Torquato Ramos Caiado, foi senador estadual por Goiás de 1905 a 1908, seu irmão Brasil Ramos Caiado presidiu o estado, Leão Di Ramos, também seu irmão, exerceu legislatura no Senado Estadual por duas vezes e Arnulfo foi deputado estadual. Seu cunhado era Eugênio Rodrigues Jardim. Estudou no Liceu de Goiás e formou-se em direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, tendo se alistado no Batalhão Acadêmico, de objetivos floreanistas. Em 1897, foi eleito deputado estadual, em 1899 foi conselheiro municipal de sua cidade natal. Foi o secretário estadual do Interior, Justiça e Segurança nas presidências de José Xavier de Almeida e Miguel da Rocha Lima.[9]
Como um político situacionista, Caiado passou a dar apoio a Bulhões e seu grupo político, devido as eleições estaduais de 1909. Mas também era opositor de Bulhões anteriormente, uma das razões pelo qual apoiou o xavierismo. Caiado havia tido problemas e desavenças pessoais e políticas no momento em que José Xavier não indicou mais aliados da base caiadista e parou de dar suporte à Totó. Tais ações políticas, somadas às indicações de Gonzaga Jaime e a autoindicação de Xavier de Almeida na disputa ao Senado Federal, levaram Caiado a se exonerar da chefia Secretaria em 3 de julho de 1908.[10] Com a Política das Salvações em 1912, Bulhões foi afastado da política de Goiás, indo para Alagoas e Caiado predominou, se reelegendo como deputado federal e assumindo o Senado.[9]
Conflito
[editar | editar código]Embora embasado politicamente por José Xavier, Gonzaga Jaime passou a negociar com seu opositor, Leopoldo de Bulhões; e pouco depois do marechal e senador federal Brás Abrantes, declarar-se opositor do grupo xavierista, Gonzaga Jaime repetiu o ato. Com isso, Bulhões, Caiado, Jaime e Abrantes, passaram a discutir formas de desestabilizar e derrubar a ala de Xavier de Almeida do governo do estado. Em 11 de julho de 1908, o jornal Goyaz lança o Manifesto Gonzaga Jayme, que simboliza essa crise política no estado. Esse grupo passou a se denominar de Oposição Republicana do Estado ou Coligação Republicana. A agremiação partidária lança seus candidatos ao Legislativo Federal: Leopoldo de Bulhões para o Senado e para a Câmara dos Deputados, Totó Caiado, Marcelo Francisco Silva e Padre Trajano Balduíno. A Coligação Republicana se mobilizou para obter concessões e para articular mais alianças. Um exemplo dessas articulações foi a adesão de Sebastião Fleury Curado, que desde a eleição presidencial no Brasil em 1891 mantinha-se como opositor dos Bulhões.[11]
Paralelo às alianças, Leopoldo de Bulhões visitava o sul do estado, reunindo correligionários e em 10 de janeiro de 1909, formalizou a fundação do Partido Democrata. Nas eleições de 30 de janeiro, os grupos opositores se defrontaram nas urnas, em meio às trocas de acusações, difamações, aliciamentos e conchavos. Os resultados, todavia, não auxiliaram o PD. Conforme diplomação da Junta Apuradora Oficial, para o Senado Federal, venceu José Xavier de Almeida, com 2 767 votos; já para a Câmara dos Deputados, foram eleitos João Alves de Castro, desembargador e ex-presidente estadual da ala xavierista, com 3 136 votos, Hermenegildo Lopes de Moraes Filho, cunhado de Xavier de Almeida, com 2 999 votos, Eduardo Sócrates, igualmente xavierista, totalizou 2 893 votos; sendo que apenas Antônio Ramos Caiado, partidário de Bulhões, não foi depurado, alçando 2 246 votos.[11]
Todavia, oposicionistas que integravam à Junta Apuradora não aceitaram o resultado, declarando que 20 "autênticos", vindos do interior, não haviam chegado na data da apuração; sendo assim, exigiu-se que fosse refeita a apuração. Esse retrabalho levou à uma vitória do grupo bulhonista: Leopoldo de Bulhões venceu como Senador, com um total de 4 348 votos e Marcelo Francisco da Silva, para deputado federal, com 4 143 votos, reconhecendo-se apenas a vitória dos situacionistas João Alves de Castro e Hermenegildo Lopes de Moraes Filho. Caiado permaneceu como eleito. Com a declaração de que o grupo xavierista havia vencido, a Junta Oficial levou a mais uma crise política e instabilidade institucional dentro do estado de Goiás.[11]
Reunidos os grupos anti-xavieristas, passou a circular boatos de um golpe de estado armado por parte dos democratas goianos. Gonzaga Jaime e seus aliados arregimentaram tropas, junto com o apoio do então coronel Eugênio Rodrigues Jardim, que passou ao Partido Democrata. A crise começa a se agravar quando o presidente do estado, Miguel da Rocha Lima, licencia-se do Executivo, em 11 de março de 1909, alegando problemas de saúde.[12] Toma posse Francisco Bertoldo de Sousa, o que facilitou para a oposição isolar Xavier de Almeida. Junto a isso, reuniam-se na chácara de Baumann, poucos quilômetros da capital homônima de Goiás, o marechal Abrantes e três coronéis do Exército Brasileiro: Eugênio Rodrigues, seu irmão, Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim e Virgílio José de Barros; todos eles tramavam compras de armas de fogo e organização de estratégias militares para tomar a presidência estadual.[13][14]
Por sua vez, Leopoldo de Bulhões e o Partido Democrata, pressionavam pela renúncia do 1.º Vice-Presidente, Francisco Bertoldo de Sousa, pois José da Silva Batista (ou Zeca da Silva) 3.º Vice-Presidente e próximo na linha sucessória, já havia se unido à conspiração democrata. O estopim para a Revolução de 1909, foi quando Hermenegildo Lopes de Morais venceu o pleito presidencial de Goiás em 2 de março, levando a não aceitação da derrota pelo PD, que rapidamente iniciou a execução de seu plano para a tomada do poder. Bulhões rapidamente começou a articular com seus contatos no Rio de Janeiro, a fim de concretizar sua revolução. Xavier de Almeida, por sua vez, contatou o Presidente do Brasil, Afonso Pena, a fim de evitar que um golpe de estado se consumasse, solicitando apoio presidencial e federal. Seguiu-se, em 7 de abril, a movimentação armada para depor os xavieristas. De um lado, Bulhões dizia que a movimentação de 1 400 (total das duas colunas da Legião Democrata) estavam ali apenas para assistir o trabalho da Junta Apuradora. De outro, o deputado federal Hermenegildo Lopes de Morais Filho declarava que se tratava de uma insurreição armada contra o governo democraticamente eleito. Poucos dias após a mobilização, uniu-se aos esforços dos xavieristas, o Chefe da Polícia, Abel Coimbra, que enviou mais de 100 homens armados com carabinas e também solicitava suporte à capital federal. Todavia, os esforços de ambos não possuíram nenhum resultado.[11]
Suporte federal
[editar | editar código]Afonso Pena, 6.º Presidente do Brasil deu suporte para garantir que o governo xavierista não fosse deposto, todavia faleceu em 14 de junho, em meio o conflito.
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Nilo Peçanha, 5.º Vice-presidente do Brasil e 7.º Presidente, substituiu Afonso Pena após sua morte, nomeou Bulhões para integrar seu gabinete e retirou o suporte militar para o governo xavierista, dando legalidade institucional para o golpe de estado planejado por Bulhões e os democratas.
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O Presidente Afonso Pena, após várias solicitações, enviou o 8.º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro para dar suporte bélico, enviando canhões e armas. Todavia, a ação de Pena ocorreu em junho, pouco tempo antes de vir a óbito no dia 14 daquele mês. Seu sucessor, Nilo Peçanha, não só cancelou o envio de auxílio militar, como havia nomeado para ser seu Ministro da Fazenda, o próprio José Leopoldo de Bulhões Jardim; lhe dando respaldo para continuar a insurreição armada, além de lhe dar validade institucional. Francisco Bertoldo já havia entregue o cargo ao Presidente do Senado Estadual de Goiás, Joaquim Rufino Ramos Jubé, que assumiu interinamente até que Zeca Batista tomasse posse e, com a vitória do grupo, passou a presidência para Urbano Coelho de Gouveia, marechal e democrata derrotado no pleito contra Hermenegildo.[11]
Desfecho
[editar | editar código]A mobilização armada que se seguiu por dois meses, resultou na queda de 2 governadores: Miguel da Rocha Lima e Francisco Bertoldo de Sousa; seguida da assunção de José da Silva Batista, aliado dos golpistas.[11]
O Partido Democrata nomeou Urbano Coelho de Gouveia para reassumir o governo, obtendo a vitória eleitoral do mesmo após a depuração de Hermenegildo Lopes de Morais. A assunção de Urbano marcou o fim da Revolução de 1909, que deixou mais de 102 baixas (considerando a morte de Barnabé, artilheiro governista e o massacre da tropa de Abel Coimbra, que também morreu em combate).[11] Os Bulhões e os Caiado retornam ao poder, porém em 1912, o presidente da República, Hermes da Fonseca intervém no estado, mas, remove apenas Leopoldo, que perdeu totalmente sua influência política local. Totó Caiado e sua estrutura de influência política foram mantidas, o que justifica o fato deste ter ascendido à presidência do PD.[2][3]
Com a Revolução de 1930, o grupo xavierista indireta e temporariamente retornou ao comando do estado, por vias do genro de José Xavier, Taciano Gomes de Melo, nomeado interventor e eleito constituinte, deputado federal e senador.[15] A família Caiado permaneceu afastada da política goiana durante toda a Era Vargas.[16]
Notas e referências
Notas
Referências
- ↑ a b Manhã, Diario da (4 de maio de 2015). «A primeira miss Goiás e a revolução de 1909[1] | Diario da Manhã». Diário da manhã. Consultado em 6 de dezembro de 2023. Arquivado do original em 22 de outubro de 2025
- ↑ a b c d «O CORONELISMO NO ESTADO DE GOIÁS. - 1 A REPÚBLICA E O CORONELISMO». 1library.org. Consultado em 7 de dezembro de 2023
- ↑ a b «História do Legislativo de Goiás» (PDF). web.archive.org. Consultado em 6 de dezembro de 2023
- ↑ «Totó Caiado, Goyaz e o centenário do jornal O Democrata». Diário da Manhã (Goiânia). Consultado em 28 de junho de 2016
- ↑ a b «ALMEIDA, José Xavier de» (PDF). Fundação Getúlio Vargas (FGV). Consultado em 7 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2023
- ↑ «Passado a Limpo: A provocação para intervenção federal em Goiás em 1905». Consultor Jurídico. Consultado em 11 de março de 2026
- ↑ «MORAIS, Hermenegildo Lopes de» (PDF). Fundação Getúlio Vargas (FGV). Consultado em 7 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2023
- ↑ «BULHÕES, Leopoldo de» (PDF). Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 7 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2023
- ↑ a b «CAIADO, Antonio Ramos» (PDF). Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 10 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2023
- ↑ RIBEIRO, Miriam Bianca Amaral (1996). «MEMÓRIA, FAMÍLIA E PODER: HISTÓRIA DE UMA PERMANÊNCIA POLÍTICA - OS CAIADO EM GOIÁS» (PDF). Universidade Federal de Goiás. Orientada por Nasr Fayad Chaul. Consultado em 26 de setembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 26 de setembro de 2025 – via https://www.historiografia.com.br/tese/2671
- ↑ a b c d e f g ARAÚJO, Maria Luiza (6 de maio de 1981). «HISTÓRIA DE UMA TRANSIÇÃO DE OLIGARQUIAS: GOIAS (1899-1909)» (PDF). Universidade Federal de Goiás. Consultado em 11 de março de 2026. Resumo divulgativo
- ↑ «LIMA, Miguel da Rocha» (PDF). CPDOC-FGV. Consultado em 18 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2023
- ↑ «JARDIM, Francisco Leopoldo Rodrigues» (PDF). Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Consultado em 11 de março de 2026
- ↑ Fleury, Bento (9 de setembro de 2024). «Tereza Alencastro Caiado de Godoy e o legado da mulher vilaboense». Jornal Opção. Consultado em 11 de março de 2026
- ↑ «Senador Taciano de Mello - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 7 de dezembro de 2023
- ↑ «História – A era Vargas, uma introdução – Conexão Escola SME». Consultado em 7 de dezembro de 2023
