Goiás (município)

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Município de Goiás
"Cidade de Goiás/Goiás Velho"
Casario na Cidade de Goiás

Casario na Cidade de Goiás
Bandeira indisponível
Brasão de Goiás
Bandeira indisponível Brasão
Hino
Aniversário 25 de julho
Fundação 1729 (289 anos)
Gentílico vilaboense ou goiano [1]
CEP 76600-000
Prefeito(a) Selma Bastos (PT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Goiás
Localização de Goiás em Goiás
Goiás está localizado em: Brasil
Goiás
Localização de Goiás no Brasil
15° 56' 02" S 50° 08' 24" W15° 56' 02" S 50° 08' 24" W
Unidade federativa Goiás
Mesorregião Noroeste Goiano IBGE/2008 [2]
Microrregião Rio Vermelho IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Faina, Mossâmedes, Itaberaí, Itapirapuã, Matrinchã, Heitoraí, Itapuranga, Buriti de Goiás, Novo Brasil e Guaraíta
Distância até a capital 148 km
Características geográficas
Área 3 108,018 km² [3]
População 22 916 hab. Estimativa de população IBGE/2018[4]
Densidade 7,37 hab./km²
Altitude 496 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,736 elevado PNUD/2000 [5]
PIB R$ 214 036,310 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 8 610,01 IBGE/2008[6]

Goiás[7] é um município brasileiro, antiga capital do estado homônimo. Sua população estimada em 2018 era de 22 916 habitantes de acordo com o IBGE.[4] O município foi reconhecido em 2001 pela UNESCO como sendo Patrimônio Histórico e Cultural Mundial por sua arquitetura barroca peculiar, por suas tradições culturais seculares e pela natureza exuberante que o circunda.

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Centro Histórico de Goiás
Líder caiapó

Antes da chegada dos europeus ao continente americano, a porção central do Brasil era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés etc.[8]

Descobertas as Minas Gerais de um lado e as minas de Cuiabá, de outro, no século XVII, uma ideia renascentista (a de que os filões de metais preciosos se dispunham de forma paralela em relação ao equador) iria alimentar a hipótese de que, entre esses dois pontos, também haveria do mesmo ouro. Assim, foram intensificadas as investidas bandeirantes, principalmente paulistas, em território goiano, que culminariam tanto com a descoberta quanto com a apropriação das minas de ouro dos índios goiases, que seriam extintos dali mais rapidamente que o próprio metal. Ali, onde habitava a nação Goiá, Bartolomeu Bueno da Silva fundaria, em 1729, o Arraial de Sant'Anna.[1][9]

Pouco mais de uma década depois, em 1736, o local seria elevado à condição de vila administrativa, com o nome de Vila Boa de Goyaz (ortografia arcaica). Nesta época, ainda pertencia à Capitania de São Paulo. Em 1748, foi criada a Capitania de Goiás, mas o primeiro governador, dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos, só chegaria ali cinco anos depois.

Com ele, instalou-se um "Estado mínimo" e, logo, a vila transforma-se em capital da comarca. Noronha manda construir, então, entre outros prédios, a Casa de Fundição, em 1750, e o Palácio que levaria seu nome (Conde dos Arcos), em 1751. Décadas depois, outro governador - Luís da Cunha Meneses, que ficou no cargo de 1778 a 1783-, cria importantes marcos, fazendo a arborização da vila, o alinhamento de ruas e estabelecendo o primeiro plano de ordenamento urbano, que delineou a estrutura mantida até hoje.

Com o esgotamento do ouro, em fins do século XVIII, Vila Boa teve sua população reduzida e precisou reorientar suas atividades econômicas para a agropecuária, mas ainda assim cultural e socialmente sempre esteve sintonizada com as modas do Rio de Janeiro, então capital do Império. Daí até o início do século XX, as principais manifestações seriam de arte e cultura, com sarais, jograis, artes plásticas, literatura, arte culinária e cerâmica - além de um ritual único no Brasil, a Procissão do Fogaréu, realizada na Semana Santa.

Entretanto, a grande mudança, que já vinha sendo ventilada há muito tempo, foi a transferência da capital estadual para Goiânia, nos anos trinta e quarenta, coordenada pelo então interventor do Estado, Pedro Ludovico Teixeira. De certa forma, foi essa decisão que preservou a singular e exclusiva arquitetura colonial da cidade de Goiás.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Goiás se localiza em terreno bastante acidentado onde se destacam a Serra Dourada e os Morros de São Francisco, Canta Galo e das Lages. O município é cortado pelo Rio Vermelho (afluente do rio Araguaia) e está situado na bacia do Tocantins-Araguaia, que compartilha a foz com o Rio Amazonas. Ele passa do lado da casa da poetisa Cora Coralina. Há também os rios Urú, do Peixe, Ferreira e Índio.

A vegetação típica de Goiás é a mesma do Cerrado, em sua maior parte é semelhante à de savana, com gramíneas, arbustos e árvores esparsas. As árvores têm caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da água, disponível nos solos do cerrado abaixo de 2 metros de profundidade mesmo durante a estação seca do inverno. O município possui diversas áreas preservadas, com cachoeiras e riachos: Parque da Carioca, APA da Serra Dourada, APA da Cidade de Goiás, ARIE Águas de São João e Reserva Biológica da UFG.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é caracterizado por dois períodos distintos: um chuvoso, com abundância de águas, no verão que vai de outubro a abril, e outro seco, com ausência quase que total de chuvas no inverno, que vai de maio a setembro. A temperatura média anual compensada é de aproximadamente 25 graus, sendo os meses de agosto a outubro os mais quentes e junho e julho os mais frios.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de janeiro de 1961 até setembro de 2017, a menor temperatura registrada em Goiás foi de 5,4 °C em 18 de julho de 1975,[10] e a maior atingiu 41,9 °C em setembro de 2015, nos dias 24 e 25.[11] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 169,7 milímetros (mm) em 21 de abril de 1992. Outros acumulados iguais ou superiores aos 100 mm foram 150,6 mm em 29 de março de 1981, 138,2 mm em 14 de novembro de 1969, 132,3 mm em 3 de janeiro de 1995, 131,6 mm em 16 de fevereiro de 1980, 122,2 mm em 12 de dezembro de 1996, 121,8 mm em 20 de fevereiro de 1980, 120,8 mm em 31 de janeiro de 1983, 120 mm em 16 de novembro de 1961, 119 mm em 13 de janeiro de 1982, 118,8 mm em 6 de dezembro de 1995, 118,3 mm em 24 de março de 2009, 111,4 mm em 26 de janeiro de 1992, 102,6 mm em 30 de dezembro de 1985, 101,8 mm em 27 de janeiro de 1961 e 100,8 mm em 29 de janeiro de 1985.[12] Janeiro de 1964 foi o mês de maior precipitação, com 922,6 mm.[13]

Dados climatológicos para Goiás
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 38 39,8 39 38,2 37,6 36,8 37,1 41,2 41,9 41,6 39,8 40 41,9
Temperatura máxima média (°C) 30,7 31,7 31,7 32,3 32 31,6 32,1 34,1 35 33,7 31,8 30,8 32,3
Temperatura média compensada (°C) 25 25,2 25,2 25,3 24,3 23 23,4 25,5 27,2 26,6 25,6 25 25,1
Temperatura mínima média (°C) 21,2 21,2 21,3 20,8 19,2 17,5 17,6 19,7 21,7 21,7 21,4 21,3 20,4
Temperatura mínima recorde (°C) 16,1 14,9 12,9 13,2 10,1 8,2 5,4 8 12,5 15,9 14,1 15,1 5,4
Precipitação (mm) 345 268,3 252,4 115 28,9 10,6 4,6 11,8 45,8 147,4 238 341 1 808,8
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 20 17 16 9 3 1 1 1 4 10 16 19 117
Umidade relativa compensada (%) 79,9 78,4 78,6 73,1 65,9 59,2 52,2 44,8 49,3 63,7 74,3 79,6 66,6
Horas de sol 149,4 169,7 173,6 216,2 248,2 250,4 262,6 262,8 199,6 198,8 163,6 144,4 2 439,3
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[14]
recordes de temperatura: 01/01/1961 a 30/09/2017)[10][11]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Movimentos culturais[editar | editar código-fonte]

O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental(FICA) é um festival realizado anualmente na Cidade de Goiás desde 1999. Atualmente é o maior festival cinematográfico sobre o meio ambiente. Sua realização está a cargo da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel). Em seu primeiro ano de realização, 1999 o FICA aconteceu entre 2 e 6 de junho. Teve 154 obras inscritos, de 17 países. Dessas, foram selecionadas 37 produções (4 Longas-metragens, 12 Médias-metragens e 21 Curtas-metragens), de 12 países: Argentina, Áustria, Brasil, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Moçambique, Portugal e Venezuela. Na participação Brasileira, foram selecionadas 17 obras de 8 Estados: Brasília, Goiás, Maranhão, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo

Procissão do Fogaréu: Uma das manifestações religiosas mais belas que acontecem na Cidade de Goiás anualmente é a Procissão do Fogaréu, que começa à meia noite da quarta-feira da semana santa. Neste dia, as encenações sobre a Paixão de Cristo movimentam a localidade, que acompanha tudo com devoção e certa curiosidade. A celebração, que dá continuidade a uma tradição de pouco mais de 200 anos, consiste em encenar as principais passagens bíblicas que antecedem à crucificação de Jesus pelas ruas de Goiás, da qual a Procissão do Fogaréu faz parte. Nela, os farricosos, homens encapuzados com vestes coloridas, carregam tochas acesas entre as ruas escuras, representando o caminho dos romanos até o momento da prisão de Cristo. Na quinta e na sexta-feira são representados o Lava-Pés e a Paixão de Cristo, respectivamente.

Carnaval: Festa popular realizada na Praça de Eventos Rio Vermelho. Existem três Escolas de Samba na cidade: Leão de Ouro, União Goiana e Mocidade Independente do João Francisco. Abrindo o carnaval na cidades, o tradicional Bloco do Zé Perera, que sai do Bar Casa de Pedra, no bairro Rio Vermelho, passando pela Praça Jornalista Goiás do Couto, mais conhecida como Praça do João Francisco, onde a população espera para ver o bloco, e vai em direção ao centro histórico da cidade.

A Cidade de Goiás tem em sua história e formação uma relação muito ligada as culturas Africanas e indígenas, essa relação fica ainda hoje explicita em diversas manifestações culturais por toda a cidade um exemplo são duas escolas "Espaço Cultural Vila Esperança" e "Quilombinho". Além desses exemplos temos também O Grupo de Capoeira Angola Meninos de Angola sob a coordenação do professor Chuluca.

Museus[editar | editar código-fonte]

  • Museu das Bandeiras: funcionando na antiga Casa de Câmara e Cadeia, tem acervo com peças e mobiliário do século XVIII.
  • Palácio Conde dos Arcos: tem acervo com obras do século XVIII, utensílios domésticos, pertences, artes decorativas e mobiliário dos antigos governantes.
  • Museu de Arte Sacra da Igreja da Boa Morte: tem o maior acervo do escultor barroco Veiga Vale, nascido em Pirenópolis, reunindo mais de 100 peças, e também coleções de prataria. A igreja foi construída em 1779.
  • Casa de Cora Coralina: museu permanente com objetos pessoais da poetisa de mesmo nome.
  • Museu da Polícia Militar: Museu permanente criado em 2007 com acervo de uniformes; instrumentos musicais; equipamentos de comunicações; móveis, objetos e equipamentos diversos; viaturas policiais; documentos históricos; fotos de unidades policiais. Funciona em prédio histórico junto ao 6º BPM e 4º CRPM.

Monumentos[editar | editar código-fonte]

Igreja da Boa Morte
  • Casa de Bartolomeu Bueno: residência histórica do Anhanguera, a sua fachada conserva as características do estilo colonial
  • Chafariz de Cauda: localizado no Largo do Chafariz, é uma construção com padrões do século XVIII (1778).
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário: conhecida como antiga igreja dos pretos, foi demolida e reconstruída em estilo neogótico em 1934 pelos frades dominicanos oriundos da França. No seu interior, encontram-se afrescos realizados por Nazareno Confaloni na segunda metade do século XX, Precursor do Modernismo no estado de Goiás e fundador da Escola de Belas Artes da Universidade Católica de Goiás.
  • Catedral de Santana: localizada na Praça do Coreto, é um edifício feito de adobe e recém-restaurado.
  • Igreja Nossa Senhora da Abadia: capela do século XVIII, tem afrescos no teto.
  • Igreja de Santa Bárbara: apresenta retratos de compositores goianos do século XIX feitos pelo artista Amaury Meneses.
  • Igreja Nossa Senhora do Carmo: edifício que é sede da Irmandade Senhor Jesus dos Passos
  • Mosteiro da Anunciação: edifício religioso, no qual os frades produzem artesanato de barro.
  • Convento dos Padres Dominicanos: edifício do século XIX que guarda uma imagem de Nossa Senhora do Rosário, trazida por religiosos franceses. Foi o segundo convento da Ordem no Brasil, fazendo parte do plano que integraria os religiosos dominicanos ao norte do Brasil, passando por Uberaba, Goiás, Porto Nacional e chegando enfim à Conceição do Araguaia no estado do Pará
  • Quartel do Vigésimo Batalhão de Infantaria: De onde saíram soldados para a Guerra do Paraguai. Até o final da década de 1990 abrigou o 11-010 Tiro de Guerra do Exército Brasileiro.
  • Igreja da Boa Morte: Com a mais conservada fachada repleta de ornamentos do estilo barroco.
  • Igreja de São Francisco de Assis: Igreja ícone da profissão do fogaréu, possui uma beleza esplendida e um aspecto marcante é uma pintura barroca sobre o forro na parte inferior da edificação.
  • Teatro São Joaquim: Com uma nova estrutura, o teatro são Joaquim está localizado próximo à cruz do Anhanguera, com bela estrutura e altamente sofisticado.
  • Cruz do Anhanguera: Símbolo da chegada dos Anhanguera à cidade, e símbolo da representação do cristianismo para o processo de criação de Vila Boa de Goiás.
  • Sede da Prefeitura Municipal de Goiás: Última obra Realizada pelo PAC cidades históricas em vila Boa (única cidade do Brasil a realizar todos os projetos do PAC), a nova prefeitura concretizou a passagem do PAC cidades históricas por Goiás, sendo uma edificação com toda sua identidade e que carrega consigo uma histórica, mas com belas intervenções contemporâneas, um conjunto impecável.
  • Palácio Condes dos Arcos: Antiga sede do governo do estado de Goiás, o Palácio se destaca pela beleza e imponência, sedia o Governo de ano em ano, no aniversário da cidade, e é aberto para visitações.
  • Casa de Cora Coralina: Casa da Poetisa e doceira, nas margens do Rio Vermelho, o museu é um ícone da paisagem de Vila Boa de Goiás.

Religião[editar | editar código-fonte]

Predomina na população de Goiás, a religião Católica, com 16 Igrejas, seguida pelos evangélicos com 10 templos e os espíritas, com 3 centros.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Município Histórico, mais conhecido como Goiás Velho, foi capital do Estado, conserva mais de 90% de sua arquitetura barroco-colonial original, graça ao tombamento, desde os anos 50, desse patrimônio arquitetônico do Século XVIII. A Cidade de Goiás é um magnifico mostruário do Brasil oitocentista. E além disso situa-se dentro de um cenário topográfico, singularmente bonito, dentro de um vale envolvido pelos morros verdes e ao sopé da lendária Serra Dourada. Goiás chamou-se originalmente Vila Boa. Os turistas encontram riquíssima arte sacra nas seculares igrejas e nos museus.

O município tornou-se um centro turístico e permite praticamente uma viagem no tempo do Brasil colonial. Em 2001 o Centro Histórico de Goiás foi declarado Patrimônio Mundial. Na cidade todos os anos ocorre o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental que tem a participação de países da África, Europa, América e Ásia.

Cruz do Anhanguera

Eventos[editar | editar código-fonte]

Mês Data Evento
Janeiro 1 a 6 Folia de Reis
Janeiro 18 Evento da Solidariedade
Fevereiro Data móvel Carnaval
Março 15 Projeto Memória
Março 1 a 26 Procissões Religiosas
Março 27 Procissão do Fogaréu
Março 29 Encenação da descida da cruz
Março 29 Canto do Perdão
Maio 10 a 19 Festa de Santa Rita
Maio Seletiva da caminhada ecológica
Junho FICA - Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental
Junho Projeto Memória
Julho Exposição Agropecuária
Julho 25 Transferência da capital
Julho 26 Festa de Santana
Agosto 1 a 7 Semana do Folclore
Agosto 20 Festa do vizinho
Agosto Encontro estadual de motociclistas
Setembro 2 Festa da Pedreira de São Sebastião
Setembro 8 Festa de Nossa Senhora D'Abadia e Nossa Senhora da Guia
Setembro Projeto Memória
Outubro 7 Festa do Rosário
Outubro Festival de Artes da Cidade de Goiás
Outubro Festa da Nossa Senhora Aparecida
Novembro 8 a 10 Festival do Cerrado
Dezembro 4 Festa de Santa Bárbara
Dezembro 8 Festa de Nossa Senhora da Conceição
Dezembro 20 Serenata de Natal do Coral Solo pelas ruas e becos da cidade

Referências

  1. a b «História da cidade de Goiás - Go». Prefeitura de Goiás. Consultado em 5 de setembro de 2014.. Gentílico: vilaboense ou goiano 
  2. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  4. a b «Estimativas de População 2018». IBGE Cidades. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2018. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  7. «Brasil/Goiás/Goiás - Panorama». IBGE Cidades. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  8. CHAIM, M. M. Aldeamentos Indígenas (Goiás 1749-1811). Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. p. 48
  9. «História». IBGE. Consultado em 25 de julho de 2018.. Cópia arquivada em 25 de julho de 2018 
  10. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Goiás». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 2 de agosto de 2015. 
  11. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Goiás». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 2 de agosto de 2015. 
  12. «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Goiás». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 2 de agosto de 2015. 
  13. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Goiás». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 2 de agosto de 2015. 
  14. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 12 de junho de 2018. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Goiás (município)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Imagem: Centro Histórico de Goiás A cidade de Goiás (município) inclui o sítio Centro Histórico de Goiás, Património Mundial da UNESCO. Welterbe.svg