Umaro Sissoco Embaló
Umaro Sissoco Embaló | |
|---|---|
Umaro Sissoco Embaló | |
| 18.º Presidente da Guiné-Bissau | |
| Período | 27 de fevereiro de 2020 a 26 de novembro de 2025 |
| Antecessor(a) | José Mário Vaz |
| Sucessor(a) | Dinis Incanha como Chefe do Alto Comando Militar para a Restauração da Ordem |
| 25.º Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau | |
| Período | 18 de novembro de 2016 a 16 de janeiro de 2018 |
| Antecessor(a) | Baciro Djá |
| Sucessor(a) | Artur Silva |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 23 de setembro de 1972 (53 anos) Bissau, Guiné-Bissau |
| Nacionalidade | bissau-guineense |
| Alma mater | Universidade Complutense de Madrid |
| Primeira-dama | Dinisia Reis Embaló[1] |
| Partido | PAIGC (2005-2017) Madem G-15 (2018-presente) |
| Religião | Muçulmano |
| Profissão | Militar, lobista, politólogo e político |
| Serviço militar | |
| Serviço/ramo | Exército |
| Graduação | General de Brigada |
Umaro El Mokhtar Sissoco Embaló (Bissau, 23 de setembro de 1972) é um militar, lobista, politólogo e político bissau-guineense que serviu como presidente da República da Guiné-Bissau de fevereiro de 2020 a novembro de 2025, quando foi deposto num golpe de Estado. Anteriormente, foi primeiro-ministro do país, de 2016 até 2018.
Como politólogo e oficial militar, é especializado em questões africanas e do Médio Oriente.[2][3][4]
Biografia
[editar | editar código]Umaro Sissoco Embaló nasceu em Bissau, 23 de setembro de 1972, numa família muçulmana da etnia fula.[5][6][7]
Licenciou-se em relações internacionais, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, com mestrado em ciências políticas pelo Instituto de Estudos Internacionais de Madrid, e doutoramento em relações internacionais pela Universidade Complutense de Madrid.[2][8] É poliglota e domina fluentemente o português, o espanhol, o francês, o árabe e o suaíli.[9]
Carreira militar e início na política
[editar | editar código]Na década de 1990, Embaló alistou-se e passou ao serviço militar no Exército da Guiné-Bissau, realizando estudos de defesa nacional no Centro Superior de Estudos da Defesa Nacional de Espanha (CESEDEN), e prosseguiu seus estudos sobre segurança nacional na Bélgica, África do Sul, Japão e França.[9] Em Israel, realizou estudos complementares no Instituto de Estudos de Segurança Nacional. Ele ascendeu ao posto de general de brigada.[9] Embaló especializou-se academicamente em assuntos africanos e do Oriente Médio, bem como em questões de defesa, cooperação internacional e desenvolvimento.[10]
Embaló tornou-se general da reserva, deixando o Exército em 2005.[11] Passou a ser lobista de um fundo de investimentos líbio, além de conselheiro do Presidente Nino Vieira.[12] Filiou-se ao Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) neste período.[12]
Umaro Sissoco Embaló iniciou sua carreira como Ministro da Cooperação junto ao Primeiro-Ministro Aristides Gomes de 2005 a 2007 e, posteriormente, como Ministro de Estado junto à Presidência da República da Guiné-Bissau até 2012, após o falecimento de Malam Bacai Sanhá.[11][12]
Primeiro-Ministro
[editar | editar código]A 18 de novembro de 2016 foi nomeado primeiro-ministro,[13][14] tendo tomado posse do cargo no dia 13 de dezembro de 2016.[15]
O novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau assumiu o posto com um boicote do seu próprio partido, o PAIGC, que através do seu Comité Central deu-lhe um voto de desconfiança de cento e doze votos a favor e onze contra no dia 26 de novembro de 2016.[16][17] Como chefe de governo, pôde contar com apoio de somente do Partido para a Renovação Social (PRS), a segunda maior bancada da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau.[18]
Em 13 de janeiro de 2018, após entrar em rota de colisão com o presidente José Mário Vaz, em função deste ter-se colocado ao lado das demandas de João Fadiá (Ministro das Finanças) e Botche Candé (Ministro do Interior),[19] Embaló solicitou sua demissão do cargo, tendo sido efetivada em 16 de janeiro de 2018.[18]
Candidatura e eleição à Presidência
[editar | editar código]Após sua demissão em 2018, deixou o PAIGC e articulou, com um grupo de 15 parlamentares dissidentes do PAIGC, a fundação do partido Movimento para Alternância Democrática (Madem G-15), apresentando inicialmente essa agremiação como de ideologia social-democrata.[20]
Embaló candidatou-se à presidência da Guiné-Bissau em 2019, concorrendo como candidato do Madem G-15. Terminou em segundo lugar, com 27% dos votos, no primeiro turno.[21] De acordo com os resultados preliminares e finais publicados pela comissão nacional de eleições, venceu o segundo turno contra outro ex-primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, por 54% a 46%. No entanto, os resultados finais continuaram a ser contestados pelo seu oponente, Domingos Simões Pereira.[22]

Embora nem o Supremo Tribunal da Guiné-Bissau nem o Parlamento tivessem dado a sua aprovação à cerimónia oficial de posse, Sissoco Embaló organizou uma cerimónia de posse alternativa num hotel em Bissau em 27 de fevereiro de 2020 para se proclamar presidente legítimo da Guiné-Bissau.[23] Vários políticos na Guiné-Bissau, incluindo o primeiro-ministro Aristides Gomes, acusaram Sissoco Embaló de orquestrar um golpe de Estado, embora o presidente cessante José Mário Vaz tenha renunciado para permitir que Embaló assumisse o poder.[24]
Em 2020, sua presidência viu a retirada das tropas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) estacionadas no país após o golpe de 2012 e tentativas de organizar visitas oficiais de chefes de governo estrangeiros, incluindo a primeira visita do governo português em três décadas, e organizações internacionais como o Fundo Monetário Internacional.[25][26] Sua primeira visita oficial como chefe de Estado foi uma turnê por Senegal, Níger e Nigéria, em março de 2020.[27]
Em 2021, Embaló afirmou que seu estilo de governo e ideologia política é o do "Embaloísmo", que ele define como "ordem, disciplina e desenvolvimento", afirmando que "não existe Estado pequeno nem presidente pequeno" e comparando-se a Lee Kuan Yew e Rodrigo Duterte.[28][29] Em função dessas declarações e de seus embates com o Parlamento Nacional, em especial por desrespeitar e tentar deslegitimar o resultado das eleições legislativas de 2019, que deram maioria ao PAIGC, em 2021 chegou a receber o apelido na imprensa brasileira de "Bolsonaro da África", dado que aquela altura já era criticado por seu autoritarismo.[30] Porém, de forma mais enfática que outros apelidos a ele atribuídos, ressaltou a amizade com o então homólogo brasileiro Jair Bolsonaro, mas rechaçou o epíteto por considerar que "negacionismo da pandemia [do Covid-19] não tem lugar na Guiné-Bissau".[31]
Uma suposta tentativa de golpe de Estado para depor Embaló foi realizada em 1 de fevereiro de 2022.[32][33][34] Ele disse que "muitos membros" das forças de segurança foram mortos em um "ataque fracassado contra a democracia".[35] Em sequência ao ocorrido, em maio de 2022, Embaló dissolveu o parlamento da Guiné-Bissau, alegando "diferenças persistentes e irreconciliáveis" com o parlamento, demonstrando ter as mesmas características autoritárias e confrontadoras de seu antecessor José Mário Vaz.[36] Cabe destacar que o resultado das eleições legislativas na Guiné-Bissau em 2019, ganhas pelo PAIGC, foi, por diversas vezes, desrespeitado entre 2020 e 2022, com Embaló preferindo nomear primeiros-ministros de sua iniciativa, sem suporte parlamentar necessário.[37][38]
Em 3 de julho de 2022 Embaló foi eleito presidente da CEDEAO, substituindo o presidente ganês Nana Akufo-Addo, que ocupava o cargo desde 2020.[39] Manteve-se nesse cargo até 24 de fevereiro de 2024, sendo substituído pelo presidente nigeriano Bola Tinubu.[40] Mesmo tendo presidido a CEDEAO, em março de 2025, quando a liderança da oposição protestou nos canais diplomáticos internacionais porque ainda não tinha sido determinada uma data para as próximas eleições, Embaló ordenou a expulsão de uma delegação da CEDEAO que deveria mediar uma solução política entre o governo e a oposição.[41]
Em julho de 2023, ele participou da Cúpula Rússia-África de 2023 em São Petersburgo e se encontrou com o presidente russo Vladimir Putin.[42][43] A 24 de outubro de 2023, foi agraciado com o grau de Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique, de Portugal.[44]

Em 4 de dezembro de 2023, após sofrer uma enorme derrota nas eleições legislativas daquele ano (outra vez ganhas pelo PAIGC e sua coligação), Embaló dissolveu o parlamento, citando alegações de uma tentativa de golpe de estado.[45] O Presidente do Parlamento e líder da oposição Domingos Simões Pereira acusou Embaló de levar a cabo um golpe constitucional.[46] Sua articulação política entre 2022 e 2024 alienou, inclusive, a estrutrura partidária do partido Madem G-15, alijando adversários internos, com a agremiação adotando posturas mais próximas de um populismo de direita (chamado de "Embaloísmo") desde então.[47]
Em 3 de março de 2024, Embaló visitou Jerusalém e expressou apoio a Israel no genocídio perpetrado contra os palestinos na Faixa de Gaza.[48] Ele disse ao presidente israelense Isaac Herzog que "a Guiné-Bissau e seu povo estão ao seu lado e prontos para ajudá-lo de todas as maneiras possíveis".[49]
Sob a presidência de Embaló, a Guiné-Bissau acolheu e mediou negociações entre o Movimento das Forças Democráticas de Casamansa (MFDC) — que é historicamente ligado ao nacionalismo bissau-guineense — e o governo senegalês, que levaram ao anúncio de um novo acordo de paz em Bissau em 25 de fevereiro de 2025 para pôr fim ao conflito de Casamansa.[50]
Tentativa de reeleição e prisão após golpe de Estado
[editar | editar código]Em 11 de setembro de 2024, Embaló anunciou que não concorreria a um segundo mandato nas próximas eleições presidenciais agendadas para novembro de 2025.[51] Ao mesmo tempo, surgiram disputas sobre quando seu mandato como presidente terminaria, já que grupos de oposição afirmavam que seu mandato expiraria em 27 de fevereiro de 2025, enquanto o Supremo Tribunal decidiu que expiraria em 4 de setembro de 2025, em um movimento muito similar à crise política e constitucional levada a cabo por José Mário Vaz entre 2019 e 2020.[52] Em 3 de março de 2025, Embaló anunciou que concorreria novamente à presidência nas eleições de novembro de 2025,[53] com sua candidatura sendo confirmada em agosto de 2025, e ratificada em outubro de 2025, concorrendo pela Plataforma Republicana "Nô Kumpu Guiné", que tem como principal partido justamente o Madem G-15.[54] Desde então, ele continuou a ocupar a presidência após o término de seu mandato precariamente referendado pelo Supremo Tribunal em 4 de setembro de 2025, em movimento similar ao feito por José Mário Vaz entre 2019 e 2020, provocando enorme instabilidade política no país.[55]
Durante o processo eleitoral, Embaló estava sendo acusado de promover o silenciamento forçado da oposição, de ordenar sessões de tortura contra opositores, além de proibir manifestação política de apoio a outros candidatos de fora da coligação governista Plataforma Republicana – "Nô Kumpu Guiné".[56]
Concorreu na eleição presidencial de novembro de 2025 contra outros 12 candidatos, sendo que um deles precisava obter 50% dos votos para garantir a eleição no primeiro turno. Caso contrário, haveria um segundo turno para determinar o vencedor. Seus principais oponentes eram Fernando Dias da Costa, Baciro Djá e José Mário Vaz.[57] Tanto ele como Fernando Dias da Costa reivindicaram a vitória no dia seguinte, embora os resultados oficiais ainda não tivessem sido divulgados. A 26 de novembro de 2025, Embaló foi preso num golpe de Estado perpetrado por Dinis Incanha, Chefe da Casa Militar da Presidência.[58] O movimento golpista passou a ser considerado um estratagema político de Embaló, dado que Dias da Costa (candidato independente apoiado por Domingos Simões Pereira, pelo PAIGC e pela coligação oposicionista PAI—Terra Ranka), era franco favorito à vitória presidencial, e prometia restaurar os direitos do parlamento eleito em 2023.[59] Além disso, Embaló conseguiu fácil contato com autoridades do exterior e conseguiu também ser facilmente liberto, enquanto Domingos Simões Pereira (o alvo político preferencial de Embaló) permenece preso desde o dia 26 de novembro de 2025.[60]
Referências
- ↑ «Sissoco Embaló reúne-se com Biden e Lavrov». Deutsche Welle. 23 de setembro de 2022
- ↑ a b Lusa (18 de novembro de 2016). «Umaro Sissoco é o novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau». Deutsche Welle
- ↑ «PR dá posse a novo Governo da Guiné-Bissau com apelo ao Parlamento». Voz da América. 13 de dezembro de 2016
- ↑ «Guinée-Bissau – Umaro Sissoco Embaló : « Alpha Condé, Macky Sall, Compaoré, Sassou Nguesso, Kadhafi et moi » – Jeune Afrique». JeuneAfrique.com (em francês). 27 de janeiro de 2020. Consultado em 7 de junho de 2023
- ↑ Euell A. Dixon (13 de fevereiro de 2022). «Umaro Embaló (1972- )» (em inglês). BlackPast.org. Consultado em 8 de novembro de 2024
- ↑ «Coup or legitimate change of power?». Deutsche Welle. 3 de abril de 2020
- ↑ «Failed coup puts spotlight back on Guinea-Bissau's role in cocaine trade». Japan Times. 14 de fevereiro de 2022
- ↑
- ↑ a b c «Dr. Umaro Embaló empossado novo Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau». Gazeta de Notícias. 21 de novembro de 2016
- ↑ «General Úmaro Sissoco Embaló nomeado Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau». Jornal O Democrata. 18 de novembro de 2016
- ↑ a b «Guinée-Bissau : victoire de l'opposant Umaro Sissoco Embalo, contestée par son adversaire» (em francês). Le Monde. 1 de janeiro de 2020
- ↑ a b c Tanguy Berthemet (3 de janeiro de 2020). «Un opposant à la tête de la Guinée-Bissau» (em francês). Le Figaro
- ↑ «Umaro Sissoco é o novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau». Voz da América. 18 de novembro de 2016
- ↑ «Umaro Embalo assume chefia do governo de Bissau». TVI24. Televisão Independente. 18 de novembro de 2016
- ↑ Lusa (13 de dezembro de 2016). «Presidente da Guiné-Bissau dá posse ao governo do primeiro-ministro Umaro Sissoco». Portugal Digital. Consultores de Comunicação Associados
- ↑ Reuters (28 de novembro de 2016). «Guinea Bissau's dominant party to boycott new government». Business Insider (em inglês)
- ↑
- ↑ a b Agência Lusa (16 de janeiro de 2018). «Umaro Sissoco Embaló deixa Governo da Guiné-Bissau». Deutsche Welle
- ↑ Agência Lusa (13 de janeiro de 2018). «Guiné-Bissau: Presidente analisa pedido de demissão do primeiro-ministro». Deutsche Welle
- ↑ «Movimento de Alternância Democrática (MADEM G-15)». Deutsche Welle. 22 de maio de 2020
- ↑ «CNE – Resultados provisórios presidenciais 2019». Comissão Nacional de Eleições
- ↑ «Guinea-Bissau ex-PM Embalo declared winner of runoff» (em inglês). AfricaNews. 5 de fevereiro de 2020
- ↑ «Umaro Sissoco Embalo swears himself in as Guinea-Bissau president». BusinessDay. 27 de fevereiro de 2020
- ↑ Braima Darame; Agência Lusa (27 de fevereiro de 2020). «Em meio a contencioso judicial, Sissoco toma "posse simbólica" como Presidente da Guiné-Bissau». Deutsche Welle
- ↑ «Guinea-Bissau wants Portugal as a privileged cooperation partner». GhanaWeb. 10 de junho de 2021. Consultado em 7 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 10 de setembro de 2022
- ↑ «Guinée-Bissau : Les ambitions africaines d'Umaro Sissoco Embaló» (em francês). Le Journal de l'Afrique. 19 de julho de 2021. Consultado em 7 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2022
- ↑ «Guinée-Bissau: Umaro Sissoco Embalo entame au Sénégal sa tournée des pays amis» (em francês). RFI. 11 de março de 2020
- ↑ Youenn Gourlay (2 de agosto de 2021). «En Guinée-Bissau, la croisade du président Umaro Sissoco Embalo contre la drogue et la corruption» (em francês). Le Monde
- ↑ Frédéric Ange Touré (10 de fevereiro de 2021). «Umaro Sissoco Embaló, le président iconoclaste» (em francês). Le Journal de l'Afrique. Consultado em 7 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2022
- ↑ Guilherme Mazui (24 de agosto de 2021). «Criticado por autoritarismo, presidente da Guiné Bissau é recebido no Planalto por Bolsonaro». Brasília: G1
- ↑ «'Não sou o Bolsonaro da África', afirma presidente da Guiné-Bissau». O Globo. 25 de agosto de 2021
- ↑ «Fears of Guinea-Bissau coup attempt amid gunfire in capital» (em inglês). The Guardian. 1 de fevereiro de 2022
- ↑ «Heavy gunfire heard near presidential palace in Guinea-Bissau» (em inglês). Al Jazeera. 1 de fevereiro de 2022
- ↑ Agence France-Presse (1 de fevereiro de 2022). «Gunfire near government house in Guinea-Bissau» (em inglês). France 24
- ↑ «Guinea-Bissau president says 'many' dead after 'failed attack against democracy'» (em inglês). France 24. 1 de fevereiro de 2022
- ↑ «Guinea Bissau president dissolves parliament in new political row». Al Jazeera. 17 de maio de 2022
- ↑ «Guiné-Bissau - Agir antes que seja demasiado tarde». Vatican News. 12 de março de 2020
- ↑ «Presidente de Guiné-Bissau dissolve parlamento». Estado de Minas. 16 de maio de 2022
- ↑ «Embaló prend la tête de la Cédeao : Levée de l'embargo économique imposé au Mali…» (em francês). Africa Guinee - Actualité sur la Guinée et l'Afrique. 3 de julho de 2022
- ↑ AFP (10 de julho de 2023). «Afrique Nigéria Le président nigérian, Bola Tinubu, choisi pour diriger la Cedeao». Le Monde
- ↑ «Guinée-Bissau : le président Umaro Sissoco Embalo annonce sa candidature à la présidentielle» (em francês). Le Monde. 3 de março de 2025
- ↑ «President of Guinea-Bissau arrives in St. Petersburg to attend Russia-Africa summit». TASS. 26 de julho de 2023
- ↑ «Russia Africa Summit». Bowling Green Daily News. 27 de julho de 2023. Consultado em 30 de julho de 2023. Cópia arquivada em 30 de julho de 2023
- ↑ «Entidades Estrangeiras Agraciadas com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Umaro Sissoco Embaló". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 24 de novembro de 2023
- ↑ «2023 na Guiné-Bissau: Da festa das eleições à dissolução do parlamento». VOA Português. 24 de dezembro de 2023
- ↑ Agence France-Presse (4 de dezembro de 2023). «Guinea-Bissau dissolves parliament after coup bid». Radio France Internationale. Consultado em 5 de dezembro de 2023
- ↑ Djariatú Baldé (18 de agosto de 2024). «Um partido, dois líderes: Ala MADEM-G15 elege Satú Camará». Deutsche Welle
- ↑ «Herzog tells visiting president of Guinea-Bissau: 'You are a true friend of Israel'». The Times of Israel. 3 de março de 2024
- ↑ «Visit to Israel: Embalò against the grain of History». Le journal de l'Afrique. 7 de março de 2024
- ↑ «Senegal signs historic peace deal with Casamance separatists» (em inglês). Africanews. 25 de fevereiro de 2025
- ↑ «"Guinea-Bissau President Umaro Sissoco Embaló Declines Second Term Amid Political Uncertainty"». Africanews. 13 de setembro de 2024
- ↑ «Tensions rise in Guinea-Bissau over president's mandate expiration date» (em inglês). Africanews. 26 de fevereiro de 2025
- ↑ «Guinea-Bissau president says he will run for a second term amid political turmoil» (em inglês). AP News. 4 de março de 2025
- ↑ «Lista provisória: Supremo Tribunal admite doze candidaturas às presidenciais, cinco partidos e uma coligação para as legislativas». Jornal O Democrata. 13 de outubro de 2025
- ↑ «Guinea-Bissau: Embalo clings to presidency despite end of term» (em inglês). Africanews. 5 de setembro de 2025
- ↑ «Estudantes da Faculdade de Direito de Bissau anseiam por maior liberdade de expressão». RFI. 15 de novembro de 2025
- ↑ «Guinea-Bissau rivals Embalo, Dias claim win in presidential election». Al Jazeera. 25 de novembro de 2025
- ↑ «Coup in Guinea-Bissau. Embaló arrested». The Africa Report. 26 de novembro de 2025
- ↑ «Guiné-Bissau vive "uma farsa" atribuída a um Presidente "derrotado nas urnas"». RFI. 28 de novembro de 2025
- ↑ «PAICV apela à libertação imediata de Domingos Simões Pereira». LUSA. 29 de novembro de 2025
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