The Robe

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The Robe
A Túnica (PT)
O Manto Sagrado (BR)
 Estados Unidos
1953 •  cor •  135 min 
Direção Henry Koster
Produção Frank Ross
Roteiro Gina Kaus
Albert Maltz
Philip Dunne
Elenco Richard Burton
Jean Simmons
Victor Mature
Michael Rennie
Gênero Épico
Música Alfred Newman
Cinematografia Leon Shamroy
Edição Barbara McLean
Distribuição 20th Century Fox
Lançamento 16 de Setembro de 1953
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

The Robe (br: O Manto Sagrado; pt: A Túnica) é um filme dirigido por Henry Koster em 1953. O longa conta a trajetória de um tribuno romano que comanda a unidade encarregada da crucificação de Jesus. Distribuído pela 20th Century Fox, foi o primeiro filme produzido pela CinemaScope em widescreen.[1]

Foi dirigido por Henry Koster e produzido por Frank Ross, com trilha sonora de Alfred Newman e cinematografia de Leon Shamroy. O roteiro foi adaptado por Gina Kaus, Albert Maltz e Philip Dunne, com base no livro homônimo de Lloyd C. Douglas, publicado em 1942. Douglas teria escrito o livro respondendo à pergunta: "O que houve com o soldado romano que ficou com o manto de Jesus?"

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Marcellus Gallio (Richard Burton), tribuno militar e filho de um importante senador romano (Torin Thatcher), é um notório galanteador, mas sente-se atraído pelo retorno de seu amor de juventude, Diana (Jean Simmons). Porém, o imperador Tibério (Ernest Thesiger) havia prometido Diana em casamento a seu regente, Calígula (Jay Robinson).

No mercado de escravos, Marcellus vence uma aposta contra Calígula por um desafiante escravo grego chamado Demetrius (Victor Mature). Irado, Calígula transfere o tribuno para Jerusalém, na província da Palestina. Marcellus liberta Demetrius e o envia para sua casa, mas este prefere servi-lo para saudar seu débito de vida e o acompanha em sua viagem à Palestina. Antes de embarcar, Marcellus encontra-se com Diana e ambos declaram seu amor um pelo outro.

Marcellus chega à Jerusalém acompanhado do centurião Paulus (Jeff Morrow), no dia exato da entrada triunfal de Jesus. Demetrius, que acompanha seu mestre, aproxima-se de Jesus e sente o desejo de segui-lo. Dias após o encontro, Jesus é preso e condenado pelo procurador Pôncio Pilatos (Richard Bonne). Marcellus é encarregado de comandar a crucificação de Jesus, e através de um jogo de dados, ganha o manto que o vestia.

Ao retornar da crucificação, Marcellus pede a Demetrius que o cubra com o Manto, porém não suporta o mal-estar que o objeto lhe causa. Demetrius, já exausto, amaldiçoa a Marcellus e ao Império Romano e foge, levando consigo o Manto. Agora, Marcellus é atormentado por visões e pesadelos com a cena da crucificação. Tibério, então, ordena que o Manto seja destruído, assim como os seguidores de Jesus. A pedido de Diana, Tibério a concede em casamento a Marcellus, mesmo acreditando que ele esteja louco.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Inicialmente os direitos da adaptação do livro de Lloyd C. Douglas para o cinema pertenciam à RKO Pictures, tendo sido comprados na década de 40. Como o estúdio nunca levou o filme às telas, decidiu posteriormente por revender os direitos, para a 20th Century Fox.
  • O produtor Darryl F. Zanuck ofereceu o personagem Marcellus Gallio a Tyrone Power, como forma de conseguir a renovação de seu contrato junto a Fox. Power não aceitou a proposta.
  • Foi o 2º filme rodado em Cinemascope, mas o 1º a ser lançado comercialmente nos cinemas americanos. O 1º filme rodado neste formato foi Como Agarrar um Milionário (1953).
  • O orçamento de O Manto Sagrado foi de US$ 5 milhões.
  • Seguido por Demétrio e os Gladiadores (1954).
  • Foi baseado no nome do filme que o colunista esportivo Otelo Caçador apelidou a camisa do Flamengo de "manto sagrado".

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Oscar (EUA)

  • Indicado nas categorias de melhor ator (Richard Burton), melhor fotografia e melhor filme. Ganhador nas categorias de melhor direção de arte e melhor figurino.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "The Robe (1953)". The Box Office Mojo.