The Smiths (álbum)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde agosto de 2011).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
The Smiths
Álbum de estúdio de The Smiths
Lançamento 20 de Fevereiro de 1984
Gravação 1983
Gênero(s) Pós-punk, rock alternativo, indie pop
Duração 45:36
Gravadora(s) Rough Trade (Reino Unido)
Produção John Porter, The Smiths
Opiniões da crítica

O parâmetro das opiniões da crítica não é mais utilizado. Por favor, mova todas as avaliações para uma secção própria no artigo. Veja como corrigir opiniões da crítica na caixa de informação.

Cronologia de The Smiths
Hatful of Hollow
(1984)

The Smiths é o álbum de estréia da banda britânica de rock alternativo The Smiths, lançado em 20 de fevereiro de 1984.[1][2] O álbum alcançou o número dois no UK Albums Chart, permanecendo na parada por 33 semanas. O álbum foi bem recebido pela crítica, assim como o público, e estabeleceu The Smiths como uma banda de destaque na cena musical da década de 80 no Reino Unido.

Gravação[editar | editar código-fonte]

Depois de assinar com uma gravadora independente, a Rough Trade, os Smiths começaram os preparativos para gravar seu primeiro álbum em meados de 1983. Devido à sugestão de Geoff Travis da Rough Trade, a banda selecionou Troy Tate (ex-guitarrista do The Teardrop Explodes) como produtor para as sessões no estúdio Elephant em Wapping. No mês seguinte o grupo gravou 14 músicas.

Durante a gravação de uma sessão na Radio One da BBC para Dave Jensen em agosto de 1983, os Smiths conheceram o produtor John Porter. Travis, que tinha reservas sobre a sessão do grupo com Troy Tate, deu uma fita cassete das sessões a Porter na esperança de que ele pudesse remixá-las. Porter disse a Travis que as sessões estavam "fora do tom e fora do tempo". Porter ofereceu-se para ele mesmo regravar o álbum.

The Smiths começaram a trabalhar com Porter em setembro de 1983. Devido a compromissos de turnê, a banda teve que fazer o registro de forma fragmentada. A gravação começou no Matrix Studios, em Londres, com a maioria dos trabalhos em Manchester.

Embalagem[editar | editar código-fonte]

A capa de The Smiths foi escolhida por Morrissey. Ele apresenta o ator americano Joe Dallesandro em uma cena do filme Flesh de 1968 de Andy Warhol. A fotografia de Morrissey na capa do encarte original interior foi tirada em um show em Londres por Romi Mori, que seria posteriormente baixista da banda The Gun Club.

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Antes de seu primeiro álbum, o single "What Difference Does It Make?" foi lançado em janeiro de 1984. A faixa atingiu o número 12 no UK Singles Chart. Lançado em fevereiro de 1984, The Smiths estreou no número dois no UK Albums Chart, cheio de guitarras inovadoras e letras irônicas, características que acompanhariam os Smiths em toda a carreira.

As letras das músicas, todas de autoria de Morrissey, falavam de rejeição, perda, desilusão, e não tinham nada a ver com a maioria das músicas que estavam nas paradas na primeira metade da década de 80 na Inglaterra. Houve alguma polêmica com a letra de "Suffer Little Children", que falava sobre uma onda de assassinatos ocorridos em Manchester noa anos 60, que ficaram conhecidos como The Moors Murders. O segundo single do grupo, "This Charming Man", que originalmente não fazia parte do vinil inglês, foi posteriormente incluído no disco quando este foi lançado em CD.

Recepção e legado[editar | editar código-fonte]

O crítico de música Garry Mulholland o incluiu em seu lista dos 261 maiores álbuns desde 1976 pela Fear of Music, dizendo: "The Smiths asseguraram sua lenda muito cedo com um álbum de estréia sobre o abuso infantil. Mas tudo relacionado aos The Smiths correu ao contrário do pop dos meados dos anos 80. De Joe Dallesandro na capa até o tilintar restrito das canções, mas, principalmente, através de Moz (apelido de Morrissey) dramatizando o desgosto com sexo que existe para arruinar o amor verdadeiro na melhor das hipóteses, e para arruinar toda uma vida nova, na pior." [3]

Em 1989, o álbum foi classificado como o número 22 na lista da revista Rolling Stone dos 100 melhores álbuns da década de 1980. Em 2003, o álbum ficou na 481ª posição na Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da revista Rolling Stone[4]Em uma lista semelhante feita pela NME, o álbum ficou na 97ª posição. [5]O álbum foi colocado na 473ª posição em uma lista atualizada pela revista em 2012. O álbum foi classificado número 51 na lista da Rolling Stone dos 100 melhores álbuns de estréia de todos os tempos. [6]Foi colocado na 73ª posição na lista feita pelo The Guardian dos "100 Melhores Álbuns de Todos os Tempos" em 1997. [7]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções escritas e compostas por Morrissey e Johnny Marr

Lado A
N.º Título Duração
1. "Reel Around the Fountain"   5:58
2. "You've Got Everything Now"   3:59
3. "Miserable Lie"   4:29
4. "Pretty Girls Make Graves"   3:44
5. "The Hand That Rocks the Cradle"   4:38
6. "This Charming Man"   2:52
Lado B
N.º Título Duração
7. "Still Ill"   3:23
8. "Hand in Glove"   3:25
9. "What Difference Does It Make?"   3:51
10. "I Don't Owe You Anything"   4:05
11. "Suffer Little Children"   5:28

Pessoal[editar | editar código-fonte]

The Smiths[editar | editar código-fonte]

Músicos adicionais[editar | editar código-fonte]

  • Annalisa Jablonska – vocal ("Pretty Girls Make Graves", "Suffer Little Children")
  • Paul Carrackteclados

Produção[editar | editar código-fonte]

Gráficos[editar | editar código-fonte]

Álbum

ano gráfico posição
1984 UK Albums Chart 2

Referências

  1. «The Smiths release». Discogs.com. Consultado em 15 de abril de 2013 
  2. Daryl Easlea. «The Smiths album review». BBC Music. Consultado em 1 de junho de 2014 
  3. Garry Mulholland, Fear of Music, p.164 ISBN 0-7528-6831-4
  4. Rolling Stone's 500 Greatest Albums of All Time. [S.l.]: Wenner Media. 2005. p. 212. ISBN 9781932958614 
  5. «The 500 Greatest Albums Of All Time: 100-1». 5 de janeiro de 2015. Consultado em 5 de janeiro de 2015  Texto " NME.COM" ignorado (ajuda)
  6. The 100 Best Debut Albums of All Time: 'The Smiths' | Rolling Stone
  7. «The Guardian 100 Best Albums Ever List, 1997». rocklistmusic.co.uk. Consultado em 5 de janeiro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre um álbum de The Smiths é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.