Anti-hipertensivo

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Os anti-hipertensivos são uma classe de fármacos utilizados no tratamento da hipertensão. A atuação dos medicamentos na pressão arterial ocorre por seus efeitos sob a resistência periférica e/ou débito cardíaco. Isso pode ser feito por aqueles que inibem a contrabilidade do miocárdio ou reduzem a pressão do ventrículo do coração.[1]

A pressão arterial elevada é um problema de saúde pública. Promove alterações patológicas vasculares e causa hipertrofia do ventrículo esquerdo. Pode levar a acidente vascular cerebral (AVC), infarto e morte súbita. Hipertensão é classificada como aquela maior ou igual a 140/90. Inicialmente só são tratados com medicamentos aqueles pacientes com pressão arterial diastólica fora do limite 85-94 mmHg.[1]

Classificação de acordo com o local de ação[editar | editar código-fonte]

Diuréticos
  1. Tiazidas e outros agentes comuns - ex. hidroclorotiazida
  2. Diuréticos de alça - ex. furosemida, ácido etacrínico
  3. diuréticos poupadores de K+ - ex. espironolactona
Simpaticolíticos
  1. de ação central - ex. metildopa
  2. bloqueadores de neurônios adrenérgicos - ex. reserpina
  3. Antagonistas beta-adrenérgicos - ex. propranolol
  4. Antagonistas alfa-adrenérgicos - ex. prazosina
  5. Antagonistas misto adrenérgicos - ex. carvedilol
Vasodilatadores
  1. Arteriais - ex. hidralazina
  2. Arteriais e venosos - ex. nitroprussiato
Bloquedores dos canais de Ca+2

Ex. verapamil; anlodipina

Inibidores da enzima conversora de angiostensina

Ex. captopril; enalapril;

Antagonistas dos receptores de angiostensina II

Ex. losartano; valsartano

Notas e referências

  1. a b Goodman & Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. [tradução da 10. ed. original, Carla de Melo Vorsatz. et al] Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2005
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