Arquitetura carolíngia

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Arquitetura carolíngia refere-se à arquitetura vigente na área do antigo reino franco durante o governo da Dinastia carolíngia, fundada por Pepino, o Breve, em 751. O termo refere-se assim à arquitetura nos séculos VIII e IX no império carolíngio, que abrangeu na sua máxima extensão grande parte da Europa Ocidental durante o reino de Carlos Magno (768-814). - A cultura e a arte da Europa sofreram modificações com a queda do Império Romano do Ocidente e a entrada e fixação dos povos bárbaros (Visigodos, Ostrogodos, Francos, Saxões, entre outros);

- De entre todos estes povos foram os Francos os mais importantes para a Civilização europeia e os mais conhecidos, principalmente a partir do séc. VIII, quando Carlos Magno, primeiro como rei e depois como imperador, conseguiu unificar o seu poder e formou o Sacro Império Romano-Germânico. Para isso promoveu uma reforma litúrgica e o desenvolvimento da cultura e das artes - o Renascimento Carolíngio, que se prolongou até ao final do séc. X;

- Influênciada na tradição romana e nas influências bizantinas, a arte carolíngia foi humana, realista, figurativa e monumental;

- As construções possuíam exteriores maciços, pesados e severos e interiores ricamente decorados com pinturas murais, mosaicos e baixos-relevos;

- Algumas igrejas apresentavam uma construção acoplada que abria em tribuna para o interior (local onde o imperador assistia aos ofícios) e, exteriormente, funcionava como um pórtico, ladeado por duas torres;

- De todas as construções feitas neste período destacam-se: os palácios de Ingelheim e de Nimègue, a capela palatina de Aix-la-Chapelle (actual Aachen) que hoje se enconta bastante modificada exteriormente, a Igreja de Germigny-des-Près e o Mosteiro de São Gall, na Suiça, cujo projecto total é conhecido pela descrição num pergaminho.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Refêrencias http://umolharsobreaarte.blogs.sapo.pt/10392.html