Arquitetura bizantina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde abril de 2010).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Hagia-Sofia-Int-01s.jpg
Interior da Basílica de Santa Sofia em Istambul.
Série de artigos sobre
História da arquitetura

Arquitetura da Pré-História

Neolítica | Rupestre

Arquitetura antiga

Egípcia | Clássica | Grega | Romana

Arquitetura da Idade Média

Bizantina | Carolíngia | Otoniana | Românica | Gótica

Arquitetura do Renascimento
Maneirismo
Arquitetura barroca

Rococó | Neoclássica

Arquitetura do século XIX

Neogótico | Arts & crafts | Revivalista | Protomoderna | Eclética

Arquitetura moderna

Bauhaus | International style | Orgânica | Brutalista | Construtivista

Arquitetura pós-moderna

High-tech | Desconstrutivista | Regionalista crítica | Neomoderna


Por geografia

Europa | Islão | Oriental | Américas | África | Oceania

Por tipologia

Civil | Militar | Religiosa

Chama-se arquitectura bizantina aquela desenvolvida pelo Império Bizantino (assim chamado como referência a Bizâncio, o antigo nome da capital imperial bizantina Constantinopla) durante a Idade Média (actualmente será mais correcto denominar este período Antiguidade Tardia (a dita decadência romana) e não Idade Média) como desenvolvimento da arquitetura romana.

O estilo caracteriza-se pelos mosaicos vitrificados e pelos ícones, pinturas sacras normalmente feitas sobre madeira, com disposição tríptica.

A arquitetura é marcada pelo processamento das várias influências estéticas recebidas pelo Império Bizantino. Também destacou-se no desenvolvimento da engenharia e de técnicas construtivas arrojadas, tendo sido responsável pela difusão de novas formas e tipologias de cúpulas.

Os bizantinos destacaram-se especialmente na arquitetura religiosa, tendo na Catedral de Santa Sofia (Hagia Sofia - sagrada sabedoria) em Istambul, atual Turquia, sua realização mais paradigmática. Construída pelo imperador Constantino em 360, mas com a ideia encomendada por Justiniano, que contratou dois matemáticos para realizarem o projeto, Antêmio de Trales e Isidoro de Mileto. Os dois surpreenderam a todos construindo uma obra que representa um ícone da arquitetura bizantina.

O edifício é uma mistura das grandes construções romanas, como as termas de Caracala, com o clima místico das construções orientais. A estrutura se assemelha a uma basílica romana, com uma forma retangular, que abriga até três campos de futebol. Além da dimensão, o seu grandioso domo central, diferente do Pantheon que tinha paredes circulares, e que é aqui pela primeira vez utilizado, torna-se num dos mais impressionantes pontos de interesse. Quatro arcos formam um quadrado que sustenta pendentes de abóbadas esféricas, que, por sua vez, apoiam o imenso domo. A base deste domo é vazada por quarenta janelas em arco que permitem a entrada da luz, dando leveza à estrutura e oferecendo a ilusão de um halo celestial.

Durante quatrocentos anos esta cidade foi a maior do mundo e, da Rússia a Veneza, as catedrais se basearam na Hagia Sofia, uma das mais belas igrejas do cristianismo. O tempo não foi obstáculo para que ela ainda hoje permaneça bela, mesmo tendo sido várias vezes danificada e reconstruída após incêndios, terremotos e vandalismo. E finalmente convertida em mesquita, em 1453, onde hoje, dos seus quatro minaretes, se anuncia um exemplo de persistência, talvez pela fé, talvez pela inconsciente vontade de preservar a beleza.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre arquitetura é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.