Art nouveau

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Casa Milá do Arquiteto, de Antoni Gaudí, ícone do Modernisme.[1]
Metrô de Hector Guimard

Art Nouveau (Pronúncia francesa: [aʁ nu'vo]) é uma filosofia e estilo internacional de arte, arquitetura e arte aplicada – especialmente as artes decorativas- que foram mais populares de 1890 – 1910. O nome “Art Nouveau” é francês para “arte nova”. Ela também é conhecida como Jugendstil, pronunciada [ˈjuːɡn̩tʃtiːl ], alemão para “estilo da juventude”, que recebeu o nome devido à revista Jugend, que a promoveu, como Moderna na Rússia, que talvez tenha recebido seu nome devido à galeria Parisiense “La Maison Moderne”, como Secessão na Áustria-Hungria e seus estados sucessores, devido ao Grupo Vienense de Artistas, e na Itália, como Stile Liberty, devido à loja de departamento London, Liberty & Co., que popularizou o estilo. Uma reação à arte acadêmica do século 19, o movimento da Art Nouveau foi inspirado por formas e estruturas naturais, não somente em flores e plantas, mas também em linhas curvas. Arquitetos tentavam harmonizar com o ambiente natural. Ela também pode ser considerada uma filosofia do desenho de mobílias, que foi desenhado de acordo com a construção e a parte feita da vida ordinária.

O estilo foi fortemente influenciado pelo artista Tcheco Alphonse Mucha quando ele produziu um pôster litografado que apareceu em 1o de Janeiro de 1895 nas ruas de Paris como uma propaganda para a peça Gismonda por Victorien Sardou com a Sarah Bernhardt. O pôster popularizou o novo estilo artístico e seu criador para os cidadãos de Paris. Inicialmente denominado Style Mucha, seu estilo logo ficou conhecido como Art Nouveau.

Art Nouveau foi mais popular na Europa, mas sua influencia foi global. O período em que esteve muito em voga foi chamado de Belle Époque. Assim, ela é conhecida de várias formas com frequentes tendências localizadas junto. Na França, as entradas do Paris metro feitas por Hector Guimard eram do estilo Art Nouveau e Emile Gallé praticou o estilo em Nancy. Victor Horta teve um efeito decisivo na arquitetura na Bélgica. Revistas como a Jugend ajudaram a divulgar o estilo na Alemanha, especialmente como uma forma de arte gráfica, enquanto os secessionistas de Viena influenciaram a arte e a arquitetura de toda a Áustria-Hungria. Art Nouveau também era o estilo de indivíduos distintos como Gustav Klimt, Charles Rennie Mackintosh, Alphonse Mucha, René Lalique, Antoni Gaudi e Louis Comfort Tiffany, cada um dos quais interpretou o Art Nouveau de sua própria maneira.

Apesar de o Art Nouveau ter sido substituído pelos estilos modernistas do século 21, ele é atualmente considerado uma importante transição entre o historicismo do neoclassicismo e o modernismo. Além disso, monumentos Art Nouveau são agora reconhecidos pela UNESCO em sua lista de patrimônio mundial como contribuições significativas para o patrimônio cultural. O centro histórico de Riga, Letônia, com “a melhor coleção de construções Art Nouveau na Europa”, foi incluso na lista em 1997 parcialmente devido à “qualidade e quantidade de sua arquitetura Art Nouveau/Jugendstil e quatro casas de campos de Bruxellas feitas por Victor Horta foram incluídas em 200 como “obras de criatividade humana genial” que são “exemplos excepcionais da arquitetura Art Nouveau brilhantemente ilustrando a transição do século 19 para o 20 na arte, pensamento e sociedade.

Nomeando o estilo[editar | editar código-fonte]

No inicio nem Art Nouveau nem Jugendstil eram os nomes comuns do estilo mas era conhecido como esses em alguns locais, visto que o estilo tinha nomes diferentes a medida que ele foi se espalhando. Esses dois nomes são advindos de, respectivamente a galeria Maison de l’Art Nouveau do Samuel Bing em Paris e a revista Jugend em Munique, ambas que promoveram e popularizaram o estilo.

A Maison de l'Art Nouveau[editar | editar código-fonte]

Maison de l’Art Nouveau ( “casa de arte nova”) era o nome de uma galeria iniciada em 1895 pelo comerciante de art Samuel Bing em Paris que exibia exclusivamente arte moderna. A fama de sua galeria foi aumentada na exposição universal de 1900, onde ele apresentou coordenadas – em design e em cor – instalações de moveis modernos, tapeçarias e objetos de arte. Estas exibições decorativas se tornaram tão fortemente associadas ao Art Nouveau que o nome de sua galeria subsequentemente forneceu um termo comum usado para o estilo.

Jugend e Jugendstil[editar | editar código-fonte]

Jugend: Münchner illustrierte Wochenschrift für Kunst und Leben ( Português: a ilustrada revista semanal de arte e estilo de vida de Munique). Foi uma revista iniciada em 1896 por Georg Hirth (Hirth continuou sendo o editor até sua morte em 1916 e a revista continuou sendo publicada até 1940). A revista foi essencial na promoção do estilo na Alemanha. Como resultado, seu nome foi adotado como o mais comum termo para o estilo: Jugentsil (“Jugend-estilo”), apesar de durante o inicio do século 20 a palavra ter sido aplicada apenas para definir exemplos bidimensionais de artes gráficas, especialmente as formas de tipografia orgânica e design gráfico encontradas e influenciadas por revistas alemãs como a Jugend, Pan e a Simplicissimus. Atualmente, ela é aplicada para manifestações mais gerais das artes visuais Art Nouveau na Alemanha, Holanda, estados Bálticos e países Nórdicos.

Outros nomes[editar | editar código-fonte]
MNAC - Art Modern.jpg

Outros nomes locais foram associados com as características de suas formas, seus praticantes e suas obras, e escolas de pensamento ou estudo onde era popular. Muitos desses termos se referem à ideia de novidade. Antes do termo “Art Nouveau” se tornar comum na França, le style moderne (o estilo moderno) era a designação mais frequente. Arte joven (arte jovem) na Espanha, Modernisme na Catalunha, Arte nova em Portugal, Arte nuova na italia e Nieuwe kunst na Holanda, модерн (“novo”, “contemporaneo”) na Rússia – todos seguem esse tema. Muitos nomes referem especialmente às formas orgânicas que eram populares com os artistas Art Nouveau: Stile Floreal (estilo floral), Lilenstil (estílo do Lírio), Style Nouille (estilo macarrônico), Paling Stijl (estilo da enguia) e Wellenstil (estilo da onda).

Em outros casos, exemplos importantes, artistas renomados e locais associados influenciaram os nomes. As entradas de Hector Guimard do Paris Métro, por exemplo, forneceram o termo Style Métro, a popularidade da Italy of Art Nouveau designs da loja de departamento Londrina Liberty &Co resultou em ser conhecida como Stile Liberty (estilo da liberdade) e nos estados unidos, ficou conhecida como o “Estilo Tiffany” devido à sua associação com Louis Comfort Tiffany. Na Áustria, uma forma local de Art Nouveau era praticada por artistas da Secessão Vienense e é, assim, conhecida como a Sezessionstil (estilo da secessão). Entretanto, como um termo por si só, “Secessão” (alemão:Sezession húngaro: szecesszió) é usado frequentemente para descrever as características gerais do estilo Art Nouveau for a de Viena, principalmente nas áreas da Áustria-Hungria no começo do século 20. No Reino Unido, ela o estilo é associado

Casa Batlló

às atividades de Charles Rennie Mackintosh em Glasgow, e é geralmente conhecida como o “estilo Glasgow”.

As tendências Art Nouveau também eram usadas por estilos locais. Na Dinamarca, por exemplo, era um aspecto de Skønvirke (“trabalho estético”) que se relaciona com o estilo “Arts and Crafts”. Da mesma forma, artistas adotaram muitos dos padrões florais e orgânicos do Art Nouveau no estilo Mloda Polska (“Jovem Polônia”) na Polônia. No entanto, a Mloda Polska era muito inclusiva de outros estilos artísticos e abrangia um estilo de arte, literatura e estilo de vida.

Origens[editar | editar código-fonte]

Casa Estudio Victor Horta

As origens do Art Nouveau são encontradas na Resistencia do artista William Morris por meio das composições desordenadas e as tendências revivalistas no século 19 e suas teorias que ajudaram iniciar o movimento de “Arts and Crafts”. No entanto, a capa do livro Wrens City Churches (1883) feita por Arthur Mackmurdo, com seus rítmicos padrões florais é comumente considerado a primeira realização de Art Nouveau. Por volta da mesma época, a perspectiva plana e as cores fortes das impressões japonesas em bloco de madeira, especialmente aquelas do Katsushika Hokusai, tinham um efeito forte na formulação do Art Nouveau. O Japonismo que foi popular na Europa durante 1880 e 1890 foram particularmente influenciais em muitos artistas com suas formas orgânicas e referencias para o mundo natural. Além de ser adotado por artistas como Emile Gallé e James Abbott McNeil Whistler, a arte e o design de inspiração Japonesa foram defendidos pelos empresários Siegfried Bing e Arthur Lasenby Liberty em suas lojas em Paris e em Londres, respectivamente.

Características[editar | editar código-fonte]

Apesar do Art Nouveau ter adquirido tendências locais distintas na medida que sua dispersão geográfica espalhou, algumas características gerais são indicativos da forma. A descrição publicada na revista Pan do quadro Cyclamen (1894) de Herman Obrist descrevia a obra como “curvas violentas e repentinas geradas pelo estalar de um chicote”, ficou muito bem conhecida durante a propagação inicial do Art Nouveau. Subsequentemente, não só a obra ficou conhecida como The Whiplash como também o termo “whiplash” passou a ser frequentemente aplicado às curvas características usadas pelos artistas do Art Nouveau. Tais padrões decorativos “whiplash’, formados por linhas dinâmicas, ondulantes e fluídas em um ritmo sincopado, são encontrados na arquitetura, pintura, escultura e outras formas de design Art Nouveau.

Filosofia e geografia[editar | editar código-fonte]

Croquis Fachada Casa Tassel.jpg

Art Nouveau é atualmente considerado um estilo “total”, significando que ele inclui uma hierarquia de escalas de design – arquitetura; design interior; artes decorativas incluindo joias, móveis, têxteis, prata e outros utensílios e iluminação; e as artes visuais. De acordo com a filosofia do estilo, a arte deve ser um modo de vida. Para muitos europeus, foi possível viver em casas inspiradas pelo Art Nouveau, com móveis, prataria, louça, joias e cigarreiras Art Nouveau. Artistas queriam combinar as belas artes e as artes aplicadas até mesmo com objetos utilitários.

Exposições internacionais

Parte da evolução do Art Nouveau foi a exposição universal de 1900 em Paris, que apresentou uma visão geral do “estilo moderno” em todos os meios. Ela conseguiu mais reconhecimento na Esposizione Internazionale d’Arte Decorativa Moderna de 1902 em Turim, Itália, onde exibiram designers, de quase todo países europeus que praticavam o Art Nouveau.

Art Nouveau no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil não escapou da influência do Art Nouveau. Na arquitetura, o sueco Carlos Eckmann projetou e construiu em 1902 a mansão para residência da Família Alvares Penteado. Doada à USP em 1949, a luxuosa construção de dois pavimentos, com mais de 60 cômodos, é hoje a sede da Pós Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU-USP e um dos últimos prédios remanescentes em São Paulo de arquitetura Art Nouveau.

No cenário das artes plásticas, o estilo Art Nouveau, de natureza eminentemente decorativa, tanto no campo teórico como na pintura, foi introduzido no Brasil por Eliseu Visconti.[2] O interesse pelas artes decorativas levou o artista a frequentar em Paris, entre 1894 e 1897, o curso de artes decorativas de Eugène Grasset, uma das mais destacadas expressões do Art Nouveau na Europa. A influência do estilo fez-se sentir em diversas pinturas de Visconti, notadamente nas decorações que o artista executou no interior do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Mas foi a percepção do Art Nouveau como relação estreita entre arte decorativa e indústria que levou Visconti a tornar-se um pioneiro do design no Brasil. Ainda em 1896, Visconti produz a ilustração para a capa do primeiro número da Revue du Brésil, revista bimensal que eminentes homens públicos fundaram após a Proclamação da República, editada em diversas línguas e distribuída em todos os países da Europa. Através da ilustração da capa da Revue du Brésil, Eliseu Visconti introduz o Art Nouveau nas artes gráficas do Brasil. Ao retornar da Europa, em 1900, Visconti exibe, em sua primeira exposição individual, diversos trabalhos de arte aplicada à indústria, com forte presença do estilo Art Nouveau: objetos em ferro, cerâmica, trabalhos de marquetaria, vitrais, estamparia de tecidos, papel de parede e couro cinzelado. Em 1903, o artista projetaria uma coleção de dezesseis selos e bilhetes postais, vencedora do concurso aberto pelos Correios, utilizando a figura feminina como tema, maior exemplo de seu design no estilo Art Nouveau.

Artistas brasileiros que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922, como Di Cavalcanti e Brecheret, também revelam alguns reflexos da Art Nouveau em seus trabalhos. Para Mário de Andrade, “se outros motivos não existissem, bastava o Art Nouveau para justificar a Semana de Arte Moderna.”

França, Bélgica e Suíça[editar | editar código-fonte]

Em Paris, a Maison de l’Art Nouveau, naquela época administrada por Siegfried Bing, apresentou objetos Art Nouveau. Artistas como Émile Gallé, Louis Majorelle e Victor Prouvé em Nancy, França, iniciaram a École de Nancy, dando uma nova influencia para o Art Nouveau. Em Bruxelas, Bélgica, o estilo foi desenvolvido com a ajuda dos arquitetos Victor Horta e Henry Van de Velde. Outros designers de Art Nouveau na França, Bélgica e Suíça são Theophile Alexandre Steinlein, Hector Guimard e Jules Lavirotte. O artista tcheco Alphonse Mucha trabalhou em Paris por vários anos.

Alemanha[editar | editar código-fonte]

O Art Nouveau Alemão é geralmente conhecido por seu nome alemão, Jugendstil. Baseando-se na gravura tradicional alemã, o estilo usa bordas precisas e duras, um elemento bem diferente do estilo naturalístico da época. O estilo era usado principalmente em Hamburgo. A arte Jugenstil inclui uma variedade de métodos diferentes, aplicados por uma grande variedade de artistas individuais. Métodos variam do clássico ao romântico. Uma característica do Jugendstil é a tipografia usada, a combinação da letra e imagem que é inconfundível. A combinação foi usada em capas de livros, propagandas e pôsteres de exibição. Designers frequentemente usavam typefaces de exibição únicos que entravam em harmonia com a imagem.

Henry Van de Velde, que trabalhou a maior parte de sua carreira na Alemanha, foi um teorista que influenciou muitos outros para continuar esse estilo de arte gráfica incluindo Peter Behrens, Hermann Obrist e Richard Riemerschmid. August Endell, Henri Privat-Livemont são outros designers de Art Nouveau notáveis.

Revistas eram importantes para espalhar o idioma visual da Jugendstil, especialmente as qualidades gráficas. Além da Jugend, outras revistas importantes eram a Simplicissimus e a Pan.

Áustria[editar | editar código-fonte]

Uma abordagem local para o Art Nouveau é representada pelos artistas da secessão vienense, uma secessão que iniciou em 3 de Abril de 1897 por Gustav Klimt, Koloman Moser, Josef Hoffmann, Joseph Maria Olbrich, Max Kurzweil, Otto Wagner entre outros. Eles se opuseram à orientação conservadora em relação ao historicismo expressada pelo Vienna Künstlerhaus.

Itália[editar | editar código-fonte]

A rota europeia do Art Nouveau fornece detalhes do patrimônio na Europa e no mundo do estilo Art Nouveau, apresentando um número considerável de informações sobre a Stile Liberty da Itália. Isso representou os desenhos modernos da loja londrina Liberty & Co, indicando tanto o aspecto comercial do Art Nouveau, como também o caráter "importado" que ele manteve em algumas partes da Itália, mas não em Palermo, isolada dos desenvolvimentos no norte e evoluindo um caráter independente, devido em grande parte aos designers, como o arquiteto Ernesto Basile e Ducrot Vittorio, que se especializou como um marceneiro. De acordo com a rota europeia do Art Nouveau, Basile e Ducrot foram responsáveis pela ideia da obra de arte completa na Itália. Cidades e locais italianos importantes para a Liberty são os centros de spa de Salsomaggiore Terme, na região de Emilia-Romagna, e San Pellegrino Terme, na Lombardia, assim como Cernobbio no Lago Como, também na Lombardia. Algumas cidades grandes tem um numero considerável de decorações e prédios no estilo Liberty, especialmente Turim, Milão, Nápoles e grandes seções da cidade de Viareggio na Toscana. O estilo Liberty foi usado por designers e arquitetos italianos em muitos locais no exterior, especialmente na Argentina e no Chile, como em Valparaiso no Chile, onde os arquitetos Renato Schiavon e Arnaldo Barison, treinado em Trieste, chegaram depois do terremoto de 1906. Lá, eles construíram estruturas fenomenais, como o Palacio Barburizza (1915), atualmente o museu de belas artes da cidade. Outros designers importantes eram a família Bugatti (Carlo, Ettore, Jean e Rembrandt), mais conhecidos por seus carros feitos na França, e móveis e arte feitas em sua cidade natal, Milão. Carlo Bugatti, nascido em fevereiro de 1856 em Milão, era ele mesmo o filho de um arquiteto e escultor, Giovanni Luigi Bugatti. Carlo recebeu seu treinamento na renomada Academia de Milão, Brera e, posteriormente, na Académie des Beaux-Arts em Paris. Seu trabalho foi abrangente, incluindo talheres, tecidos, cerâmica e instrumentos musicais, mas ele é mais lembrado por seus designs inovadores de móveis, mostrado pela primeira vez em 1888 na feira de belas artes em Milão.

Malta[editar | editar código-fonte]

Existem edifícios Art Nouveau chamados Balluta Buildings. Eles são prédios de apartamentos na costa oriental de Balluta Bay, na costa nordeste de Malta, dentro do distrito de St.Julians.

Grã-Bretanha[editar | editar código-fonte]

No Reino Unido, o Art Nouveau se desenvolveu a partir do movimento de “Arts and Crafts”. O inicio de um estilo Art Nouveau pode ser reconhecido na década de 1880 por meio de alguns desenhos progressistas, como o desenho de Arthur Mackmurdo para a capa de seu livro sobre as igrejas da cidade feitas por Sir Christopher Wren, publicado em 1883. Glasgow eventualmente se tornou o local mais importante na Grã-Bretanha devido às criações de Charles Rennie Mackintosh e seus colegas. O grupo de artistas conhecidos como a Escola de Dunbar, eram ativos em, como era conhecido na Escócia, Art Noovoo. Outros notáveis designers britânicos de Art Nouveau incluem Walter Crane, Arthur Lasenby Liberty, Charles Ashbee e Aubrey Beardsley.

O prédio Edward Everard em Bristol, construído de 1900 a 1901 para abrigar a impressão das obras de Edward Everard, apresenta uma nova fachada da Art Nouveau. As figuras retratadas são de Johannes Gutenberg e William Morris, ambos eminentes na área da impressão. A figura alada simboliza o Espirito de Luz, enquanto uma figura segurando uma lâmpada de luz e um espelho simboliza a luz e a verdade.

Hungria[editar | editar código-fonte]

Em contraste ao Historicismo, o Art Nouveau Húngara é baseada em supostas características da arquitetura nacional. Ödön Lechner (1845-1914), a pessoa mais importante da Art Nouveau Húngara, foi inspirado, inicialmente, pela arquitetura indiana e síria, e, posteriormente, pelos tradicionais desenhos húngaros decorativos. Dessa forma, ele criou uma síntese original de estilos arquitetônicos. Deixando de usar o estilo do Lechner, mas ainda inspirado pelo seu método o grupo de “jovens” (Fiatalok), que incluíam Károly Kós e Dezsõ Zrumeczky, aplicaram as estruturas e formas características da arquitetura húngara tradicional, especialmente o vernáculo da Transilvânia. Além dos dois estilos principais, a arquitetura húngara também tem versões locais de tendências originarias de outros países europeus. A secessão vienense, a Jugendstil Alemã, o Art Nouveau da França e da Bélgica e a influência da arquitetura inglesa e finlandesa são todas representadas nos prédios construídos no começo do século 20. Béla Lajta inicialmente adotou o estilo do Lechner e subsequentemente adotou as tendências inglesas e finlandesas; apos desenvolver um interesse no estilo egípcio, finalmente desenvolveu um estilo arquitetônico moderno. Aladár Árkay fez quase o mesmo. István Medgyaszay desenvolveu um estilo próprio, que diverge o do Lechner ao usar padrões tradicionais estilizados para criar designs decorativos em concreto. Para as artes aplicadas, os principais responsáveis por disseminar o Art Nouveau foram a escola e o Museu de Artes Aplicadas, que abriram em 1896.

Espanha[editar | editar código-fonte]

Na Espanha, o estilo foi baseado principalmente em Barcelona e foi um elemento essencial do modernismo Catalão. O arquiteto Antoni Gaudí, cujo estilo decorativo arquitetônico é tão pessoal que às vezes consideram que ele pratica um tipo diferente de Art Nouveau, usa as formas florais e orgânicas do Art Nouveau. Seus designs de cerca de 1903, a Casa Batlló (1904-1906) e a Casa Milà (1906-1908) são mais relacionadas com os elementos estilísticos do Art Nouveau. No entanto, estruturas famosas como a Sagrada Família caracteristicamente contrastam as tendências de modernização do Art Nouveau com o chamado reavivamento neogótico. Além da presença dominante de Gaudí, Lluís Domènech i Montaner também usou Art Nouveau em Barcelona em prédios como a Casa Lléo Morera (1905). Outro grande utilizador de Art Nouveau foi Josep Maria Jujol.

Praga e as Terras Tchecas[editar | editar código-fonte]

Alphonse Mucha usou o estilo em Praga e Morávia (parte da atual Republica Tcheca); seu estilo de Art Nouveau foi associado com o Renascimento Nacional Tcheco. Secções “fin du siècle” de Praga revelam prédios modestos incrustados com imagens de folhas e mulheres que curvam e giram através das fachadas. Exemplos de Art Nouveau na cidade, juntamente com os exteriores de muitos prédios de apartamento e comerciais, são a Casa Municipal, o Hotel Pariz, Mercado Municipal de Smíchov, Hotel Central, as janelas da capela St.Wenceslas na Catedral St. Vitus, a estação de trem principal, o Hotel Grand e a “Jubilee Synagogue”. O cemitério Olsany e o novo cemitério judeu também são exemplos importantes de Art Nouveau. Em Tcheco, Art Nouveau é conhecido como Secese, um nome adotado do termo Austríaco “secessionismo”.

Letônia[editar | editar código-fonte]

A arquitetura Art Nouveau foi popular em Riga, capital da Letônia, durante o fim do século 19 e o começo do século 20 – cerca de 40% dos prédios desta época foram construídos neste estilo. Vários sub-estilos formaram se formaram neste período. Elementos iniciais do novo estilo foram adicionado à arquitetura eclética formando a Art Nouveau “eclética”. Art Nouveau “decorativa” refere ao estilo usando apenas elementos decorativos da Art Nouveau; o primeiro edifício assim foi construído em 1899, mas, em 1906 os estilos decorativos já haviam saído de moda. Logo, o estilo decorativo não é muito difundido em Riga. O estilo mais popular em Riga é conhecido como o Art Nouveau “Romântico”. Simplista e moderno em forma, esses prédios foram decorados com elementos de outros estilos históricos e constituem cerca de um terço de todos os prédios de Riga central. De 1905 a 1911, o romantismo nacional da Letônia maximizou. Apesar de ser um sub-estilo do Art Nouveau, ele copiou formas de arquitetura tradicional e incorporou elementos decorativos tradicionais. Com o amadurecimento do Art Nouveau, a ênfase em linhas verticais se tornou mais popular, conhecida como Art Nouveau “Vertical”, esse estilo foi mais popular logo antes da primeira guerra mundial. O centro de Riga é atualmente designado como um dos patrimônios mundiais da UNESCO devido, em parte, à sua arquitetura Art Nouveau.

Um numero significante de estruturas Art Nouveau estão localizadas em outras cidades e vilas da Letônia, incluindo Liepãja (centenas de prédios), Jūrmala (exemplo notável – Igreja Luterana Dubulti, 1907), Daugavpils e outros. O uso de Art Nouveau fora de centros urbanos tem sido raros mas existem alguns exemplos extraordinários como por exemplo a mansão Luznava (leste da Letônia)

Leste e Centro Europeu[editar | editar código-fonte]

Na Rússia, o estilo foi promovido pela revista de arte Mir iskusstva (mundo de arte), que gerou os revolucionários Ballets Russes.

O estilo Polonês foi centrado em Cracóvia e fez parte do estilo Mloda Polska. Stanislaw Wyspiański foi o principal artista Art Nouveau na Polônia; suas pinturas, designs teatrais, vitrais e interiores de prédios são muito admirados e celebrados no Museu Nacional de Cracóvia. Prédios Art Nouveau sobrevivem na maioria das cidades polonesas, com a exceção da Varsóvia, onde autoridades comunistas destruíram os poucos exemplos que haviam sobrevivido destruição nazista da cidade alegando que os prédios eram decadentes.

As terras eslovenas foram outra área influenciada pelo Art Nouveau. No inicio, a Art Nouveau Eslovena era influenciada fortemente pela secessão vienense, mas posteriormente ela desenvolveu um estilo individual. Arquitetos importantes deste estilo incluem Max Fabiani, Ciril Metod Koch, Jože Plečnik e Ivan Vurnik. A maior parte da arquitetura é encontrada em Ljubljana.

A Croácia era uma área de arquitetura de secessão também. Arquitetos como Vjekoslav Bastl e Baranyai desenvolveram uma mistura entre o modernismo e Art Nouveau Clássica. O arquiteto croata Josip Vancaš trabalhou a maior parte do tempo em Sarajevo, a capital da Bósnia-Herzegovina. Sua arquitetura era uma mistura do historicismo anterior e o verdadeiro Art Nouveau: algumas de seus melhores prédios Art Nouveau estão localizados em Ljubljana, Eslovênia.

Outras áreas[editar | editar código-fonte]

A propagação do Art Noveau em Portugal, apesar de atrasado devido a um lento desenvolvimento da indústria, prosperou em cidades como Porto e Aveiro, nas quais podem ser encontrados numerosos prédios influenciados por modelos europeus, em específico a arquitetura francesa.

O Art Nouveau também era popular nos países nórdicos, onde se integrou com o estilo nacional romântico. Bons exemplos são os bairros de Katajanokka e Ullanlinna em Helsinque, Finlândia, além da estação central de Helsinque, desenhada pelo arquiteto Eliel Saarinen. Assim como na Alemanha, Jugendstil ainda é o termo predominante usado para o estilo.

A cidade costeira norueguesa de Ålesund queimou em 1904 e foi reconstruída em uma arquitetura Jugendstil uniforme, mantida mais ou menos intacta até presentemente.

Embora nenhum artista significante na Austrália esteja associado ao Art Nouveau, muito prédios na Austrália foram desenhados no estilo Art Nouveau. Em Melbourne, o Victorian Arts Society, Milton House, Melbourne Sports Depot, Banhos de Melbourne City, Conservatório de Música de Câmara e Melba, Edifício Paston e o Edifício Empire Works, todos representam o estilo Art Nouveau.

Montevideo é um bom exemplo da influencia do Art Nouveau no outro lado do atlântico. O estilo é muito aparente tanto na arquitetura do centro da cidade quanto o da periferia. Montevideo manteve uma comunicação intense com Paris, Londres e Barcelona durante o apogeu do Art Nouveau, quando a cidade estava recebendo imigração em massa, especialmente da Itália e da Espanha. Estes também foram os anos em que Montevideo desenvolveu a estrutura de seus espaços urbanos, os quais fatores ajudam a explicar a presença generalizada de Art Nouveau lá.

Do outro lado do Rio da Prata, Buenos Aires ainda conserva parte de sua arquitetura Art Nouveau, também trazido por imigrantes italianos e espanhóis que desenvolveram o Jugendstil (edifício Otto Wulff, por Morten Ronnow, dinamarquês), Liberty (Casa de los Pavos Reales, por Virginio Colombo, Italiano), Modernisme (vários prédios por Julián García Núñez, espanhol-argentino) e variedades de Art Nouveau (Chile Hotel por Louis Duboius, Francês). Outra cidade Argentina onde esta arquitetura foi protegida é Rosário, um porto importante no Rio Paraná.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Na Arquitetura, hipérboles e parábolas em janelas, arcos e portas são comuns e molduras decorativas “crescem” em formas derivadas de plantas. Como a maioria dos estilos de design, o Art Nouveau procurou harmonizar suas formas. O texto acima da entrada do Metrô de Paris utiliza as qualidades do resto do trabalho de ferro na estrutura.

O Art Nouveau na arquitetura e design interior evitou os estilos ecléticos revivalistas do século 19. Apesar dos designers Art Nouveau selecionaram e modernizaram alguns dos mais abstratos elementos do estilo Rococo, como as texturas da chama e da concha, ele também defenderam o uso de formas orgânicas muito estilizadas como fonte de inspiração, expandindo o repertório “natural” de usar alga, grama e insetos.

Pintura e artes gráficas[editar | editar código-fonte]

Peças bidimensionais de Art Nouveau foram pintadas, desenhadas e impressas em formas populares como propagandas, pósteres, rótulos, revistas entre outros. A estampa Japonesa, com suas linhas curvas, superfícies estampadas, vazios contrastantes e a planicidade do plano visual, também inspiraram o Art Nouveau. Alguns padrões de linhas e curvas se tornaram em clichés gráficos que foram posteriormente encontrados em obras de artistas de muitas partes do mundo.

Escultura[editar | editar código-fonte]

Escultores incluem François-Raoul Larche e Charles van der Stappen.

Vidraria[editar | editar código-fonte]

Arte em vidro era um meio no qual o estilo encontrou tremenda expressão – por exemplo, as obras de Louis Comfort Tiffany, em Nova York, Charles Rennie Mackintosh em Glasgow, e Émile Gallé e os irmãos Daum em Nancy, França.

Cerâmica[editar | editar código-fonte]

A cerâmica Art Nouveau foi influenciada pelo trabalho do Japão. O desenvolvimento de porcelana com esmaltes cristalizados e mate de alta temperatura (grand feu), com ou sem outra decoração, é típico destas obras. Foi um período onde técnicas perdidas foram redescobertas, como o esmalte de sangue de boi, e outros métodos inteiramente novos foram desenvolvidos. Principais ceramistas franceses incluem: Ernest Terço, Taxile Doat, Alexandre Bigot, Adrien-Pierre Dalpayrat, Edmond Lachenal e Albert Dammouse.

Objets d'art e outros exemplos[editar | editar código-fonte]

As joias do período Art Nouveau revitalizaram a arte da joalharia, com a natureza como a principal fonte de inspiração, complementados por novos níveis de virtuosidade em esmalte e a introdução de novos materiais, tais como opalas e pedras semipreciosas. O grande interesse na arte japonesa e o entusiasmo mais especializado para habilidades metalúrgicas japonesas promoveu novos temas e abordagens para enfeite.

Para os dois séculos anteriores, a ênfase em joias finas tinha sido em pedras preciosas, em especial sobre o diamante, e o joalheiro ou ourives tinha se concentrava principalmente com o fornecimento de configurações para sua viagem. Com o Art Nouveau, um tipo diferente de joias surgiu, motivado pelo artista-designer ao invés de o joalheiro como setter de pedras preciosas.

Os joalheiros de Paris e Bruxellas definiram o Art Nouveau em joias, e nessas cidades alcançou seu maior renome. Críticos franceses contemporâneos estavam unidos em reconhecer que a joalharia estava passando por uma transformação radical e que o joalheiro-vidreiro francês René Lalique estava popularizando as mudanças. Lalique glorificou a natureza na joalheria, ampliando o repertório para incluir novos aspectos da natureza – como a grama ou libélulas – inspirados por seu encontro com a arte japonesa.

Os joalheiros estavam ansiosos para estabelecer o novo estilo em uma tradição nobre, e por isso usaram o Renascimento, com suas obras de ouro esculpido e esmaltado, e sua aceitação de joalheiros como artistas em vez de artesãos. Na maior parte do trabalho esmaltado do período, pedras preciosas recuaram. O diamante era geralmente subsidiário, usado juntamente com materiais menos conhecidos como vidro moldado, chifre e marfim.

Relacionamento com estilos e movimentos contemporâneos[editar | editar código-fonte]

Como um estilo artístico, Art Nouveau tem afinidades com os pré-rafaelitas e estilos simbolistas, e artistas como Aubrey Beardsley, Alphonse Mucha, Edward Burne-Jones, Gustav Klimt e Jan Toorop poderia ser classificados em mais de um desses estilos. Ao contrário da pintura simbolista, no entanto, o Art Nouveau tem uma aparência distinta e, ao contrario do movimento artesão-orientado de Arts and Crafts, artistas Art Nouveau rapidamente usavam novos materiais, superfícies usinadas e abstração a serviço do design puro.

Art Nouveau não negou as maquinas, como o movimento de Arts and Crafts o fez. Para escultura, os materiais empregados eram o vidro e o ferro forjado, resultando em qualidades esculturais até mesmo na arquitetura. Cerâmicas também foram empregadas na criação de edições de esculturas de artistas como Auguste Rodin.

A arquitetura Art Nouveau fez uso de muitas das inovações tecnológicas do fim do século 19, especialmente o uso de ferro exposto e grandes pedaços irregulares de vidro para a arquitetura. No inicio da Primeira Guerra Mundial, no entanto, a natureza estilizada do design Art Nouveau – que era caro para produzir – começou a ser abandonada em favor de um modernismo mais ágil e retilíneo, que era mais barato e mais fiel à indústria estética mais simples que se tornou Art Déco.

Referências Bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  1. Duncan (1994), 7.
  2. Sterner (1982), 6.
  3. a b c d e Art Nouveau – Art Nouveau Art
  4. http://www.trueartworks.com/poster.php/0000-0086
  5. An Introduction to the Work of Alphonse Mucha and Art Nouveau, lecture by Ian Johnston of Malaspina University-College, Nanaimo, BC. This document is in the public domain and may be used by anyone, in whole or in part, without permission and without charge, provided the source is acknowledged.
  6. Duncan, 1; 23–24.
  7. Duncan (1994), 37.
  8. Duncan (1994), 34.
  9. a b c d e f Michèle Lavallée, "Art Nouveau", Grove Dictionary of Art, Oxford University Press [accessed 11 April 2008].
  10. Henry R. Hope, review of H. Lenning, The Art Nouveau", The Art Bulletin, vol. 34 (June 1952), 168–171 (esp. 168–169): Discussing the state of Art Nouveau during 1952, the author notes that Art Nouveau, which had become disfavored, was not yet an acceptable study for serious art history or a subject suitable for major museum exhibitions and their respective catalogs. He predicts an impending change, however.
  11. In addition to monuments in Riga and Brussels that are specifically named as examples of Art Nouveau, the "Works of Antoni Gaudí" in and around Barcelona are recognised as "outstanding examples of the building typology in the architecture of the early 20th century." See World Heritage List – Works of Antoni Gaudí
  12. a b UNESCO World Heritage List – Historic Centre of Riga.
  13. a b UNESCO World Heritage List – Major Town Houses of the Architect Victor Horta.
  14. a b c d e Duncan (1994): 23–24.
  15. Martin Eidelberg and Suzanne Henrion-Giele, "Horta and Bing: An Unwritten Episode of L'Art Nouveau", The Burlington Magazine, vol. 119, Special Issue Devoted to European Art Since 1890 (Nov., 1977), pp. 747–752.
  16. a b c Duncan (1994), 15–16; 25–27.
  17. A. Philip McMahon, "review of F. Schmalenbach, Jugendstil", Parnassus, vol. 7 (Oct., 1935), 27.
  18. Reinhold Heller, "Recent Scholarship on Vienna's "Golden Age", Gustav Klimt, and Egon Schiele", The Art Bulletin, vol. 59 (Mar., 1977), pp. 111–118.
  19. Georg Hirth, the editor of Jugend, applied the term "Secession" to the series of reactionary movements of the era: Nicolas Powell, "Review of C. Nebehay, Ver Sacrum, 1898–1903", The Burlington Magazine, vol. 118 (Sep., 1976): 660.
  20. Jennifer Opie, "A Dish by Thorvald Bindesbøll", The Burlington Magazine, vol. 132 (May, 1990), pp. 356.
  21. Claire Selkurt, "New Classicism: Design of the 1920s in Denmark", The Journal of Decorative and Propaganda Arts, vol. 4 (Spring, 1987), pp. 16–29 (esp. 18 n. 4).
  22. Danuta A. Boczar, "The Polish Poster", Art Journal, vol. 44 (Spring, 1984), pp. 16–27 (esp. 16).
  23. Danuta Batorska, "Zofia Stryjeńska: Princess of Polish Painting", Woman's Art Journal, vol. 19 (Autumn, 1998–Winter, 1999), pp. 24–29 (esp. 24–25).
  24. a b Duncan (1994): 10–13.
  25. a b c Duncan (1994): 14–18.
  26. Before opening the Maison de l'Art Nouveau, Bing managed a shop specialising in items from Japan; after 1888 he promoted Japanism with his magazine La Japon Artistique: Duncan (1994): 15–16.
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  28. Sterner (1982), 38–42.
  29. http://www.coupdefouet.eu/
  30. James Grady, "Special Bibliographical Supplement: A Bibliography of the Art Nouveau", The Journal of the Society of Architectural Historians, vol. 14 (May, 1955), pp. 18–27.
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  33. a b "Jūgenstils" (in Latvian). Enciklopēdija "Rīga". Riga: Galvenā enciklopēdiju redakcija. 1988. pp. 334.
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  35. "Nacionālā romantisma celtnes" (in Latvian). Enciklopēdija "Rīga". Riga: Galvenā enciklopēdiju redakcija. 1988. pp. 483.
  36. Sterner (1982), 21.
  37. Edmond Lachenal and His Legacy, by Martin Eidelberg, Claire Cass, Hudson Hills Press; illustrated edition edition (25 February 2007)
  38. http://www.musee-rodin.fr/communication/images/CPrevejaponais_anglais.pdf Edmond Lachenal produced editions of Rodin's sculptures
  39. Sterner (1982), 169.
  40. http://en.wikipedia.org/wiki/Art_Nouveau
  41. Auler, Hugo. Art Nouveau e seus reflexos na aristocracia brasileira do 900. Correio Brasiliense de 2 de março de 1968.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Duncan, Alastair. Art Nouveau. World of Art. New York: Thames and Hudson, 1994. ISBN 0-500-20273-7
  • Heller, Steven, and Seymour Chwast. Graphic Style from Victorian to Digital. New ed. New York: Harry N. Abrams, Inc., 2001. p. 53–57.
  • Sterner, Gabriele. Art Nouveau, an Art of Transition: From Individualism to Mass Society. 1st English ed. (original title: Jugendstil: Kunstformen zwischen Individualismus und Massengesellschaft) Trans. Frederick G. Peters and Diana S. Peters. Woodbury, N.Y.: Barron's Educational Series, 1982. ISBN 0-8120-2105-3
  • Freire, Maria Lúcia Santos. Imagens da Arte Brasileira. Rio de Janeiro, 2005.
  • Seraphim, Mirian N. et allii. Eliseu Visconti - A modernidade antecipada. Rio de Janeiro: Holos Consultores Associados, 2012.
  • Visconti, Tobias Stourdzé et allii. Eliseu Visconti - A arte em movimento. Rio de Janeiro: Holos Consultores Associados, 2012.

Referências

  1. Dempsey, Amy. Estilos, escolas e movimentos. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. pp. 38-40.
  2. Eliseu Visconti Designer. Escola Superior de Desenho Industrial - UERJ. Página visitada em 26 de maio de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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