Bárbara Guimarães

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Bárbara Guimarães
Nascimento 21 de abril de 1973 (42 anos)
Sá da Bandeira, Angola colonial
Nacionalidade Portugal portuguesa
Ocupação Profissional de televisão
Cônjuge Pedro Miguel Ramos (1997 - 2001) - Manuel Maria Carrilho (2001 - 2013)


Bárbara dos Santos Guimarães (Sá da Bandeira, 21 de abril de 1973) é uma profissional de televisão portuguesa.

Filha de um escultor e de uma professora primária, viveu a partir dos quatro meses em São João da Madeira, terra natal da mãe, até a família se mudar para Lisboa, tinha Bárbara oito anos. Abandonou o curso de Relações Internacionais da Universidade Lusíada, em prol do jornalismo, tendo-se estreado na TVI, como repórter e pivot de informação. Seguidamente estreou-se na apresentação de magazines culturais, com Primeira Fila e 7 ponto 15. Contratada pela SIC ganha popularidade como entertainer, apresentando Chuva de Estrelas e Furor. Na mesma estação foi co-autora e apresentadora de Duetos Imprevistos, ao lado de António Vitorino de Almeida.

Posteriormente passa pela rádio, com Culto, na Antena 1. Quando surge a SIC Notícias volta aos magazines culturais com Sociedade das Belas-Artes, seguindo-se Oriente e Páginas Soltas, estes dedicados à entrevista de personalidades. Actualmente mantém-se como o rosto da apresentação das edições anuais dos Globos de Ouro e do Campeonato da Língua Portuguesa, voltando regularmente ao entretenimento, também na SIC.

Televisão[editar | editar código-fonte]

SIC[editar | editar código-fonte]

TVI[editar | editar código-fonte]

  • Passaporte
  • Primeira Fila
  • 7 Ponto 15
  • Novo Jornal

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Casou-se com Pedro Miguel Ramos, em 1997 em Punta Cana, República Dominicana, relação que durou pouco tempo.

Foi casada com Manuel Maria Carrilho, de quem teve um filho e uma filha , Dinis Maria (2004) e Carlota Maria (2010), separou-se em 2013[1] .

Em 2012 foi capa da revista GQ numa produção ousada. Na entrevista afirmou "Sou atrevida por natureza. O meu marido adora, não acha mal nenhum"[2] .

Em outubro de 2013, apresentou uma queixa-crime à PSP por violência doméstica. Formalizou a queixa horas depois de a polícia ter sido chamada à residência onde viveu com Manuel Maria Carrilho durante o tempo em que esteve casada[3] . A apresentadora pôs fim a uma situação que diz ser de agressões físicas continuadas. Além da queixa feita no dia 17 de outubro ao DIAP de Lisboa, contratou ainda os serviços de seguranças da empresa Charon para evitar qualquer acto de violência do companheiro[4] . Carrilho negou a acusação de violência doméstica e diz que apresentou queixa contra Bárbara Guimarães por ter sido impedido de entrar em casa[5] . Observou também que Bárbara Guimarães está a "atuar como uma pessoa enlouquecida, fruto de "estar sistematicamente alcoolizada"[6] . Manuel Maria Carrilho acusou a apresentadora de ser «um perigo para os filhos» devido à sua dependência do álcool[7] .

O ex-ministro também afirmou que a apresentadora fugiu de casa aos 18 anos porque o padrasto "a tentava violar". Observou que Bárbara se fechava com as amigas na cozinha a beber álcool enquanto a Carlota chorava à porta porque tinha fome, considerando que Bárbara foi uma mãe negligente com a filha. Em 27 de abril de 2015, Carrilho foi condenado em tribunal por difamação.[8]

A apresentadora processou Carrilho por “injúrias, calúnias e difamação”. Bárbara Guimarães também pediu uma ordem de restrição para Carrilho não se poder aproximar de si nem dos filhos do casal."[9] Em janeiro de 2014, o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa proibiu Manuel Maria Carrilho de contactar a ex-mulher Bárbara Guimarães, ou de se aproximar ou entrar na sua residência. Esta decisão baseia-se com a “suspeita da prática”, por parte de Manuel Maria Carrilho, de “crime de violência doméstica”.[10]

Uma decisão instrutória do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa afirma haver indícios de que a arguida Bárbara Guimarães cometeu o crime de violência doméstica contra Manuel Maria Carrilho.[11] Em maio de 2015, os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa decidiram não levar Bárbara Guimarães a julgamento e fizeram duras críticas à forma como uma juíza do Tribunal de Instrução Criminal acusou a apresentadora da SIC de violência doméstica contra o ex-marido, Manuel Maria Carrilho.[12]

Referências

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