Cápsula bacteriana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde Setembro de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Diagrama de estruturas extracelulares bacterianas: 1-cápsula, 2-camada mucosa oo glicocálix, 3-biopelícula.

A cápsula bacteriana é a camada rígida com fronteira definida formada por uma série de polímeros orgânicos que nas bactérias se deposita no exterior da sua parede celular. Geralmente contém glicoproteínas e um grande número de polissacáridos diferentes, incluindo poliálcoois e aminoaçúcares.[1]

A cápsula é uma camada rígida organizada numa matriz impermeável que exclui corantes como a tinta da china (tinta nankin). A camada de material extracelular que se deforma com facilidade, é incapaz de excluir partículas e não tem um limite definido, denomina-se glicocálice. Ambas podem ser detectadas com diversos métodos de coloração.

A cápsula permite às bactérias terem uma camada protectora resistente à fagocitose. Também é utilizada como depósito de alimentos e como lugar de eliminação de substâncias. Protege da desidratação, já que contem uma grande quantidade de água disponível em condições adversas. Evita também o ataque dos bacteriófagos e permite a adesão da bactéria às células animais do hospedeiro.

Referências

  1. P. Tauro, K.K. Kapoor, K. S. (1986) An Introduction to Microbiology, New Age Publishers, ISBN 0852268785.

Ver também[editar | editar código-fonte]