Cidade Maravilhosa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Merge-arrow 2.svg
Este artigo ou secção deverá ser fundido com Hino da cidade do Rio de Janeiro. (desde janeiro de 2012)
(por favor crie o espaço de discussão sobre essa fusão e justifique o motivo aqui; não é necessário criar o espaço em ambas as páginas, crie-o somente uma vez. Perceba que para casos antigos é provável que já haja uma discussão acontecendo na página de discussão de um dos artigos. Verifique ambas (1, 2) e não esqueça de levar toda a discussão quando levar o caso para a central.).
Question book.svg
Esta página ou se(c)ção não cita fontes fiáveis e independentes (desde janeiro de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa.

Cidade Maravilhosa é uma marcha composta por André Filho e arranjada por Silva Sobreira para o Carnaval de 1935. Esse adjetivo para a cidade do Rio de Janeiro foi dado pelo escritor maranhense Coelho Neto como uma homenagem às suas belezas naturais.

Seu título foi inspirado num programa radialístico de grande sucesso à época, apresentado por César Ladeira, onde este lia as "Crônicas da Cidade Maravilhosa", escritas pelo futuro Imortal da Academia Brasileira de Letras, Genolino Amado.

Gravada originalmente na Odeon em 1934, por Aurora Miranda e André Filho e lançada em discos 78 rpm.

Aurora gravou a marcha por sugestão de Carmen Miranda, a qual pretendia lançar a irmã mais nova no cenário artístico e na rádio, pois esta possuía grande talento.

Por esta razão, Carmen passou a incluí-la em todos os seus shows e no coro de suas gravações. Quando o compositor André Filho mostrou-lhe a música Cidade maravilhosa, Carmen achou que aquela seria uma oportunidade de ouro para a irmã. André Filho concordou imediatamente e, juntamente com Aurora Miranda, gravou Cidade maravilhosa de forma magistral.

Gravações[editar | editar código-fonte]

  • Ely Arcoverde
  • Imperiais do Ritmo (1972)
  • Sílvio Caldas (1973)
  • Banda do Canecão (1973)
  • Severino Filho Orquestra & Coro
  • Coro Popular de Samuel Rosemberg
  • Delora Bueno
  • Banda de Música & Coro da Cidade de Jacareí (1976)
  • Banda do Touguinha (1977)
  • Grupo dos Foliões (1977)
  • Trio Tambatajá (1978)
  • Samba Livre (1978)
  • The Freedonn Machine (1978)
  • A Grande Banda do Chopp (1979)
  • Billy Eckstine (1979)
  • As Melindrosas (1979)

Curiosidade[editar | editar código-fonte]