Departamento de Ordem Política e Social
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O Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) foi o órgão do governo brasileiro criado durante o Estado Novo, cujo objetivo era controlar e reprimir movimentos políticos e sociais contrários ao regime no poder.
Antigamente, subordinados aos Governos Estaduais, receberam outras denominações, dependendo da época e local, como DEOPS (Departamento Estadual de Ordem Política e Social) e DELOPS (Delegacia de Ordem Política e Social).
Durante o regime militar, em São Paulo, seu delegado mais conhecido foi Sérgio Paranhos Fleury, devido as acusações de "linha dura" feita pelos presos.[1].
Hoje, o DOPS ainda existe em alguns estados e no âmbito da Polícia Federal. No passado, o DOPS da Polícia Federal tinha dentre outras atribuições a de censurar os meios de comunicação. Atualmente, mantém o controle das armas de fogo e munições de propriedade particular de civis, apura os crimes praticados dentro do Cais do Porto, em toda a costa brasileira e faz a segurança de autoridades e representantes de estados estrangeiros, quando em visita oficial ao território brasileiro.
Quem tinha dentro do Departamento de Polícia Federal (DPF) as atribuições de censurar os meios de comunicação era a Divisão de Censura e Diversões Públicas, órgão do DPF.
[editar] Ver também
- Grupo Tortura Nunca Mais
- Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI - CODI)
- Ditadura militar

