Escala Internacional de Acidentes Nucleares
A Escala Internacional de Acidentes Nucleares (mais conhecida pelas suas siglas, INES) foi introduzida pela AIEA para permitir a comunicação sem falta de informação importante de segurança em caso de acidentes nucleares e facilitar o conhecimento dos meios de comunicação e a população de sua importância em matéria de segurança.1 Definiu-se um número de critérios e indicadores para assegurar a informação coerente de acontecimentos nucleares por diferentes autoridades oficiais. Há 7 níveis na escala:1
Os níveis de gravidade [editar]
Os acontecimentos de nível 1 - 3, sem consequência significativa sobre a população e o meio ambiente, qualificam-se de incidentes, os níveis superiores (4 a 7), de acidentes.1 O último nível corresponde a um acidente cuja gravidade é comparável ao ocorrido em 26 de abril de 1986 na central nuclear de Chernobil2 e ao de 11 de Março de 2011 na central nuclear de Fukushima I;3 são acidentes nucleares de nível 6 a 7, e o acidente radiológico de Goiânia, nível 5. (ver Acidente nuclear de Chernobil e Acidente nuclear de Fukushima I)
Acidente grave
Acidente importante
Acidente com risco fora da localização
Acidente sem risco fora da localização
Incidente importante
Incidente
Anomalia
Desvio (Sem significação para a segurança)
Referências
- ↑ a b c Júlio César Lima Lira (17 de junho de 2011). Escala Internacional de Acidentes Nucleares (em português). InfoEscola. Página visitada em 10 de desembro de 2012.
- ↑ Gabriela Cabral. Acidente Nuclear em Chernobyl (em português). Terra. Mundo Educação. Página visitada em 10 de dezembro de 2012.
- ↑ Acidente nuclear no Japão é pior na escala desde Tchernobil (em inglês). UOL; Agências Internacionais. Folha de S.Paulo (12 de março de 2011). Página visitada em 10 de dezembro de 2012.