GRCES Unidos do Peruche

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Unidos do Peruche
Unidos do Peruche (2010).JPG
Fundação 4 de janeiro de 1956 (58 anos)
Cores

Verde

Amarelo

Azul

Branco
Símbolo Cruzeiro do Sul[1]
Bairro Bairro do Limão[1] [nota 1]
Presidente Luiz Carlos Telles
Presidente de honra Seo Carlão
Carnavalesco Murilo Lobo
Intérprete oficial Toninho Penteado
Diretor de carnaval Carlos Alberto (Beto Bis)
Diretor de harmonia Antonio Soares (Toninho)
Diretor de bateria Marcos Gomes (Marquinhos)
Rainha da bateria Stephanye Cristine[2]
Madrinha da bateria Mara Kelly
Mestre-sala e porta-bandeira Róbinson e Thaís Paraguassú
Desfile de 2015
Enredo Karabá e o Menino do Coração de Ouro
Horário 15 de Fevereiro
3ª - 23:00
www.unidosdoperuche.org.br

O Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Unidos do Peruche é uma das mais tradicionais escola de samba da cidade de São Paulo, criada na década de 1950 a partir de um grupo de amigos que participavam da escola de samba Lavapés. A escola é conhecido como "a filial do samba"[2] e possui em seu pavilhão as mesmas cores da bandeira do Brasil.[1] Nos últimos anos, tem oscilado entre o grupo especial e acesso.

Apesar de ter origem no Parque Peruche, a escola atualmente está sediada fora do bairro, na Avenida Ordem e Progresso, nº 1061.[1]

História[editar | editar código-fonte]

A Peruche foi fundada na década de 1950 por moradores do Parque Peruche e Vila Espanhola, que desfilavam em diversas agremiações da época, tais como Lavapés, Rosas Negras, Garotos do Itaim, e nos cordões Campos Elíseos e Paulistano da Glória.[3] Entre seus fundadores estavam João Cândido da Silva, conhecido como Cachimbo e Carlos Alberto Caetano, conhecido como "Seu Carlão", Luiza (Dona Leni, Seu Zebu, Sr. Alcides, Sr.Décio, Gilberto Bonga, entre outros, que decidiram fundar um bloco de foliões no Parque Peruche, surgindo assim a Sociedade Esportiva Recreativa Beneficente Unidos do Parque Peruche. A escola de samba já que possuía, logo de início, uma quadra de ensaios, no terreno conhecido como "Terreiro do Caqui".[1]

Os times de futebol da região ajudaram a escola emprestando instrumentos. Mesmo assim, eram insuficientes para o tamanho da escola, que crescia cada vez mais. Até essa época, o Clube dos Lojistas da Lapa colaborava com a escola[1] . A partir de 1967, quando a Prefeitura de São Paulo oficializou os desfiles, a escola perdeu o apoio e começou a encontrar dificuldades. Nesse mesmo período, a Peruche vendeu sua quadra e começou a ensaiar na Rua Zilda.[1] Algum tempo depois, a entidade adquiriu um imóvel na Rua C, que ainda assim era pequeno para a realização dos ensaios. Uma terceira quadra foi adquirida, um terreno no Morro do Chapéu[1] . Por fim, com a venda deste imóvel, a escola adquiriu o espaço onde se encontra a atual quadra da escola, desta vez, fora de seu bairro de origem.[1]

A Peruche tornou-se vice-campeã de 1968 à 1971 e também em 1989 e 1990. Mas um dos desfiles considerados mais marcantes foi o de 1988, quando a escola, numa apresentação luxuosa com carros alegóricos gigantescos, contou com dois grandes intérpretes puxando seu samba: Jamelão e Eliana de Lima.[4] Devido à forte chuva que atrapalhou o desfile naquele ano, a escola conseguiu, no entanto, apenas um quinto lugar.

Em 1989, o conhecido carnavalesco carioca Joãozinho Trinta desenvolveu o enredo. Em 1990 Joãozinho deixou um auxiliar em seu lugar, sendo Eliana de Lima a nova intérprete. Naquele ano, a Peruche desfilou com 2500 componentes, durante uma noite chuvosa, onde justamente seu desfile não foi atingido pela chuva. Devido a alguns problemas na evolução a escola terminou na apuração a um ponto da campeã.[1]

Em 1991, a escola inova trazendo duas mulheres ao microfone: Bernardete e Eliana de Lima. Já o andamento do barracão não é o mesmo: às pressas a escola trocou de carnavalesco, com a chegada de Laíla. Eliana entra em trabalho de parto, tendo que sair às pressas e deixando Bernardete para cantar sozinha. Em 1992, a agremiação novamente a escola sucumbe diante de uma gama de problemas de harmonia e evolução. Já no ano de 1993, a Peruche levanta a arquibancada, porém problemas de alegorias fizeram com que a agremiação se atrasasse, perdesse pontos, iobtendo um 8º lugar muito pouco festejado.

No ano seguinte novamente Jamelão retorna ao posto de intérprete, novamente a Peruche desfila aspirando conquistar o título, mas novamente uma chuva forte e constante fez com que os carros fossem quebrando ao longo da avenida. Dois carros que não conseguiram passar acabaram ficando no recuo, ocasionando a perda de 14 pontos. Naquele ano, a Peruche terminou com, já descontadas as perdas, 272,50 pontos, enquanto a campeã Rosas de Ouro obteve no total fez 289,00 pontos.

Indignada com a perda dos pontos em 94, para 1995 a direção da escola preparou o enredo de protesto "Não Deixe o Samba Sambar", uma crítica irreverente às inovações do carnaval que desrespeitariam as tradições do samba. Na apuração, acabou disputando apenas o sétimo lugar com a vizinha Mocidade Alegre.

Durante algum tempo, por problemas internos da escola, parte da comunidade foi gradualmente se afastando, o que gerou inclusive uma dissidência, a Império de Casa Verde, que nascendo com o apoio do bicheiro Chico Ronda, viria a ser mais tarde uma das maiores escolas de samba de São Paulo, numa ascensão meteórica.

No final dos anos 90 a Peruche foi rebaixada, voltando em 2001 para o Grupo Especial ao ser vice do Grupo de Acesso. Em 2003, um acontecimento comovente: a poucos dias do Carnaval, o barracão do Peruche pega fogo e alguns carros são atingidos. Muitas escolas se solidarizam e doam material, fazendo com que a escola consiga desfilar, um problema similiar aconteceu em 2011, quando a Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, pegou fogo e três barracões foram atingidos, os das escolas Grande Rio, União da Ilha e Portela. Ainda assim isso não evita que ela termine em último lugar, sendo a princípio rebaixada, o que faz sua então presidente passar mal após ter uma crise de choro no fim da apuração, enquanto dava entrevistas. Ela alegava que depois de toda a dificuldade para sua escola entrar na avenida, não seria justo deixar de rebaixar o Império de Casa Verde (que deveria cair, mas numa decisão de última hora, o presidente da Liga resolveu que não cairia),e rebaixar a sua escola. Após uma série de discussões, Peruche e Barroca Zona Sul se mantiveram no Grupo Especial, porém ao contrário do Império, não conseguiram se firmar, e no ano seguinte a Peruche foi a penúltima colocada, caindo novamente (a Barroca conseguiu se manter por mais um ano).

Após desfilar no Grupo de acesso em 2005, a Unidos do Peruche conseguiu ser vice-campeã novamente, voltando ao Grupo Especial para 2006.

Neste ano, a Peruche, primeira a desfilar, fez um enredo em homenagem a Santos Dumont, e traz um dos carnavalescos campeões pelo Império no ano anterior. Se propondo a resgatar algumas das antigas tradições da escola, este vai de porta em porta chamar de volta alguns antigos componentes que estavam magoados com a escola. O desfile vem acima do esperado e a Peruche consegue se manter no Especial naquele ano, porém em 2007, ao homenagear a Turma da Mônica, novamente a escola termina em penúltimo, voltando ao Grupo de Acesso para 2008. No ano de 2009, juntamente com a Leandro de Itaquera, retorna ao Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

Em 2009 a Escola falou sobre jóias, com o enredo Do ventre da Terra a indomável cobiça do homem, porém acabou voltando para o Grupo de acesso, tendo terminado na última posição.

Em 2010, de volta ao grupo de acesso com outras duas tradicionalíssimas escolas de samba, a Nenê de Vila Matilde e o Camisa Verde e Branco, favoritas ao acesso, enredo sobre como as religiões chegaram e se desenvolveram na cidade de São Paulo intitulado "São Paulo, Olhai por Nós", conquistou o vice-campeonato com 268,00 os mesmos pontos que a Dragões da Real, desempatadas no quesito Alegoria.

Em 2011 falou sobre os 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo com o enredo: "Bravo! Bravíssimo! Peruche Apresenta 100 Anos do Theatro Municipal de São Paulo - O Retrato da Arte Brasileira". Teve Toninho Penteado como cantor principal, sendo que Bernardete, Tiago Melodia, Manoel e Toninho Penteado gravaram no CD, com Tinga sendo auxiliar, além de ter a modelo Caroline Bittencourt como sua rainha de bateria.[5] . A escola ultrapassou o limite máximo do tempo em três minutos e o presidente optou por deixar dois carros de fora do desfile, pois poderia atrasar ainda mais o desfile.[6] .

No ano seguinte Anderson Paz, intérprete consagrado, com passagens em escolas, como São Clemente e Estácio. assume o posto de intérprete[7] , além disso continua com Amarildo de Mello, como carnavalesco.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

A Unidos do Peruche teve 3 símbolos: O primeiro eram duas mãozinhas, o segundo era o Cruzeiro do Sul e o terceiro é um sambista caracterizado com a roupagem sambistica de antigamente, como um nobre da corte real, tocando um tamborim (conhecido como Peruchinho). Atualmente, mesclou-se os dois últimos símbolos para a formação do recente brasão da escola, ou seja, o Peruchinho (que se tornou o mascote oficial da escola) com o Cruzeiro do Sul ao fundo.

No início da década de 90, o presidente Walter Guariglio, o Waltinho, fez vários intercâmbios com os carnavalescos cariocas, o que impulsionou a Peruche a um grande salto de qualidade em alegorias e fantasias, fato este que culminou com o enriquecimento estético da escola, do carnaval paulistano e na forma de evolução das alas que se vê hoje em dia.

O Peruche também é reverenciado pelo belíssimo time de compositores e intérpretes, nomes como Jamelão e Eliana de Lima já fizeram parte desta história. Mas o fato talvez mais marcante deste elenco se deu no ano de 1991, na inauguração do Sambódromo do Anhembi, quando Eliana de Lima, grávida, teve que deixar o desfile nas mãos de Bernadete, para dar a luz ao seu 1º filho.

Na bateria suas inovações vieram nos anos 50 como primeira escola a implantar o repinique em São Paulo (tocado por Irajá que foi batizado pelo Mestre André da Padre Miguel) na época do Mestre Gilberto Bonga que em 1970 ja contava com 300 ritmistas na bateria tendo que dividi-la em pleno desfile. Após a saída de Gilberto Bonga passaram Nene Pauzinho, Amstrong, Lagrila, Luizinho, Divino, Magui, Paulão da União da Ilha, Xandão, Marquinhos, Cal, Valdeci da Ilha e agora Marquinhos Gomes retomou o trabalho. A perda da identidade de ritmo foi prejudicial a escola de exemplo de 1995 a 1999 a bateria executava a batida de taóis e caixas com apenas uma baqueta uma inovação muito criticada pelos sambistas até hoje.

Chico Macena entrega Medalha de Anchieta e Diploma de Gratidão ao Seu Carlão da Unidos do Peruche

Carlos Alberto Caetano, o "Seu Carlão", recebeu da Câmara Municipal de São Paulo, por indicação do político Chico Macena, a Medalha de Anchieta e o Diploma de Gratidão. A homenagem, solicitada por toda comunidade da Unidos do Peruche, deve-se ao reconhecimento da cidade de São Paulo, a toda sua obra e anos de contribuição ao samba paulista.[8]

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Nome Mandato Ref.
Álvaro Vieira Lima Filho ? - agosto de 2014
Luiz Carlos Telles 2015 [9]

Diretores[editar | editar código-fonte]

Ano Diretor de Carnaval Diretor geral de harmonia Mestre de bateria Ref.
2014 Ednaldo Santos Cal
2015 Carlos Alberto(Beto Bis) Antonio Soares (Toninho) Marcos Gomes(Marquinhos) [9]

Coreógrafo[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
2014 Lívio Castro [9]
2015

Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
2014
2015 Thais Paraguassú e Róbinson Silva

Corte de Bateria[editar | editar código-fonte]

Período Rainha Madrinha Musa Ref.
2004 – 2006 Brasil Valquíria Ribeiro
2007 Brasil Aline Barbosa
2008 – 2009 Brasil Mara Kelly
2010 Brasil Stephanye Cristinne Brasil Danielle França Brasil Juliana Guariglio
2011 Brasil Caroline Bittencourt Brasil Danielle França Brasil Jaqueline Khury [10]
2012 Brasil Claudia Colucci Brasil Danielle França [11]
2013 UcrâniaRússia Lola Melnick Brasil Danielle França [12]
2014 Brasil Stephanye Cristinne e Sandra Maria Silvestre ("Rainha Plus Size") Brasil Ana Paula Minerato [2]
2015 Mara Kelly [13]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Unidos do Peruche
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco Intérprete Ref
1965 Campeã
Empatada com a Nenê.
Especial IV Centenário do Rio de Janeiro
1966 Campeã Especial Homenagem a Carlos Gomes
1967 Campeã Especial Exaltação à São Paulo
1968 Vice-campeã Especial 50 Anos de Samba - Meio Século de Glórias
1969 Vice-campeã Especial História da Casa Verde
1970 Vice-campeã Especial O Rei Café
1971 Vice-campeã Especial Festa de Pirapora
1972 6º Lugar Especial Chamada aos Heróis da Independência
1973 6º Lugar Especial Brasilidade
1974 6º Lugar Especial Quatro Festas do Folclore Brasileiro
1975 7º Lugar Especial Felipe Mina, o Senhor dos Diamantes
1976 8º Lugar Especial Afoxé da Bahia
1977 10º Lugar Especial Eternos Vigilantes - Homenagem ao Corpo de Bombeiros
1978 9º Lugar Especial Di Cavalcanti "Dos Carnavais e das Mulatas"
1979 9º Lugar Especial Abertura dos Portos
1980 9º Lugar Especial Fábulas Fabulosas
1981 Campeã Acesso Moço de Prata, Vitória-régia no Carnaval
1982 7º Lugar Especial No Reino da Mãe D'Água Mory Balmaceda
1983 8º Lugar Especial O Criador de Ilusões
1984 7º Lugar Especial No Reino da Carochinha Mory Balmaceda
1985 5º Lugar Especial Água Cristalina Raul Diniz
1986 5º Lugar Especial Benjamin de Oliveira, o "Palhaço Negro"
1987 4º Lugar Especial O Rei do Dia Numa Noite de Carnaval - o Sol, a Luz da Vida Raul Diniz
1988 5º Lugar Especial Filhos da Mãe Preta Raul Diniz
1989 Vice-campeã Especial Os Sete Tronos dos Divinos Orixás Joãozinho Trinta Jamelão
1990 Vice-campeã Especial De Roma Pagã ao Esplendor da Paulicéia Joãozinho Trinta Eliana de Lima
1991 4º Lugar Especial Quem não Arrisca não Petisca Raul Diniz
1992 4º Lugar Especial O Brasil Mostra Suas Cores Raul Diniz
1993 8° Lugar Especial Mercado, Mercador, Mercadoria Raul Diniz Bernadete
1994 7º Lugar Especial O Reino de Oyó Visto Pelos Olhos de Xangô Albeci Pereira e Carlo Negri Jamelão
1995 8° Lugar Especial Não Deixe o Samba Sambar Albeci Pereira Vaguinho
1996 5° Lugar Especial A Cor do Pecado - o Chocolate Albeci Pereira Nego Ivair
1997 8º Lugar Especial Todo Brasileiro é um Rei com a Coroa Sideral Sidinho Ramos Nego Ivair
1998 7º Lugar Especial Mamma África Raul Diniz Jamelão
1999 9° Lugar Especial Bill Gates - o Cérebro do Futuro Sidinho Ramos e Frank Gal Léllo Garoto
2000 11º Lugar Especial Cara e Coroa, as Duas Faces de um Império Fábio Borges Freddy Vianna
Nilson Valentin
2001 Vice-campeã Acesso Raça Pura, Mistura Brasil Fábio Borges Carlão Maneiro
2002 12º Lugar Especial Guarujá, A Pérola do Atlântico Jerônimo Guimarães Eliana de Lima
2003 13° Lugar Especial Sou Caipira e Caiçara, da Terra Encantada e do Rio Sagrado, Sou Cone Leste Paulista, Com a Bênção da Senhora Aparecida Jerônimo Guimarães e Jonathas Marinho Eliana de Lima
2004 15º Lugar Especial São Paulo é Como Coração de Mãe... Sempre Cabe Mais Um Dirceu Aga Leandro Alegria
2005 Vice-campeã Acesso Na Terra, no Mar, no Infinito, Somos Todos Irmãos Comissão de Carnaval Leandro Alegria
2006 10º Lugar Especial Santos Dumont - Brasil e França Navegando Pelos Ares
Compositores:Betinho Oliveira.
Paulo Führo Leandro Alegria
2007 13º Lugar Especial Com Mauricio de Sousa, a Unidos do Peruche, Abre-Alas, Abre-Livros, Abre-Mentes e Faz Sonhar
Compositores:Maurício de Jesus, Maurinho de Jesus, Kaxitu, Geraldinho.
Augusto de Oliveira Leandro Alegria
2008 Campeã Acesso Quilombos, Quilombolas, Kizomba, Meu Quilombo é Peruche! Comissão de Carnaval Anderson de Deus
2009 14º Lugar Especial Do ventre da Terra à indomável cobiça do homem
Compositores:Rodrigo Atração, Tuca Maia, Mineiro, Gordinho e Digão.
Raul Diniz Leandro Alegria
2010 Vice-campeã Acesso São Paulo, olhai por nós! Amarildo de Mello Toninho Penteado
2011 14º Lugar Especial Abram as cortinas, o espetáculo vai começar! 100 anos do Teatro Municipal de São Paulo, Peruche vai apresentar. Bravo! Bravíssimo!
Compositores:Toninho Penteado, Nascimento, Alex Lima, De Paula, Mineiro e Claudinho
Amarildo de Mello Toninho Penteado
2012 6º Lugar Acesso Vamos fugir do juízo final... ainda há tempo! Vamos ter juízo, afinal Amarildo de Mello Anderson Paz
2013 6º Lugar Acesso O povo da floresta está em festa. A tribo da Peruche vai passar Amarildo de Mello Toninho Penteado
2014 7º Lugar Acesso A beleza é imperfeita e a loucura é genial Eduardo Caetano Toninho Penteado
2015 Acesso Karabá e a lenda do menino de coração de ouro Murilo Lobo Toninho Penteado

Referências

Notas

  1. A maioria das fontes lista o endereço da escola como sendo parte do Limão, mas há fontes que dizem ser parte da Casa Verde