Gino Orlando

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Gino Orlando (São Paulo, em 3 de setembro de 1929 — São Paulo, 24 de abril de 2003) foi um futebolista brasileiro. Jogava como atacante. Participou da Seleção Brasileira de Futebol de 1956 e 1957: foram oito partidas e três gols marcados.

No Palmeiras, entre 1950 e 51, Gino atuou em apenas quatro partidas (2 vitórias, 1 empate, 1 derrota) e não marcou nenhum gol. Depois de se destacar no extinto Comercial de São Paulo, transferiu-se para o São Paulo em 1952, sendo campeão paulista em 1953 e 1957. Segundo maior artilheiro da história do São Paulo, Gino Orlando, morreu em 2003, vítima de parada cardíaca, aos 75 anos.

O ex-artilheiro nunca escondeu seu amor pelo São Paulo e depois que encerrou sua carreira de futebolista, foi administrador do Estádio do Morumbi, cargo que ocupou de 1969 até a sua morte.

Uma carreira de muitos gols[editar | editar código-fonte]

Gino anotou 232 gols pelo Tricolor Paulista, ficando atrás apenas de Serginho Chulapa que marcou 242. Com 447 partidas disputadas pelo São Paulo (250 vitórias, 96 empates, 101 derrotas), o ex-artilheiro figura entre os 10 na lista dos que mais atuaram com a camisa do clube paulista.

Gino se definia como um jogador "grosso", um típico atacante trombador, caracterísitica ainda mais acentuada haja vista seu biotipo forte.

Teve como grande feito histórico um gol de "bicicleta" marcado pela Seleção Brasileira na vitória sobre a de Portugal em 1957, o primeiro do gênero marcado em território lusitano. Também foi o primeiro a acertar a trave do Morumbi, isso em 1960.

Conquistou os títulos paulistas de 1953 e 1957, tendo permanecido no São Paulo entre 1953 e 1962. Também defendeu o Palmeiras, o XV de Jaú, Comercial, Juventus e Portuguesa de Desportos.

Gino fez parte do combinado São Paulo/Seleção Paulista em jogo que fez parte da inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, no dia 9 de outubro de 1960. A partida foi contra o Nacional de Montevidéo, a segunda do novo estádio. Palmeiras e Corinthians "turbinaram" aquele Tricolor que bateu o Nacional por 3 a 0, com dois gols do próprio Gino e um de Canhoteiro.

Gino estava internado desde fevereiro no "Hospital do Coração" em São Paulo, onde foi submetido a uma cirurgia para correção de um aneurisma no tórax.

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