Inglês moderno

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Inglês moderno (Modern English)
Pronúncia: /ˈɪŋglɪʃ/[1]
Falado em: Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Bahamas, Canadá, Guiana, Irlanda, Índia, Nova Zelândia, África do Sul e vários outros países, também utilizada como segunda língua em quase todas as nações.
Total de falantes: 336 milhões (e cerca de 220 milhões de falantes como 2a língua)
Posição: 3a posição como língua nativa e 2a posição contando também os que a falam como 2a língua.[2] [3] [4]
Família: Indo-europeia
 Germânica
  Germânica ocidental
   Inglês moderno
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: De facto: Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia; de jure: Canadá, Irlanda, África do Sul, Índia, Filipinas, Commonwealth, União Europeia.
Códigos de língua
ISO 639-1: en
ISO 639-2: eng
ISO 639-3: eng

O inglês moderno (em inglês: Modern English) é caracterizado pela fase compreendida da língua inglesa do ano de 1475 até aos dias atuais. Nela, houve a unificação da língua com base no dialeto da região londrina.

A transição do inglês médio ao moderno foi marcada por uma rigorosa evolução fonética na pronúncia das vogais, o que ocorreu entre os séculos XV e XVI. O linguista dinamarquês Otto Jespersen denominou tal mudança de Great Vowel Shift, (em português: Grande Mudança Vocálica) que se consistiu em alterar a articulação das vogais em relação às posições dos lábios e da língua, que no geral se elevou em um grau.

Esta mudança transformou as 20 vogais que possuía o inglês médio em 18 no inglês moderno. A escrita permaneceu inalterada como consequência da aparição da imprensa. Até então o inglês médio possuía uma escrita mais fonética; todas as consoantes se pronunciavam, enquanto que hoje algumas são mudas como o l em walking.

A partir de 1500 começa o período da expansão geográfica do inglês; primeiro nas regiões vizinhas da Cornualha, Gales, Escócia e Irlanda, onde substitui quase completamente o céltico e nas ilhas Shetland e Órcades substitui a língua descendente do Norueguês Antigo chamada "norn".

Referências