Peter Duesberg

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Peter H Duesberg (Alemanha, 2 de dezembro de 1936) é professor de biologia molecular e celular na Universidade de Berkeley. Ph.D em química pela Universidade de Frankfurt, tornou-se pesquisador do Instituto Max Planck de Virologia, em Tübingen e, desde 1973, é professor titular da cátedra de biologia molecular e celular de Berkeley, cátedra esta que já foi ocupada por mais de um prêmio Nobel.

Especializado no estudo de vírus, demonstrou que o vírus da gripe tem o genoma segmentado, e mapeou a estrutura genética dos retrovírus. Por este e outros trabalhos ganhou vários prêmios internacionais de ciências.

Sua experiência com os retrovírus o levou a publicar artigos em revistas científicas de reputação internacional, refutando a hipótese de que a AIDS seja causada por um vírus. Propõe como hipótese de trabalho que a AIDS é causada por abuso de drogas e comportamentos auto-degradativos, que leva o sistema imunológico ao colapso. Seus estudos sobre a participação viral na oncogênese o levaram a refutar esta relação. Sugere, como linha de pesquisa científica, que a aneuploidia esteja na origem do câncer.

Em 1996, em seu livro Inventing the AIDS Virus (Inventando o vírus da AIDS) e em inúmeros artigos para jornais e cartas para editores, Duesberg afirma que o HIV é inofensivo, e o uso de drogas ilícitas e farmacêuticas (especialmente de AZT, uma droga utilizada no tratamento da AIDS) são as causas da doença fora da África (a tão comentada Hipótese de Duesberg).

Duesberg afirma que a AIDS na África é errôneamente diagnosticada, e a epidemia é um mito, alegando que o critério de diagnóstico da AIDS na África é diferente de qualquer outro lugar e que a perda da imunidade nos pacientes africanos pode ser explicada por fatores como desnutrição, consumo de água poluída e várias outras infecções que têm os mesmos sintomas da AIDS. Duesberg também argumenta que os retrovírus como HIV sobrevivem de maneira inofensiva, e que a maneira comum de propagação é a transmissão de mãe para filho por infecção no útero.

A Hipótese de Duesberg é apoiada por vários cientistas, em sua maioria Phd's e ganhadores de prêmios Nobel, embora seja atacada massivamente por cientistas de grandes laboratórios, principalmente o GlaxoSmithKline (Burroughs Wellcome na época em que patenteou o AZT).[carece de fontes?]

Entre 1999 e 2007, o governo da África do Sul implementou políticas de saúde de combate à AIDS baseadas nas teorias de Duesberg. Tais políticas foram totalmente mal-sucedidas, causando mais de 300 mil mortes no país neste período, e em consequente impacto na reputação de Peter Duesberg e descrédito na Hipótese de Duesberg.[1] [2]

Cientistas que concordam com a Hipótese de Duesberg[editar | editar código-fonte]

Renomados cientistas concordam com Dr. Duesberg sobre a não-relação HIV-AIDS e sobre os efeitos nocivos dos coquetéis anti-AIDS (AZT): [carece de fontes?]

  • Walter Gilbert, Ph.D. - recebeu o Prêmio Nobel de Química 1980; professor de Biologia Molecular pela Universidade de Harvard (EUA). [carece de fontes?]
  • Kary Mullis, Dr. - recebeu o Prêmio Nobel de Química 1993 por inventar a Polymerase Chain Reaction (PCR), ferramenta vital no estudo de partículas virais e testes de cargas virais (EUA). [carece de fontes?]
  • Etienne de Harven, professor emérito de Patologia pela Universidade de Toronto (Canadá) e um dos Top especialistas do mundo em microscopia electrónica. [carece de fontes?]
  • Charles Geshekter, Ph.D. - três vezes Fulbright scholar. Professor de História Africana pela Universidade Estadual da California (EUA). Serviu como conselheiro do Departamento de Estado dos E.U.A. e de vários países africanos (onde estudou com os supostos casos de AIDS africanos). [carece de fontes?]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Fonte para o detentor da patente do AZT: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1158604-jerome-p-horwitz-pai-da-droga-azt-morre-aos-93-anos.shtml

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  1. [1]
  2. [2]