Portishead

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Portishead
Portishead - Primavera Sound 2008.jpg
Portishead em concerto
Informação geral
Origem Bristol, Inglaterra
País  Reino Unido
Gênero(s) Eletrônico
Experimental
Isolationism
Trip-hop
Período em atividade 1991 - atualmente
Gravadora(s) Go! Beat Records
Página oficial www.portishead.co.uk
Integrantes Beth Gibbons
Geoff Barrow
Adrian Utley

Portishead [pronuncia-se "portis" + "head" sem o fonema /x/][1] é uma banda britânica de trip hop formada no ano de 1991 em Bristol, Inglaterra. Ela foi formada quando, numa fila de desempregados, Geoff Barrow (samples e letras) encontrou Beth Gibbons (vocal)[carece de fontes?]. Geoff fazia samples para outras bandas, mas depois que formou o Portishead com outros integrantes de uma banda de jazz, ele passou a se dedicar somente à banda. No início, o Portishead era definido como lo-fi mas depois de algum tempo seu estilo foi modificado para o que é conhecido como trip hop. Portishead é o nome da cidade natal de Geoff Barrow.

História[editar | editar código-fonte]

A banda foi formada em Bristol em 1991, por Geoff Barrow, Beth Gibbons e Adrian Utley. Anteriormente, Barrow havia trabalhado com artistas como Massive Attack e Tricky[2] , Gibbons cantava em pubs e Utley tocava guitarra com artistas de jazz como Big John Patton e The Jazz Messengers.[3] O trio criou o curta To Kill a Dead Man, inspirado em filmes de espionagem, e sua trilha sonora persuadiu a Go! Beat Records a assinar com a banda.[4] [5]

Dummy (1994)[editar | editar código-fonte]

O primeiro álbum dos Portishead, Dummy, foi lançado em 1994 e seu primeiro compacto foi "Numb". Apesar da aversão da banda à cobertura da mídia, o álbum foi bem sucedido tanto na Europa quanto nos Estados Unidos (onde vendeu mais de 150 mil cópias antes mesmo da banda ter realizado turnê pelo país).[4]

Dummy originou dois compactos de sucesso, "Glory Box" (usado no filme Beleza Roubada) e "Sour Times", e proporcionou à banda o Mercury Music Prize em 1995.[6]

Portishead (1997)[editar | editar código-fonte]

Após o sucesso inicial, a banda distanciou-se por três anos até o lançamento do segundo álbum, Portishead. "All Mine" atingiu o top 10 das paradas musicais do Reino Unido.

Roseland NYC Live (1998)[editar | editar código-fonte]

Ainda em 1997, a banda apresentou-se em um concerto com cordas com a Orquestra Filarmônica de Nova Iorque[7] no Roseland Ballroom, Nova Iorque. O álbum Roseland NYC Live apresenta esses novos arranjos com cordas. O concerto também foi lançado em vídeo, originalmente VHS em 1998 e posteriormente DVD em 2002, este com mais material extra incluindo vídeos musicais antigos da banda.

Hiato (1999–2005)[editar | editar código-fonte]

Nos anos seguintes, os integrantes concentraram-se em trabalhos solo ou outros projetos, até que em fevereiro de 2005 a banda apresenta-se ao vivo, após sete anos, num concerto em Bristol em pról das vítimas do Terremoto do Índico em 2004.[8] Na mesma época, Barrow revela que a banda estava no processo de composição do terceiro álbum. Em agosto de 2006 a banda disponibilizou novas canções em seu MySpace.

Third (2008)[editar | editar código-fonte]

Em 2 de outubro de 2007, os integrantes da banda anunciaram que o novo álbum, Third, havia sido mixado e estava próximo da conclusão, sendo planejado para lançamento no início de abril de 2008. O lançamento de fato acabou sendo adiado para 28 de abril.

Membros[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Compilações[editar | editar código-fonte]

Compactos[editar | editar código-fonte]

  • "Numb" (1994)
  • "Roads"
  • "Sour Times" (1994)
  • "Glory Box" (1995)
  • "Sour Times" (1995) (relançamento)
  • "Wandering Star" (1995) (promo norte-americano)
  • "Cowboys" (1997)
  • "All Mine" (1997)
  • "Over" (1997)
  • "Only You" (1998)
  • "Machine Gun (2008)
  • "The Rip (2008)

Videografia[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pronúncia, com áudio, no Oxford Advanced Learner's Dictionary
  2. Biografia de Geoff Barrow (em inglês). Sítio de fãs. Página visitada em 23 de abril de 2008.
  3. Stephen Thomas Erlewine. Biografia do Portishead (em inglês). Yahoo! Music. Página visitada em 23 de abril de 2008.
  4. a b Stephen Thomas Erlewine. Biografia do Portishead (em inglês). All Music Guide. Página visitada em 23 de abril de 2008.
  5. Simon Reynolds. Generation Ecstasy: Into the World of Techno and Rave Culture. 1 ed. [S.l.]: Routledge, 1999. 504 pp. ISBN 978-0-415-92373-6
  6. Highs and Lows of the Mercury Music Prize (em inglês). BBC News. Página visitada em 23 de abril de 2008.
  7. Roseland New York Review (em inglês). Ultimate Guitar (4 de abril de 2005). Página visitada em 23 de abril de 2008.
  8. Andrew Sutcliffe (21 de fevereiro de 2005). Tsunami gig: Reviewed (em inglês). BBC. Página visitada em 23 de abril de 2008.

Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Portishead

Ligações externas[editar | editar código-fonte]