Sakoku

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Sakoku (em japonês 鎖国, literalmente "país acorrentado") é uma palavra chave que explica a política de relações internacionais do Xogunato Tokugawa de 1639 a 1854 na História do Japão. Durante esse período, ninguém, sendo estrangeiro ou japonês, poderia entrar ou sair do Japão. A violação dessa lei era punida com a morte. A expressão "SAKOKU" passou a ser utilizada por volta de 1800. Após Tadao Shizuki (em japonês: 志筑忠雄)lançar a obra literária: "SAKOKURON" (em japonês: 鎖国論).

Rangaku[editar | editar código-fonte]

A única influência estrangeira permitida foi a feitoria neerlandesa (posto de comércio) em Dejima, Nagasaki. A maneira com que o Japão conseguiu manter-se lado a lado com a tecnologia ocidental durante este período, foi devido ao estudo dos mais variados textos em neerlandês, obtidos em Dejima. Este processo foi chamado de Rangaku (estudos neerlandeses).

O processo se tornou obsoleto depois da reabertura do país e do colapso da política Sakoku. Depois disso, muitos estudantes japoneses (ex: Kikuchi Dairoku) foram estudar em países estrangeiros, e muitos empregados estrangeiros foram contratados no Japão (O-yatoi Gaikokujin).

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