Isolacionismo
Por Isolacionismo compreende-se, em geral, a prática oficial de um Estado ou Nação em fechar-se para os demais, quer econômica, quer politicamente. No mundo globalizado de hoje em dia, os únicos países que continuam adotando este tipo de política externa, são apenas a Coréia do Norte e o Butão. O Japão, durante o período do shogunato Tokugawa, também já adotou uma política externa isolacionista.
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[editar] Prática Isolacionista
Em determinados momentos históricos alguns países adotam uma postura de maior ou menor Isolacionismo, em determinados aspectos de sua política externa. Nos Estados Unidos, por exemplo, há posturas como a que levaram o país a retardar seu ingresso na Segunda Guerra Mundial - levadas em geral pela opinião pública americana, tendente a ocupar-se dos assuntos internos (algo indicado em pesquisas de opinião - como durante a Guerra do Vietnã e a Invasão do Iraque).
No Brasil, durante a Ditadura Militar (1964-1985), o país viveu na prática o Isolacionismo econômico, com a economia praticamente fechada para o mercado externo.
[editar] Exemplos
[editar] O Japão
Por cerca de 300 anos o Japão manteve em voga um sistema chamado Sakoku, onde não era admitida sequer a entrada de estrangeiros no país, bem como a saída de nativos para outro. O objetivo era manter inalterada a vida interna, e consequentemente seu equilíbrio.
[editar] O Paraguai
Durante o governo do ditador José Gaspar Rodríguez de Francia, o Paraguai se manteve praticamente isolado do mundo exterior.
[editar] A Albânia Comunista
Durante décadas o regime stalinista do líder comunista Enver Hoxha manteve isolada a Albânia, desde a ascensão, na antiga União Soviética de Nikita Khrushchov e o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética.
Neste caso, o objetivo era evitar o enfraquecimento do estado com a penetração de idéias, orgaizações ou elementos contrários ao regime, sobretudo no seio do Partido.