Príncipe

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Príncipe (feminino: princesa) é a denominação dada ao chefe de estado de um principado (Príncipe reinante) ou a um membro de uma família reinante. Atualmente existem três principados independentes: Andorra, Mônaco e Liechtenstein.

Na maioria das Monarquias o título de Príncipe é dado a todos os filhos de um Chefe de Estado. Nessas Monarquias o Herdeiro do Trono tem, normalmente, um título adicional para o distinguir dos outros Príncipes (Ex.: Príncipe Real, Príncipe Imperial, Príncipe da Coroa, Príncipe Herdeiro, etc.). Em algumas Monarquias o título Príncipe é inclusivamente concedido a nobres não pertencentes directamente à Família Real. Nas Monarquias ibéricas, contudo, o título de Príncipe só é dado aos Herdeiros do trono, recebendo os restantes filhos do Monarca o título de Infante.

O termo foi usado pela primeira vez pelo imperador Otávio Augusto no ano de 27 a.C. e vem do Latim "principis", "princeps", que significa "o primeiro", Octavio usava o titulo de "princeps inter pares" o primeiro entre os pares ou cidadãos, e era atribuido anteriormente ao chefe do senado romano como príncipe do senado.

Príncipe Herdeiro da Noruega.

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Princesa é a forma feminina de príncipe (do Latim princeps, que significa cidadão principal). Na maioria das vezes, o termo foi usado pela esposa de um príncipe, ou pelas filhas deste.

Por muitos séculos, o título de "Princesa" não era regularmente utilizado para a filha de um Monarca, que simplesmente eram chamadas de "Lady" ou um equivalente. O inglês antigo não tinha nenhum equivalente feminino de "Príncipe", "Conde", ou qualquer Tratamento Real ou Nobre além de Rainha, e as mulheres da nobreza tinha o título de "Lady".

As mulheres ganharam mais autonomia ao longo da história europeia. O título de Princesa, simplesmente, passou a ser utilizado por uma Filha de um Monarca ou por uma esposa de um Príncipe, não implicando, necessariamente, ser controlado ou de propriedade de um Príncipe. Em alguns casos, uma Princesa é a Chefe Hereditária de um Estado, de um Principado ou área significativa de seu próprio direito. O significado antigo aplica-se na Europa ainda na medida em que, uma plebeu que se casasse com um Príncipe, iria quase sempre se tornar uma Princesa, mas um cidadão do sexo masculino que se casasse com uma Princesa, quase nunca se tornaria um Príncipe, a menos que a sua esposa tenha, ou viria a ter, um título maior, como o de rainha reinante ou de Princesa Soberana, como por exemplo, a Princesa Luísa-Hipólita, Princesa de Mônaco. A implicação é que se o homem detivesse o título, ele teria mais poder sobre a sua esposa, sem linhagem necessária.

Em muitas das Famílias Reais da Europa, um Rei concede aos seus Herdeiros, Principados Reais ou Teóricos para treiná-los para o futuro Reinado ou dar-lhes status social. Esta prática tem feito com que, ao longo do tempo, muitas pessoas pensem que "Príncipe" e "Princesa" são títulos reservados para a Família imediata de um Rei ou Rainha. Na verdade, a maioria das princesas da História não eram membros imediatos da Família Real, mas as mulheres que se casaram com Príncipes; no entanto, em muitos casos, uma Princesa iria escolher alguém fora da Realeza para se casar.

Títulos de Princesa[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências[editar | editar código-fonte]

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